Cultura, comportamento, noite e gente em São Paulo

"Estamos sendo sabotados", afirma Luísa Mell sobre resgate de animais em Brumadinho


Por Sonia Racy
Luisa Mell - Foto: NILTON FUKUDA / ESTADÃO

Luísa Mell, que desembarcou hoje em Brumadinho, não poupou adjetivos negativos sobre o tratamento dado aos protetores dos animais pela Vale. Segundo a ativista informou à coluna, ela e sua equipe estão sendo "sabotados". "Viemos todos voluntariamente, compramos tapumes para o resgate  - que a empresa não quis comprar - e eles não nos deixam entrar nem para mapearmos os animais", afirmou.

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Para Luísa, a maior preocupação da empresa é com a imagem : "eles não querem que as pessoas filmem a tragédia. Não queriam que entrássemos com celular", revela.

Luisa Mell - Foto: NILTON FUKUDA / ESTADÃO

Luísa Mell, que desembarcou hoje em Brumadinho, não poupou adjetivos negativos sobre o tratamento dado aos protetores dos animais pela Vale. Segundo a ativista informou à coluna, ela e sua equipe estão sendo "sabotados". "Viemos todos voluntariamente, compramos tapumes para o resgate  - que a empresa não quis comprar - e eles não nos deixam entrar nem para mapearmos os animais", afirmou.

Para Luísa, a maior preocupação da empresa é com a imagem : "eles não querem que as pessoas filmem a tragédia. Não queriam que entrássemos com celular", revela.

Luisa Mell - Foto: NILTON FUKUDA / ESTADÃO

Luísa Mell, que desembarcou hoje em Brumadinho, não poupou adjetivos negativos sobre o tratamento dado aos protetores dos animais pela Vale. Segundo a ativista informou à coluna, ela e sua equipe estão sendo "sabotados". "Viemos todos voluntariamente, compramos tapumes para o resgate  - que a empresa não quis comprar - e eles não nos deixam entrar nem para mapearmos os animais", afirmou.

Para Luísa, a maior preocupação da empresa é com a imagem : "eles não querem que as pessoas filmem a tragédia. Não queriam que entrássemos com celular", revela.

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Luísa Mell, que desembarcou hoje em Brumadinho, não poupou adjetivos negativos sobre o tratamento dado aos protetores dos animais pela Vale. Segundo a ativista informou à coluna, ela e sua equipe estão sendo "sabotados". "Viemos todos voluntariamente, compramos tapumes para o resgate  - que a empresa não quis comprar - e eles não nos deixam entrar nem para mapearmos os animais", afirmou.

Para Luísa, a maior preocupação da empresa é com a imagem : "eles não querem que as pessoas filmem a tragédia. Não queriam que entrássemos com celular", revela.

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