Dólar comercial abre em baixa de 0,06% a R$ 1,774


Sem abandonar a cautela, investidor tenta experimentar maior otimismo e negocia o dólar em queda ante o real

Por Cristina Canas (Broadcast) e da Agência Estado

O dólar comercial abriu em baixa de 0,06% as negociações no mercado interbancário de câmbio, cotado a R$ 1,774. Depois da Espanha, Portugal anunciou hoje medidas de ajuste fiscal que incluem cortes de salários e aumento de impostos. Os mercados devem gostar. Afinal, a dificuldade de implantação do rigor fiscal pelos países endividados da Europa é a principal preocupação dos mercados, que esgotou a euforia vista logo após o anúncio do pacote de 750 bilhões de euros da União Europeia (UE) e do Fundo Monetário Internacional (FMI) para blindar o euro. Mas, assim como quando a Espanha divulgou as medidas, esse sentimento positivo do mercado pode não ser suficiente para alavancar negócios. No máximo, deve ajudar a evitar pioras. Isso porque, se as medidas são necessárias, elas também tendem a dificultar a recuperação da segunda maior economia do planeta, a UE. No Brasil, os investidores continuam tateando as novas condições do mercado. Sem abandonar a cautela, tentam experimentar um maior otimismo e negociam o dólar em queda ante o real. Os operadores, no entanto, não apostam tudo na manutenção desse rumo até porque, no exterior, as moedas e as commodities não apresentam rumo único. E, no Brasil, o mercado continua sem novidades no front das captações. Ou seja, as perspectivas de fluxo positivo no curto prazo, seguem sem combustível.

O dólar comercial abriu em baixa de 0,06% as negociações no mercado interbancário de câmbio, cotado a R$ 1,774. Depois da Espanha, Portugal anunciou hoje medidas de ajuste fiscal que incluem cortes de salários e aumento de impostos. Os mercados devem gostar. Afinal, a dificuldade de implantação do rigor fiscal pelos países endividados da Europa é a principal preocupação dos mercados, que esgotou a euforia vista logo após o anúncio do pacote de 750 bilhões de euros da União Europeia (UE) e do Fundo Monetário Internacional (FMI) para blindar o euro. Mas, assim como quando a Espanha divulgou as medidas, esse sentimento positivo do mercado pode não ser suficiente para alavancar negócios. No máximo, deve ajudar a evitar pioras. Isso porque, se as medidas são necessárias, elas também tendem a dificultar a recuperação da segunda maior economia do planeta, a UE. No Brasil, os investidores continuam tateando as novas condições do mercado. Sem abandonar a cautela, tentam experimentar um maior otimismo e negociam o dólar em queda ante o real. Os operadores, no entanto, não apostam tudo na manutenção desse rumo até porque, no exterior, as moedas e as commodities não apresentam rumo único. E, no Brasil, o mercado continua sem novidades no front das captações. Ou seja, as perspectivas de fluxo positivo no curto prazo, seguem sem combustível.

O dólar comercial abriu em baixa de 0,06% as negociações no mercado interbancário de câmbio, cotado a R$ 1,774. Depois da Espanha, Portugal anunciou hoje medidas de ajuste fiscal que incluem cortes de salários e aumento de impostos. Os mercados devem gostar. Afinal, a dificuldade de implantação do rigor fiscal pelos países endividados da Europa é a principal preocupação dos mercados, que esgotou a euforia vista logo após o anúncio do pacote de 750 bilhões de euros da União Europeia (UE) e do Fundo Monetário Internacional (FMI) para blindar o euro. Mas, assim como quando a Espanha divulgou as medidas, esse sentimento positivo do mercado pode não ser suficiente para alavancar negócios. No máximo, deve ajudar a evitar pioras. Isso porque, se as medidas são necessárias, elas também tendem a dificultar a recuperação da segunda maior economia do planeta, a UE. No Brasil, os investidores continuam tateando as novas condições do mercado. Sem abandonar a cautela, tentam experimentar um maior otimismo e negociam o dólar em queda ante o real. Os operadores, no entanto, não apostam tudo na manutenção desse rumo até porque, no exterior, as moedas e as commodities não apresentam rumo único. E, no Brasil, o mercado continua sem novidades no front das captações. Ou seja, as perspectivas de fluxo positivo no curto prazo, seguem sem combustível.

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