Alemanha e Rússia apoiam plano da França de reforma monetária


Projeto francês para o G-20 também engloba questão das commodities e melhora da governança global

Por Álvaro Campos e da Agência Estado

Os líderes da Alemanha e da Rússia afirmaram que apoiam a França no seu projeto para o grupo dos vinte países mais desenvolvidos (G-20), especialmente na reforma do sistema monetário global. A França identificou três prioridades essenciais que irá trabalhar quando assumir a presidência do grupo, no ano que vem: reformar o sistema monetário internacional; resolver os problemas e a volatilidade nos mercados de commodities; e melhorar a governança global.

"A escolha do tema de uma estrutura monetária futura é uma escolha muito boa e nós apoiamos a França muito ativamente neste projeto", disse a chanceler alemã, Angela Merkel. "Nós estamos observando que as questões de moeda e câmbio são essenciais, e um dos riscos potenciais de se dirigir ao protecionismo", acrescentou, falando durante um encontro com os presidentes francês, Nicolas Sarkozy, e russo, Dmitry Medvedev.

Medvedev também expressou apoio aos planos de reforma monetária da França e disse que o G-20 deve adotar "medidas definitivas". "Nós vamos conversar sobre moedas de reserva e talvez sobre a criação de uma moeda de reserva global", comentou o presidente russo.

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Um conselheiro de Sarkozy disse no fim de semana que o mundo vive atualmente em um "não-sistema" monetário. O presidente francês afirmou hoje que a presidência do G-20 não deveria envolver acusações a certos países e moedas. "Se nós entrarmos em conflito, só aumentamos a instabilidade", comentou. Segundo ele, o desafio é criar as bases para um novo sistema monetário. As informações são da Dow Jones.

Os líderes da Alemanha e da Rússia afirmaram que apoiam a França no seu projeto para o grupo dos vinte países mais desenvolvidos (G-20), especialmente na reforma do sistema monetário global. A França identificou três prioridades essenciais que irá trabalhar quando assumir a presidência do grupo, no ano que vem: reformar o sistema monetário internacional; resolver os problemas e a volatilidade nos mercados de commodities; e melhorar a governança global.

"A escolha do tema de uma estrutura monetária futura é uma escolha muito boa e nós apoiamos a França muito ativamente neste projeto", disse a chanceler alemã, Angela Merkel. "Nós estamos observando que as questões de moeda e câmbio são essenciais, e um dos riscos potenciais de se dirigir ao protecionismo", acrescentou, falando durante um encontro com os presidentes francês, Nicolas Sarkozy, e russo, Dmitry Medvedev.

Medvedev também expressou apoio aos planos de reforma monetária da França e disse que o G-20 deve adotar "medidas definitivas". "Nós vamos conversar sobre moedas de reserva e talvez sobre a criação de uma moeda de reserva global", comentou o presidente russo.

Um conselheiro de Sarkozy disse no fim de semana que o mundo vive atualmente em um "não-sistema" monetário. O presidente francês afirmou hoje que a presidência do G-20 não deveria envolver acusações a certos países e moedas. "Se nós entrarmos em conflito, só aumentamos a instabilidade", comentou. Segundo ele, o desafio é criar as bases para um novo sistema monetário. As informações são da Dow Jones.

Os líderes da Alemanha e da Rússia afirmaram que apoiam a França no seu projeto para o grupo dos vinte países mais desenvolvidos (G-20), especialmente na reforma do sistema monetário global. A França identificou três prioridades essenciais que irá trabalhar quando assumir a presidência do grupo, no ano que vem: reformar o sistema monetário internacional; resolver os problemas e a volatilidade nos mercados de commodities; e melhorar a governança global.

"A escolha do tema de uma estrutura monetária futura é uma escolha muito boa e nós apoiamos a França muito ativamente neste projeto", disse a chanceler alemã, Angela Merkel. "Nós estamos observando que as questões de moeda e câmbio são essenciais, e um dos riscos potenciais de se dirigir ao protecionismo", acrescentou, falando durante um encontro com os presidentes francês, Nicolas Sarkozy, e russo, Dmitry Medvedev.

Medvedev também expressou apoio aos planos de reforma monetária da França e disse que o G-20 deve adotar "medidas definitivas". "Nós vamos conversar sobre moedas de reserva e talvez sobre a criação de uma moeda de reserva global", comentou o presidente russo.

Um conselheiro de Sarkozy disse no fim de semana que o mundo vive atualmente em um "não-sistema" monetário. O presidente francês afirmou hoje que a presidência do G-20 não deveria envolver acusações a certos países e moedas. "Se nós entrarmos em conflito, só aumentamos a instabilidade", comentou. Segundo ele, o desafio é criar as bases para um novo sistema monetário. As informações são da Dow Jones.

Os líderes da Alemanha e da Rússia afirmaram que apoiam a França no seu projeto para o grupo dos vinte países mais desenvolvidos (G-20), especialmente na reforma do sistema monetário global. A França identificou três prioridades essenciais que irá trabalhar quando assumir a presidência do grupo, no ano que vem: reformar o sistema monetário internacional; resolver os problemas e a volatilidade nos mercados de commodities; e melhorar a governança global.

"A escolha do tema de uma estrutura monetária futura é uma escolha muito boa e nós apoiamos a França muito ativamente neste projeto", disse a chanceler alemã, Angela Merkel. "Nós estamos observando que as questões de moeda e câmbio são essenciais, e um dos riscos potenciais de se dirigir ao protecionismo", acrescentou, falando durante um encontro com os presidentes francês, Nicolas Sarkozy, e russo, Dmitry Medvedev.

Medvedev também expressou apoio aos planos de reforma monetária da França e disse que o G-20 deve adotar "medidas definitivas". "Nós vamos conversar sobre moedas de reserva e talvez sobre a criação de uma moeda de reserva global", comentou o presidente russo.

Um conselheiro de Sarkozy disse no fim de semana que o mundo vive atualmente em um "não-sistema" monetário. O presidente francês afirmou hoje que a presidência do G-20 não deveria envolver acusações a certos países e moedas. "Se nós entrarmos em conflito, só aumentamos a instabilidade", comentou. Segundo ele, o desafio é criar as bases para um novo sistema monetário. As informações são da Dow Jones.

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