IPC-S tem deflação de 0,08% na 1ª prévia de julho


Pressão dos grupos alimentação e transportes contribui para acréscimo de 0,13 ponto porcentual ante a medição anterior

Por Sabrina Valle e da Agência Estado

O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) registrou deflação de 0,08% até a quadrissemana encerrada em 7 de julho, taxa 0,13 ponto porcentual acima da apurada no IPC-S anterior, de até 30 de junho, quando ficou em -0,21%, segundo dados divulgadospela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta quinta-feira, 8.

Segundo a FGV, a contribuição para o acréscimo da taxa do IPC-S partiu dos grupos alimentação (-1,32% para -0,73%), transportes (-0,21% para -0,14%) e saúde e cuidados pessoais (0,46% para 0,48%). Em contrapartida, os grupos vestuário (0,71% para 0,20%), habitação (0,29% para 0,22%) e educação, leitura e recreação (0,01% para -0,03%) apresentaram decréscimos em suas taxas de variação. 

O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) registrou deflação de 0,08% até a quadrissemana encerrada em 7 de julho, taxa 0,13 ponto porcentual acima da apurada no IPC-S anterior, de até 30 de junho, quando ficou em -0,21%, segundo dados divulgadospela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta quinta-feira, 8.

Segundo a FGV, a contribuição para o acréscimo da taxa do IPC-S partiu dos grupos alimentação (-1,32% para -0,73%), transportes (-0,21% para -0,14%) e saúde e cuidados pessoais (0,46% para 0,48%). Em contrapartida, os grupos vestuário (0,71% para 0,20%), habitação (0,29% para 0,22%) e educação, leitura e recreação (0,01% para -0,03%) apresentaram decréscimos em suas taxas de variação. 

O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) registrou deflação de 0,08% até a quadrissemana encerrada em 7 de julho, taxa 0,13 ponto porcentual acima da apurada no IPC-S anterior, de até 30 de junho, quando ficou em -0,21%, segundo dados divulgadospela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta quinta-feira, 8.

Segundo a FGV, a contribuição para o acréscimo da taxa do IPC-S partiu dos grupos alimentação (-1,32% para -0,73%), transportes (-0,21% para -0,14%) e saúde e cuidados pessoais (0,46% para 0,48%). Em contrapartida, os grupos vestuário (0,71% para 0,20%), habitação (0,29% para 0,22%) e educação, leitura e recreação (0,01% para -0,03%) apresentaram decréscimos em suas taxas de variação. 

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