Madoff está com câncer avançado, diz jornal americano


Autor de uma das maiores fraudes financeiras da história diz "que não tem muito tempo de vida"

Por EFE

O americano Bernard Madoff, autor confesso de uma das maiores fraudes financeiras da história, tem um câncer muito avançado e "está morrendo em prisão", publicou nesta segunda-feira, 24, o jornal "New York Post", que não identifica suas fontes.

 

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"Madoff tinha pouco a perder ao confessar a autoria do maior esquema Ponzi do mundo: Está morrendo de câncer", afirma o jornal sobre o investidor, que, em junho, foi condenado a 150 anos de prisão, pena que cumpre na prisão federal da Carolina do Norte.

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Segundo o jornal, Madoff, de 71 anos, comentou sobre a doença com os colegas de prisão, aos quais disse que não tem muito tempo de vida.

 

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"Toma cerca de 20 comprimidos por dia para tratar o câncer. Fala disso constantemente. Não está muito bem", disse um detento não identificado ao diário nova-iorquino, que lembra que houve muitas especulações sobre os motivos de Madoff para confessar a fraude e assumir toda a responsabilidade sozinho.

 

O "New York Post" também lembra que inclusive já tinha sido indicada a possibilidade de que Madoff tivesse um câncer de pâncreas, mas os presos com os quais o jornal diz ter falado não souberam precisar o tipo.

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Enquanto passa os dias na prisão, segundo o jornal, Madoff participou de cerimônias religiosas de purificação e desintoxicação mental e espiritual, organizadas semanalmente por presos indígenas, enquanto está se cercando do grupo homossexual da prisão.

 

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O "New York Post" afirma que inclusive alguns grupos da prisão estão "tentando recrutar Bernie" e que há presos que até usam sanduíches para fazer amizade com ele, que, como trabalho na prisão, pinta cercas.

O americano Bernard Madoff, autor confesso de uma das maiores fraudes financeiras da história, tem um câncer muito avançado e "está morrendo em prisão", publicou nesta segunda-feira, 24, o jornal "New York Post", que não identifica suas fontes.

 

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Segundo o jornal, Madoff, de 71 anos, comentou sobre a doença com os colegas de prisão, aos quais disse que não tem muito tempo de vida.

 

"Toma cerca de 20 comprimidos por dia para tratar o câncer. Fala disso constantemente. Não está muito bem", disse um detento não identificado ao diário nova-iorquino, que lembra que houve muitas especulações sobre os motivos de Madoff para confessar a fraude e assumir toda a responsabilidade sozinho.

 

O "New York Post" também lembra que inclusive já tinha sido indicada a possibilidade de que Madoff tivesse um câncer de pâncreas, mas os presos com os quais o jornal diz ter falado não souberam precisar o tipo.

 

Enquanto passa os dias na prisão, segundo o jornal, Madoff participou de cerimônias religiosas de purificação e desintoxicação mental e espiritual, organizadas semanalmente por presos indígenas, enquanto está se cercando do grupo homossexual da prisão.

 

O "New York Post" afirma que inclusive alguns grupos da prisão estão "tentando recrutar Bernie" e que há presos que até usam sanduíches para fazer amizade com ele, que, como trabalho na prisão, pinta cercas.

O americano Bernard Madoff, autor confesso de uma das maiores fraudes financeiras da história, tem um câncer muito avançado e "está morrendo em prisão", publicou nesta segunda-feira, 24, o jornal "New York Post", que não identifica suas fontes.

 

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"Madoff tinha pouco a perder ao confessar a autoria do maior esquema Ponzi do mundo: Está morrendo de câncer", afirma o jornal sobre o investidor, que, em junho, foi condenado a 150 anos de prisão, pena que cumpre na prisão federal da Carolina do Norte.

 

Segundo o jornal, Madoff, de 71 anos, comentou sobre a doença com os colegas de prisão, aos quais disse que não tem muito tempo de vida.

 

"Toma cerca de 20 comprimidos por dia para tratar o câncer. Fala disso constantemente. Não está muito bem", disse um detento não identificado ao diário nova-iorquino, que lembra que houve muitas especulações sobre os motivos de Madoff para confessar a fraude e assumir toda a responsabilidade sozinho.

 

O "New York Post" também lembra que inclusive já tinha sido indicada a possibilidade de que Madoff tivesse um câncer de pâncreas, mas os presos com os quais o jornal diz ter falado não souberam precisar o tipo.

 

Enquanto passa os dias na prisão, segundo o jornal, Madoff participou de cerimônias religiosas de purificação e desintoxicação mental e espiritual, organizadas semanalmente por presos indígenas, enquanto está se cercando do grupo homossexual da prisão.

 

O "New York Post" afirma que inclusive alguns grupos da prisão estão "tentando recrutar Bernie" e que há presos que até usam sanduíches para fazer amizade com ele, que, como trabalho na prisão, pinta cercas.

O americano Bernard Madoff, autor confesso de uma das maiores fraudes financeiras da história, tem um câncer muito avançado e "está morrendo em prisão", publicou nesta segunda-feira, 24, o jornal "New York Post", que não identifica suas fontes.

 

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"Madoff tinha pouco a perder ao confessar a autoria do maior esquema Ponzi do mundo: Está morrendo de câncer", afirma o jornal sobre o investidor, que, em junho, foi condenado a 150 anos de prisão, pena que cumpre na prisão federal da Carolina do Norte.

 

Segundo o jornal, Madoff, de 71 anos, comentou sobre a doença com os colegas de prisão, aos quais disse que não tem muito tempo de vida.

 

"Toma cerca de 20 comprimidos por dia para tratar o câncer. Fala disso constantemente. Não está muito bem", disse um detento não identificado ao diário nova-iorquino, que lembra que houve muitas especulações sobre os motivos de Madoff para confessar a fraude e assumir toda a responsabilidade sozinho.

 

O "New York Post" também lembra que inclusive já tinha sido indicada a possibilidade de que Madoff tivesse um câncer de pâncreas, mas os presos com os quais o jornal diz ter falado não souberam precisar o tipo.

 

Enquanto passa os dias na prisão, segundo o jornal, Madoff participou de cerimônias religiosas de purificação e desintoxicação mental e espiritual, organizadas semanalmente por presos indígenas, enquanto está se cercando do grupo homossexual da prisão.

 

O "New York Post" afirma que inclusive alguns grupos da prisão estão "tentando recrutar Bernie" e que há presos que até usam sanduíches para fazer amizade com ele, que, como trabalho na prisão, pinta cercas.

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