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Alexis Tsipras toma posse. Veja como ficou a composição do parlamento na Grécia


Depois de renunciar em agosto, Alexis Tsipras vence sua segunda eleição em 2015

Por Mariana Congo

A volta dos que não foram: o líder da esquerda radical grega, Alexis Tsipras, venceu as eleições deste domingo. Ele tomou posse nesta segunda-feira, 21.

Tsipras disse, em seu discurso de vitória, que "hoje na Europa, a Grécia e o povo grego são sinônimo de resistência e dignidade". Ele afirma que quer recuperar a economia grega. Para isso, terá que entrar em um bom acordo com os credores do país.

Faltaram seis cadeiras para o seu partido, Coalizão Radical de Esquerda (Syriza), obter a maioria absoluta das 300 vagas do parlamento. O Syriza angariou 145 assentos.

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Para garantir a governabilidade, o partido de Tsipras vai reeditar a coalizão com o partido populista de direita Gregos Independentes (Anel), de Panos Kammenos, ex-ministro da Defesa. Com isso, são mais 10 cadeiras a favor do governo.

Veja como ficou a composição do parlamento grego:

 Foto: Estadão
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O resultado foi considerado uma vitória para Tsipras, que agora terá apoio no parlamento para criar as reformas esperadas pelos credores da Grécia, que exigem austeridade, ou seja, cortes de gastos públicos.

Essa situação é inversa à bandeira que elegeu Tsipras em janeiro, quando ele defendia o fim do arrocho.

Como a vida prática se mostrou mais difícil, o primeiro-ministro grego teve que ceder pouco a pouco às demandas dos credores, principalmente depois do calote dado pela Grécia ao Fundo Monterário Internacional (FMI) em junho.

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Tsipras convocou um plebiscito em julho e o povo disse "não" à austeridade. Foi a deixa para a ala mais radical do Syriza abandonar o primeiro-ministro e criar um novo partido, o ultrarradical de esquerda Unidade Popular.

Com o racha, Tsipras se viu impossibilitado de governar (pois perdeu 25 assentos no parlamento) e renunciou em agosto.

Agora, depois das novas eleições, Tsipras volta mais forte, pois tem maioria no parlamento para criar reformas e entrar em acordo com os credores gregos - Comissão Europeia, o Banco Central Europeu (BCE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI) .

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Essa é a quinta eleição geral na Grécia em seis anos.

A Unidade Popular não conseguiu nenhuma cadeira no parlamento no pleito de domingo.

(Com informações da Reuters)

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Antes e hoje

Hoje. Tsipras toma posse em 21 de setembro ( Foto: Reuters/Alkis Konstantinidis)
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Antes. Tsipras toma posse em 26 de janeiro ( Foto: Reuters)

Leia mais: Tsipras vence nova eleição na Grécia e deve formar governo nesta semana

A volta dos que não foram: o líder da esquerda radical grega, Alexis Tsipras, venceu as eleições deste domingo. Ele tomou posse nesta segunda-feira, 21.

Tsipras disse, em seu discurso de vitória, que "hoje na Europa, a Grécia e o povo grego são sinônimo de resistência e dignidade". Ele afirma que quer recuperar a economia grega. Para isso, terá que entrar em um bom acordo com os credores do país.

Faltaram seis cadeiras para o seu partido, Coalizão Radical de Esquerda (Syriza), obter a maioria absoluta das 300 vagas do parlamento. O Syriza angariou 145 assentos.

Para garantir a governabilidade, o partido de Tsipras vai reeditar a coalizão com o partido populista de direita Gregos Independentes (Anel), de Panos Kammenos, ex-ministro da Defesa. Com isso, são mais 10 cadeiras a favor do governo.

Veja como ficou a composição do parlamento grego:

 Foto: Estadão

O resultado foi considerado uma vitória para Tsipras, que agora terá apoio no parlamento para criar as reformas esperadas pelos credores da Grécia, que exigem austeridade, ou seja, cortes de gastos públicos.

Essa situação é inversa à bandeira que elegeu Tsipras em janeiro, quando ele defendia o fim do arrocho.

Como a vida prática se mostrou mais difícil, o primeiro-ministro grego teve que ceder pouco a pouco às demandas dos credores, principalmente depois do calote dado pela Grécia ao Fundo Monterário Internacional (FMI) em junho.

Tsipras convocou um plebiscito em julho e o povo disse "não" à austeridade. Foi a deixa para a ala mais radical do Syriza abandonar o primeiro-ministro e criar um novo partido, o ultrarradical de esquerda Unidade Popular.

Com o racha, Tsipras se viu impossibilitado de governar (pois perdeu 25 assentos no parlamento) e renunciou em agosto.

Agora, depois das novas eleições, Tsipras volta mais forte, pois tem maioria no parlamento para criar reformas e entrar em acordo com os credores gregos - Comissão Europeia, o Banco Central Europeu (BCE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI) .

Essa é a quinta eleição geral na Grécia em seis anos.

A Unidade Popular não conseguiu nenhuma cadeira no parlamento no pleito de domingo.

(Com informações da Reuters)

Antes e hoje

Hoje. Tsipras toma posse em 21 de setembro ( Foto: Reuters/Alkis Konstantinidis)
Antes. Tsipras toma posse em 26 de janeiro ( Foto: Reuters)

Leia mais: Tsipras vence nova eleição na Grécia e deve formar governo nesta semana

A volta dos que não foram: o líder da esquerda radical grega, Alexis Tsipras, venceu as eleições deste domingo. Ele tomou posse nesta segunda-feira, 21.

Tsipras disse, em seu discurso de vitória, que "hoje na Europa, a Grécia e o povo grego são sinônimo de resistência e dignidade". Ele afirma que quer recuperar a economia grega. Para isso, terá que entrar em um bom acordo com os credores do país.

Faltaram seis cadeiras para o seu partido, Coalizão Radical de Esquerda (Syriza), obter a maioria absoluta das 300 vagas do parlamento. O Syriza angariou 145 assentos.

Para garantir a governabilidade, o partido de Tsipras vai reeditar a coalizão com o partido populista de direita Gregos Independentes (Anel), de Panos Kammenos, ex-ministro da Defesa. Com isso, são mais 10 cadeiras a favor do governo.

Veja como ficou a composição do parlamento grego:

 Foto: Estadão

O resultado foi considerado uma vitória para Tsipras, que agora terá apoio no parlamento para criar as reformas esperadas pelos credores da Grécia, que exigem austeridade, ou seja, cortes de gastos públicos.

Essa situação é inversa à bandeira que elegeu Tsipras em janeiro, quando ele defendia o fim do arrocho.

Como a vida prática se mostrou mais difícil, o primeiro-ministro grego teve que ceder pouco a pouco às demandas dos credores, principalmente depois do calote dado pela Grécia ao Fundo Monterário Internacional (FMI) em junho.

Tsipras convocou um plebiscito em julho e o povo disse "não" à austeridade. Foi a deixa para a ala mais radical do Syriza abandonar o primeiro-ministro e criar um novo partido, o ultrarradical de esquerda Unidade Popular.

Com o racha, Tsipras se viu impossibilitado de governar (pois perdeu 25 assentos no parlamento) e renunciou em agosto.

Agora, depois das novas eleições, Tsipras volta mais forte, pois tem maioria no parlamento para criar reformas e entrar em acordo com os credores gregos - Comissão Europeia, o Banco Central Europeu (BCE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI) .

Essa é a quinta eleição geral na Grécia em seis anos.

A Unidade Popular não conseguiu nenhuma cadeira no parlamento no pleito de domingo.

(Com informações da Reuters)

Antes e hoje

Hoje. Tsipras toma posse em 21 de setembro ( Foto: Reuters/Alkis Konstantinidis)
Antes. Tsipras toma posse em 26 de janeiro ( Foto: Reuters)

Leia mais: Tsipras vence nova eleição na Grécia e deve formar governo nesta semana

A volta dos que não foram: o líder da esquerda radical grega, Alexis Tsipras, venceu as eleições deste domingo. Ele tomou posse nesta segunda-feira, 21.

Tsipras disse, em seu discurso de vitória, que "hoje na Europa, a Grécia e o povo grego são sinônimo de resistência e dignidade". Ele afirma que quer recuperar a economia grega. Para isso, terá que entrar em um bom acordo com os credores do país.

Faltaram seis cadeiras para o seu partido, Coalizão Radical de Esquerda (Syriza), obter a maioria absoluta das 300 vagas do parlamento. O Syriza angariou 145 assentos.

Para garantir a governabilidade, o partido de Tsipras vai reeditar a coalizão com o partido populista de direita Gregos Independentes (Anel), de Panos Kammenos, ex-ministro da Defesa. Com isso, são mais 10 cadeiras a favor do governo.

Veja como ficou a composição do parlamento grego:

 Foto: Estadão

O resultado foi considerado uma vitória para Tsipras, que agora terá apoio no parlamento para criar as reformas esperadas pelos credores da Grécia, que exigem austeridade, ou seja, cortes de gastos públicos.

Essa situação é inversa à bandeira que elegeu Tsipras em janeiro, quando ele defendia o fim do arrocho.

Como a vida prática se mostrou mais difícil, o primeiro-ministro grego teve que ceder pouco a pouco às demandas dos credores, principalmente depois do calote dado pela Grécia ao Fundo Monterário Internacional (FMI) em junho.

Tsipras convocou um plebiscito em julho e o povo disse "não" à austeridade. Foi a deixa para a ala mais radical do Syriza abandonar o primeiro-ministro e criar um novo partido, o ultrarradical de esquerda Unidade Popular.

Com o racha, Tsipras se viu impossibilitado de governar (pois perdeu 25 assentos no parlamento) e renunciou em agosto.

Agora, depois das novas eleições, Tsipras volta mais forte, pois tem maioria no parlamento para criar reformas e entrar em acordo com os credores gregos - Comissão Europeia, o Banco Central Europeu (BCE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI) .

Essa é a quinta eleição geral na Grécia em seis anos.

A Unidade Popular não conseguiu nenhuma cadeira no parlamento no pleito de domingo.

(Com informações da Reuters)

Antes e hoje

Hoje. Tsipras toma posse em 21 de setembro ( Foto: Reuters/Alkis Konstantinidis)
Antes. Tsipras toma posse em 26 de janeiro ( Foto: Reuters)

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