Cultura, comportamento, noite e gente em São Paulo

Transparência avança nos municípios, diz MPF


Por Sonia Racy

O procurador Eduardo El-Hage, do MPF, comemora os bons índices do Ranking Nacional da Transparência. Passou de 6 para 120 o total de cidades que tiraram 10 no novo levantamento - e mais que 8% dos 5.567 municípios pesquisados tiveram notas acima de 9.

O que isso significa? Que muito mais prefeituras estão fazendo licitações adequadas e abrindo suas contas aos cidadãos.

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Mas há muito a fazer, ainda, diz o procurador, que coordena o ranking. Depois da pesquisa feita no final do ano passado, cerca de 2.000 ações de improbidade foram iniciadas contra prefeituras. Em mais de 600 delas, porque o prefeito sequer abriu um site na internet. Esse número caiu, agora, para praticamente metade: são cerca de 340.

O procurador Eduardo El-Hage, do MPF, comemora os bons índices do Ranking Nacional da Transparência. Passou de 6 para 120 o total de cidades que tiraram 10 no novo levantamento - e mais que 8% dos 5.567 municípios pesquisados tiveram notas acima de 9.

O que isso significa? Que muito mais prefeituras estão fazendo licitações adequadas e abrindo suas contas aos cidadãos.

Mas há muito a fazer, ainda, diz o procurador, que coordena o ranking. Depois da pesquisa feita no final do ano passado, cerca de 2.000 ações de improbidade foram iniciadas contra prefeituras. Em mais de 600 delas, porque o prefeito sequer abriu um site na internet. Esse número caiu, agora, para praticamente metade: são cerca de 340.

O procurador Eduardo El-Hage, do MPF, comemora os bons índices do Ranking Nacional da Transparência. Passou de 6 para 120 o total de cidades que tiraram 10 no novo levantamento - e mais que 8% dos 5.567 municípios pesquisados tiveram notas acima de 9.

O que isso significa? Que muito mais prefeituras estão fazendo licitações adequadas e abrindo suas contas aos cidadãos.

Mas há muito a fazer, ainda, diz o procurador, que coordena o ranking. Depois da pesquisa feita no final do ano passado, cerca de 2.000 ações de improbidade foram iniciadas contra prefeituras. Em mais de 600 delas, porque o prefeito sequer abriu um site na internet. Esse número caiu, agora, para praticamente metade: são cerca de 340.

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O que isso significa? Que muito mais prefeituras estão fazendo licitações adequadas e abrindo suas contas aos cidadãos.

Mas há muito a fazer, ainda, diz o procurador, que coordena o ranking. Depois da pesquisa feita no final do ano passado, cerca de 2.000 ações de improbidade foram iniciadas contra prefeituras. Em mais de 600 delas, porque o prefeito sequer abriu um site na internet. Esse número caiu, agora, para praticamente metade: são cerca de 340.

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