Futuro premiê da Espanha quer acelerar reestruturação dos bancos


Plano incluiria a criação de um ‘banco ruim’ financiado pelo Estado para adquirir ativos tóxicos  

Por Álvaro Campos e da Agência Estado

NOVA YORK - O primeiro-ministro eleito da Espanha, Mariano Rajoy, planeja executar uma limpeza rápida no setor bancário do país, que incluiria a criação de um "banco ruim" financiado pelo Estado, para adquirir ativos tóxicos detidos pelas instituições de crédito do país.

Outra opção seria forçar os bancos a elevarem fortemente as provisões para perdas com empréstimos. A informação foi divulgada nesta quarta-feira, 7, pelo Wall Street Journal, citando pessoas com conhecimento da situação.

A notícia provocou uma alta nos yields dos bônus espanhóis no mercado secundário. Por volta das 11h44 (de Brasília), o yield do bônus de 2 anos subia 40 pontos-base, para 4,27%, enquanto o yield do bônus de 5 anos aumentava 39 pontos-base, para 4,96%. O yield do bônus de 10 anos tinha elevação de 30 pontos-base, a 5,46%. As informações são da Dow Jones. 

NOVA YORK - O primeiro-ministro eleito da Espanha, Mariano Rajoy, planeja executar uma limpeza rápida no setor bancário do país, que incluiria a criação de um "banco ruim" financiado pelo Estado, para adquirir ativos tóxicos detidos pelas instituições de crédito do país.

Outra opção seria forçar os bancos a elevarem fortemente as provisões para perdas com empréstimos. A informação foi divulgada nesta quarta-feira, 7, pelo Wall Street Journal, citando pessoas com conhecimento da situação.

A notícia provocou uma alta nos yields dos bônus espanhóis no mercado secundário. Por volta das 11h44 (de Brasília), o yield do bônus de 2 anos subia 40 pontos-base, para 4,27%, enquanto o yield do bônus de 5 anos aumentava 39 pontos-base, para 4,96%. O yield do bônus de 10 anos tinha elevação de 30 pontos-base, a 5,46%. As informações são da Dow Jones. 

NOVA YORK - O primeiro-ministro eleito da Espanha, Mariano Rajoy, planeja executar uma limpeza rápida no setor bancário do país, que incluiria a criação de um "banco ruim" financiado pelo Estado, para adquirir ativos tóxicos detidos pelas instituições de crédito do país.

Outra opção seria forçar os bancos a elevarem fortemente as provisões para perdas com empréstimos. A informação foi divulgada nesta quarta-feira, 7, pelo Wall Street Journal, citando pessoas com conhecimento da situação.

A notícia provocou uma alta nos yields dos bônus espanhóis no mercado secundário. Por volta das 11h44 (de Brasília), o yield do bônus de 2 anos subia 40 pontos-base, para 4,27%, enquanto o yield do bônus de 5 anos aumentava 39 pontos-base, para 4,96%. O yield do bônus de 10 anos tinha elevação de 30 pontos-base, a 5,46%. As informações são da Dow Jones. 

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