Consórcio liderado pelo RBS compra 3% do ABN Amro


Royal Bank of Scotland, Santander e Fortis fazem compra para reduzir custo de aquisição de banco holandês

Por STEVE SLATER E REED STEVENSON

Um consórcio de bancos europeus que quer comprar o ABN Amro informou nesta terça-feira, 14, ter aumentado sua participação na instituição holandesa para 3,25% e adiantou que quer comprar mais.   Os bancos Royal Bank of Scotland, Santander e Fortis disseram ter comprado 40,76 milhões de ações do ABN na sexta-feira e na segunda-feira, a um preço médio de 33,81 euros (R$ 90,12).   Como as ações do ABN estão sendo negociadas cerca de 9% abaixo da oferta do consórcio, a compra reduzirá o custo total da aquisição do ABN. O RBS e o Santander compraram as ações, enquanto o Fortis já tem uma parcela no ABN de cerca de 1%.   O RBS adquiriu 26,2 milhões de ações por 887 milhões de euros (ou R$ 2,36 bilhões) e o Santander comprou 14,6 milhões de ações por 491 milhões de euros (R$ 1,309 bilhão), de acordo com documento enviado à Securities and Exchange Commission (SEC), o órgão norte-americano que fiscaliza as empresas que atuam no mercado de capitais.   A parcela somada dos três bancos vale mais de 2 bilhões de euros (ou R$ 5,3 bilhões). As instituições financeiras afirmaram que pretendem realizar novas compras de ações, dentro dos limites permitidos pelos órgãos fiscalizadores.   De acordo com as regras, o consórcio pode ter uma parcela de 5%, mas este índice poderá ser aplicado a cada banco. "É claro que os bancos estão tentando reduzir o custo da transação", disse Alex Potter, analista da Collins Stewart.   O consórcio quer comprar o ABN por 71 bilhões de euros (cerca de R$ 190 bilhões), acima da oferta do rival inglês Barclays, que é de 63 bilhões de euros (cerca de @$ 168 bilhões) ou 34 euros (R$ 90, 74) por ação.   Ações   As ações do ABN caíram muito na semana passada em meio a preocupações de que as turbulências do mercado poderiam causar problemas financeiros ao consórcio, forçando-o a reduzir a oferta ou mesmo deixar o negócio se a situação geral piorasse.   A oferta pelo ABN deverá ser a maior entre as aquisições de bancos. O Barclays recebeu aprovação para a compra do ABN do Ministério das Finanças da Holanda. O consórcio liderado pelo RBS aguarda uma decisão do ministério para meados de setembro.

Um consórcio de bancos europeus que quer comprar o ABN Amro informou nesta terça-feira, 14, ter aumentado sua participação na instituição holandesa para 3,25% e adiantou que quer comprar mais.   Os bancos Royal Bank of Scotland, Santander e Fortis disseram ter comprado 40,76 milhões de ações do ABN na sexta-feira e na segunda-feira, a um preço médio de 33,81 euros (R$ 90,12).   Como as ações do ABN estão sendo negociadas cerca de 9% abaixo da oferta do consórcio, a compra reduzirá o custo total da aquisição do ABN. O RBS e o Santander compraram as ações, enquanto o Fortis já tem uma parcela no ABN de cerca de 1%.   O RBS adquiriu 26,2 milhões de ações por 887 milhões de euros (ou R$ 2,36 bilhões) e o Santander comprou 14,6 milhões de ações por 491 milhões de euros (R$ 1,309 bilhão), de acordo com documento enviado à Securities and Exchange Commission (SEC), o órgão norte-americano que fiscaliza as empresas que atuam no mercado de capitais.   A parcela somada dos três bancos vale mais de 2 bilhões de euros (ou R$ 5,3 bilhões). As instituições financeiras afirmaram que pretendem realizar novas compras de ações, dentro dos limites permitidos pelos órgãos fiscalizadores.   De acordo com as regras, o consórcio pode ter uma parcela de 5%, mas este índice poderá ser aplicado a cada banco. "É claro que os bancos estão tentando reduzir o custo da transação", disse Alex Potter, analista da Collins Stewart.   O consórcio quer comprar o ABN por 71 bilhões de euros (cerca de R$ 190 bilhões), acima da oferta do rival inglês Barclays, que é de 63 bilhões de euros (cerca de @$ 168 bilhões) ou 34 euros (R$ 90, 74) por ação.   Ações   As ações do ABN caíram muito na semana passada em meio a preocupações de que as turbulências do mercado poderiam causar problemas financeiros ao consórcio, forçando-o a reduzir a oferta ou mesmo deixar o negócio se a situação geral piorasse.   A oferta pelo ABN deverá ser a maior entre as aquisições de bancos. O Barclays recebeu aprovação para a compra do ABN do Ministério das Finanças da Holanda. O consórcio liderado pelo RBS aguarda uma decisão do ministério para meados de setembro.

Um consórcio de bancos europeus que quer comprar o ABN Amro informou nesta terça-feira, 14, ter aumentado sua participação na instituição holandesa para 3,25% e adiantou que quer comprar mais.   Os bancos Royal Bank of Scotland, Santander e Fortis disseram ter comprado 40,76 milhões de ações do ABN na sexta-feira e na segunda-feira, a um preço médio de 33,81 euros (R$ 90,12).   Como as ações do ABN estão sendo negociadas cerca de 9% abaixo da oferta do consórcio, a compra reduzirá o custo total da aquisição do ABN. O RBS e o Santander compraram as ações, enquanto o Fortis já tem uma parcela no ABN de cerca de 1%.   O RBS adquiriu 26,2 milhões de ações por 887 milhões de euros (ou R$ 2,36 bilhões) e o Santander comprou 14,6 milhões de ações por 491 milhões de euros (R$ 1,309 bilhão), de acordo com documento enviado à Securities and Exchange Commission (SEC), o órgão norte-americano que fiscaliza as empresas que atuam no mercado de capitais.   A parcela somada dos três bancos vale mais de 2 bilhões de euros (ou R$ 5,3 bilhões). As instituições financeiras afirmaram que pretendem realizar novas compras de ações, dentro dos limites permitidos pelos órgãos fiscalizadores.   De acordo com as regras, o consórcio pode ter uma parcela de 5%, mas este índice poderá ser aplicado a cada banco. "É claro que os bancos estão tentando reduzir o custo da transação", disse Alex Potter, analista da Collins Stewart.   O consórcio quer comprar o ABN por 71 bilhões de euros (cerca de R$ 190 bilhões), acima da oferta do rival inglês Barclays, que é de 63 bilhões de euros (cerca de @$ 168 bilhões) ou 34 euros (R$ 90, 74) por ação.   Ações   As ações do ABN caíram muito na semana passada em meio a preocupações de que as turbulências do mercado poderiam causar problemas financeiros ao consórcio, forçando-o a reduzir a oferta ou mesmo deixar o negócio se a situação geral piorasse.   A oferta pelo ABN deverá ser a maior entre as aquisições de bancos. O Barclays recebeu aprovação para a compra do ABN do Ministério das Finanças da Holanda. O consórcio liderado pelo RBS aguarda uma decisão do ministério para meados de setembro.

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