Explica assuntos tributários para não passar raiva sozinha

Duquesa de Tax: ‘O Brasil criou um paraíso fiscal institucionalizado, o do Poder Judiciário’


No programa ‘Não vou passar raiva sozinha’ desta segunda-feira, 31, Maria Carolina Gontijo fala sobre a distorção das ‘verbas indenizatórias’ no serviço público

Por Redação

Imagine um local onde o teto salarial não vale, onde o imposto de renda não alcança, e onde tudo isso é feito dentro da lei. Esse “paraíso fiscal” não está em qualquer lugar no exterior: está dentro do Brasil, mais especificamente dentro do Poder Judiciário.

Como isso acontece? Como foi criada uma casta dentro do funcionalismo público que receber vencimentos muito acima dos trabalhadores do setor privado e ainda por cima consegue escapar dos impostos, em um prejuízo para toda a população? É o que a colunista do Estadão Maria Carolina Gontijo, a Duquesa de Tax, discute em seu programa Não vou passar raiva sozinha desta segunda-feira, 31.

Seu navegador não suporta esse video.

Duquesa de Tax: 'O Brasil criou um paraíso fiscal institucionalizado, o do Poder Judiciário'

continua após a publicidade

“A Constituição diz que ninguém no serviço público pode receber mais do que um ministro do STF, hoje em torno de R$ 44 mil e uns trocados”, lembra. “Mas esse teto virou uma ‘cobertura gourmet’. Isso porque existe uma palavrinha mágica: ‘indenização’.”

Esses “penduricalhos”, ou benefícios extras (como auxílio alimentação, auxílio moradia, ajuda de custo, licença-prêmio ou pagamentos retroativos) são valores pagos ao servidor público para compensar despesas ou prejuízos relacionados ao trabalho. “Em teoria, elas não deveriam ser tributadas, porque não representam um acréscimo patrimonial”, diz. Mas esse tipo de pagamento sofreu uma enorme distorção no País, e o Judiciário é o maior exemplo disso.

Maria Carolina Gontijo, a Duquesa de Tax Foto: Taba Benedicto/ Estadão
continua após a publicidade

Programa

O programa Não vou passar raiva sozinha é semanal. Os vídeos inéditos vão ao ar sempre às segundas-feiras, às 9h30, para assinantes do Estadão. Cortes do programa são distribuídos ao longo da semana nas redes sociais e na Rádio Eldorado. A atração também tem uma versão em Podcast.

Além disso, a Duquesa de Tax também faz reacts (comentários sobre outros vídeos ou entrevistas) do noticiário econômico todas as quintas-feiras. E terá ainda um programa para responder dúvidas dos leitores sobre impostos, macroeconomia e reforma tributária.

continua após a publicidade

Siga a Duquesa de Tax no Estadão

Não vou passar raiva sozinha no Spotify

Não vou passar raiva sozinha no Apple Podcasts

continua após a publicidade

Fala, Duquesa, toda quinta-feira, também no YouTube

Imagine um local onde o teto salarial não vale, onde o imposto de renda não alcança, e onde tudo isso é feito dentro da lei. Esse “paraíso fiscal” não está em qualquer lugar no exterior: está dentro do Brasil, mais especificamente dentro do Poder Judiciário.

Como isso acontece? Como foi criada uma casta dentro do funcionalismo público que receber vencimentos muito acima dos trabalhadores do setor privado e ainda por cima consegue escapar dos impostos, em um prejuízo para toda a população? É o que a colunista do Estadão Maria Carolina Gontijo, a Duquesa de Tax, discute em seu programa Não vou passar raiva sozinha desta segunda-feira, 31.

Seu navegador não suporta esse video.

Duquesa de Tax: 'O Brasil criou um paraíso fiscal institucionalizado, o do Poder Judiciário'

“A Constituição diz que ninguém no serviço público pode receber mais do que um ministro do STF, hoje em torno de R$ 44 mil e uns trocados”, lembra. “Mas esse teto virou uma ‘cobertura gourmet’. Isso porque existe uma palavrinha mágica: ‘indenização’.”

Esses “penduricalhos”, ou benefícios extras (como auxílio alimentação, auxílio moradia, ajuda de custo, licença-prêmio ou pagamentos retroativos) são valores pagos ao servidor público para compensar despesas ou prejuízos relacionados ao trabalho. “Em teoria, elas não deveriam ser tributadas, porque não representam um acréscimo patrimonial”, diz. Mas esse tipo de pagamento sofreu uma enorme distorção no País, e o Judiciário é o maior exemplo disso.

Maria Carolina Gontijo, a Duquesa de Tax Foto: Taba Benedicto/ Estadão

Programa

O programa Não vou passar raiva sozinha é semanal. Os vídeos inéditos vão ao ar sempre às segundas-feiras, às 9h30, para assinantes do Estadão. Cortes do programa são distribuídos ao longo da semana nas redes sociais e na Rádio Eldorado. A atração também tem uma versão em Podcast.

Além disso, a Duquesa de Tax também faz reacts (comentários sobre outros vídeos ou entrevistas) do noticiário econômico todas as quintas-feiras. E terá ainda um programa para responder dúvidas dos leitores sobre impostos, macroeconomia e reforma tributária.

Siga a Duquesa de Tax no Estadão

Não vou passar raiva sozinha no Spotify

Não vou passar raiva sozinha no Apple Podcasts

Fala, Duquesa, toda quinta-feira, também no YouTube

Imagine um local onde o teto salarial não vale, onde o imposto de renda não alcança, e onde tudo isso é feito dentro da lei. Esse “paraíso fiscal” não está em qualquer lugar no exterior: está dentro do Brasil, mais especificamente dentro do Poder Judiciário.

Como isso acontece? Como foi criada uma casta dentro do funcionalismo público que receber vencimentos muito acima dos trabalhadores do setor privado e ainda por cima consegue escapar dos impostos, em um prejuízo para toda a população? É o que a colunista do Estadão Maria Carolina Gontijo, a Duquesa de Tax, discute em seu programa Não vou passar raiva sozinha desta segunda-feira, 31.

Seu navegador não suporta esse video.

Duquesa de Tax: 'O Brasil criou um paraíso fiscal institucionalizado, o do Poder Judiciário'

“A Constituição diz que ninguém no serviço público pode receber mais do que um ministro do STF, hoje em torno de R$ 44 mil e uns trocados”, lembra. “Mas esse teto virou uma ‘cobertura gourmet’. Isso porque existe uma palavrinha mágica: ‘indenização’.”

Esses “penduricalhos”, ou benefícios extras (como auxílio alimentação, auxílio moradia, ajuda de custo, licença-prêmio ou pagamentos retroativos) são valores pagos ao servidor público para compensar despesas ou prejuízos relacionados ao trabalho. “Em teoria, elas não deveriam ser tributadas, porque não representam um acréscimo patrimonial”, diz. Mas esse tipo de pagamento sofreu uma enorme distorção no País, e o Judiciário é o maior exemplo disso.

Maria Carolina Gontijo, a Duquesa de Tax Foto: Taba Benedicto/ Estadão

Programa

O programa Não vou passar raiva sozinha é semanal. Os vídeos inéditos vão ao ar sempre às segundas-feiras, às 9h30, para assinantes do Estadão. Cortes do programa são distribuídos ao longo da semana nas redes sociais e na Rádio Eldorado. A atração também tem uma versão em Podcast.

Além disso, a Duquesa de Tax também faz reacts (comentários sobre outros vídeos ou entrevistas) do noticiário econômico todas as quintas-feiras. E terá ainda um programa para responder dúvidas dos leitores sobre impostos, macroeconomia e reforma tributária.

Siga a Duquesa de Tax no Estadão

Não vou passar raiva sozinha no Spotify

Não vou passar raiva sozinha no Apple Podcasts

Fala, Duquesa, toda quinta-feira, também no YouTube

Atualizamos nossa política de cookies

Ao utilizar nossos serviços, você aceita a política de monitoramento de cookies.