Cinema, cultura & afins

Opinião|Mostra: Mil anos de Orações


Por Luiz Zanin Oricchio

MIL ANOS DE ORAÇÕES: Tantas preces assim talvez não sejam suficientes para reaproximar pai e filha, personagens do novo filme do chinês Wayne Wang. Ela mora nos Estados Unidos e já está devidamente ocidentalizada, nos hábitos e no estresse pessoal e profissional. Ele vem da China para visitá-la, depois que fica viúvo. O sr. Chi é um técnico, que trabalhava no desenvolvimento de foguetes em seu país e agora, na terceira idade, quer apenas viajar um pouco e conhecer o país onde a filha diz ser feliz. Em seu cinema humanista, Wang, diretor também de Cortina de Fumaça, com roteiro de Paul Auster, busca aquilo que pode aproximar as pessoas. No caso, um choque cultural, com o personagem do sr. Chi falando poucas palavras em inglês mas suficientes, por exemplo, para se comunicar com uma mulher iraniana que freqüenta o mesmo parque. O estilo é ameno, assim como a fotografia e as atuações. Num mundo áspero, um cinema desse tipo também deve ter vez, para o bem das pessoas. Mesmo porque ele não é bovinamente otimista, nem nega a existência dos conflitos. Apenas pensa que dá para negociá-los.

MIL ANOS DE ORAÇÕES: Tantas preces assim talvez não sejam suficientes para reaproximar pai e filha, personagens do novo filme do chinês Wayne Wang. Ela mora nos Estados Unidos e já está devidamente ocidentalizada, nos hábitos e no estresse pessoal e profissional. Ele vem da China para visitá-la, depois que fica viúvo. O sr. Chi é um técnico, que trabalhava no desenvolvimento de foguetes em seu país e agora, na terceira idade, quer apenas viajar um pouco e conhecer o país onde a filha diz ser feliz. Em seu cinema humanista, Wang, diretor também de Cortina de Fumaça, com roteiro de Paul Auster, busca aquilo que pode aproximar as pessoas. No caso, um choque cultural, com o personagem do sr. Chi falando poucas palavras em inglês mas suficientes, por exemplo, para se comunicar com uma mulher iraniana que freqüenta o mesmo parque. O estilo é ameno, assim como a fotografia e as atuações. Num mundo áspero, um cinema desse tipo também deve ter vez, para o bem das pessoas. Mesmo porque ele não é bovinamente otimista, nem nega a existência dos conflitos. Apenas pensa que dá para negociá-los.

MIL ANOS DE ORAÇÕES: Tantas preces assim talvez não sejam suficientes para reaproximar pai e filha, personagens do novo filme do chinês Wayne Wang. Ela mora nos Estados Unidos e já está devidamente ocidentalizada, nos hábitos e no estresse pessoal e profissional. Ele vem da China para visitá-la, depois que fica viúvo. O sr. Chi é um técnico, que trabalhava no desenvolvimento de foguetes em seu país e agora, na terceira idade, quer apenas viajar um pouco e conhecer o país onde a filha diz ser feliz. Em seu cinema humanista, Wang, diretor também de Cortina de Fumaça, com roteiro de Paul Auster, busca aquilo que pode aproximar as pessoas. No caso, um choque cultural, com o personagem do sr. Chi falando poucas palavras em inglês mas suficientes, por exemplo, para se comunicar com uma mulher iraniana que freqüenta o mesmo parque. O estilo é ameno, assim como a fotografia e as atuações. Num mundo áspero, um cinema desse tipo também deve ter vez, para o bem das pessoas. Mesmo porque ele não é bovinamente otimista, nem nega a existência dos conflitos. Apenas pensa que dá para negociá-los.

MIL ANOS DE ORAÇÕES: Tantas preces assim talvez não sejam suficientes para reaproximar pai e filha, personagens do novo filme do chinês Wayne Wang. Ela mora nos Estados Unidos e já está devidamente ocidentalizada, nos hábitos e no estresse pessoal e profissional. Ele vem da China para visitá-la, depois que fica viúvo. O sr. Chi é um técnico, que trabalhava no desenvolvimento de foguetes em seu país e agora, na terceira idade, quer apenas viajar um pouco e conhecer o país onde a filha diz ser feliz. Em seu cinema humanista, Wang, diretor também de Cortina de Fumaça, com roteiro de Paul Auster, busca aquilo que pode aproximar as pessoas. No caso, um choque cultural, com o personagem do sr. Chi falando poucas palavras em inglês mas suficientes, por exemplo, para se comunicar com uma mulher iraniana que freqüenta o mesmo parque. O estilo é ameno, assim como a fotografia e as atuações. Num mundo áspero, um cinema desse tipo também deve ter vez, para o bem das pessoas. Mesmo porque ele não é bovinamente otimista, nem nega a existência dos conflitos. Apenas pensa que dá para negociá-los.

Opinião por Luiz Zanin Oricchio

É jornalista, psicanalista e crítico de cinema

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