É preciso remover entraves à queda dos juros, diz Meirelles


De acordo com o presidente do Banco Central, 'não há dúvida de que a decisão final é do Congresso Nacional'

Por Adriana Chiarini, Francisco Carlos de Assis e da Agência Estado

Diante dos questionamentos da viabilidade política de aprovação das medidas propostas pelo governo para a tributação de poupança e ativos financeiros, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse nesta sexta-feira, 15, que "é importante para a queda gradual da taxa de juros que sejam removidos os entraves institucionais."

 

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De acordo com Meirelles, "não há dúvida de que a decisão final é do Congresso Nacional". O presidente do BC afirmou que "se não se quer eliminar limites institucionais à queda da taxa de juros do País, é uma decisão soberana do Congresso Nacional representando a sociedade brasileira". No entanto, ele acredita que o Congresso não vai impedir a aprovação das medidas "porque não faz sentido."

 

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Ele considera que o Congresso poderá apresentar sugestões e alternativas às medidas divulgadas pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, em relação ao tema. Mas afirmou que acha "prematuro falar em plano B quando este plano foi apresentado esta semana como o que melhor se adequa à situação do País". De acordo com ele, "todas as alternativas foram consideradas."

Diante dos questionamentos da viabilidade política de aprovação das medidas propostas pelo governo para a tributação de poupança e ativos financeiros, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse nesta sexta-feira, 15, que "é importante para a queda gradual da taxa de juros que sejam removidos os entraves institucionais."

 

 

De acordo com Meirelles, "não há dúvida de que a decisão final é do Congresso Nacional". O presidente do BC afirmou que "se não se quer eliminar limites institucionais à queda da taxa de juros do País, é uma decisão soberana do Congresso Nacional representando a sociedade brasileira". No entanto, ele acredita que o Congresso não vai impedir a aprovação das medidas "porque não faz sentido."

 

Ele considera que o Congresso poderá apresentar sugestões e alternativas às medidas divulgadas pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, em relação ao tema. Mas afirmou que acha "prematuro falar em plano B quando este plano foi apresentado esta semana como o que melhor se adequa à situação do País". De acordo com ele, "todas as alternativas foram consideradas."

Diante dos questionamentos da viabilidade política de aprovação das medidas propostas pelo governo para a tributação de poupança e ativos financeiros, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse nesta sexta-feira, 15, que "é importante para a queda gradual da taxa de juros que sejam removidos os entraves institucionais."

 

 

De acordo com Meirelles, "não há dúvida de que a decisão final é do Congresso Nacional". O presidente do BC afirmou que "se não se quer eliminar limites institucionais à queda da taxa de juros do País, é uma decisão soberana do Congresso Nacional representando a sociedade brasileira". No entanto, ele acredita que o Congresso não vai impedir a aprovação das medidas "porque não faz sentido."

 

Ele considera que o Congresso poderá apresentar sugestões e alternativas às medidas divulgadas pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, em relação ao tema. Mas afirmou que acha "prematuro falar em plano B quando este plano foi apresentado esta semana como o que melhor se adequa à situação do País". De acordo com ele, "todas as alternativas foram consideradas."

Diante dos questionamentos da viabilidade política de aprovação das medidas propostas pelo governo para a tributação de poupança e ativos financeiros, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse nesta sexta-feira, 15, que "é importante para a queda gradual da taxa de juros que sejam removidos os entraves institucionais."

 

 

De acordo com Meirelles, "não há dúvida de que a decisão final é do Congresso Nacional". O presidente do BC afirmou que "se não se quer eliminar limites institucionais à queda da taxa de juros do País, é uma decisão soberana do Congresso Nacional representando a sociedade brasileira". No entanto, ele acredita que o Congresso não vai impedir a aprovação das medidas "porque não faz sentido."

 

Ele considera que o Congresso poderá apresentar sugestões e alternativas às medidas divulgadas pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, em relação ao tema. Mas afirmou que acha "prematuro falar em plano B quando este plano foi apresentado esta semana como o que melhor se adequa à situação do País". De acordo com ele, "todas as alternativas foram consideradas."

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