Goldman Sachs prevê ativismo de BCs da América Latina no câmbio


Segundo instituição, bancos centrais têm cada vez mais se voltado contra a onda de valorização do câmbio para proteger a competitividade de setores

Por Regina Cardeal e da Agência Estado

O Goldman Sachs espera um "muro de ativismo" da maioria dos principais bancos centrais da América Latina para tentar conter a valorização de suas moedas. Os bancos centrais se tornaram ativistas do mercado de câmbio, com diferentes graus de intensidade, alcance e sucesso, e têm cada vez mais se voltado contra a onda de valorização do câmbio para proteger a competitividade de setores, afirma o Goldman Sachs em relatório.

O banco prevê intervenções mais profundas no mercado spot e talvez medidas de controle de fluxo de capitais, particularmente os de curto prazo, em vários países, exceto talvez no Chile, que tende menos ao ativismo.

As informações são da Dow Jones. 

O Goldman Sachs espera um "muro de ativismo" da maioria dos principais bancos centrais da América Latina para tentar conter a valorização de suas moedas. Os bancos centrais se tornaram ativistas do mercado de câmbio, com diferentes graus de intensidade, alcance e sucesso, e têm cada vez mais se voltado contra a onda de valorização do câmbio para proteger a competitividade de setores, afirma o Goldman Sachs em relatório.

O banco prevê intervenções mais profundas no mercado spot e talvez medidas de controle de fluxo de capitais, particularmente os de curto prazo, em vários países, exceto talvez no Chile, que tende menos ao ativismo.

As informações são da Dow Jones. 

O Goldman Sachs espera um "muro de ativismo" da maioria dos principais bancos centrais da América Latina para tentar conter a valorização de suas moedas. Os bancos centrais se tornaram ativistas do mercado de câmbio, com diferentes graus de intensidade, alcance e sucesso, e têm cada vez mais se voltado contra a onda de valorização do câmbio para proteger a competitividade de setores, afirma o Goldman Sachs em relatório.

O banco prevê intervenções mais profundas no mercado spot e talvez medidas de controle de fluxo de capitais, particularmente os de curto prazo, em vários países, exceto talvez no Chile, que tende menos ao ativismo.

As informações são da Dow Jones. 

O Goldman Sachs espera um "muro de ativismo" da maioria dos principais bancos centrais da América Latina para tentar conter a valorização de suas moedas. Os bancos centrais se tornaram ativistas do mercado de câmbio, com diferentes graus de intensidade, alcance e sucesso, e têm cada vez mais se voltado contra a onda de valorização do câmbio para proteger a competitividade de setores, afirma o Goldman Sachs em relatório.

O banco prevê intervenções mais profundas no mercado spot e talvez medidas de controle de fluxo de capitais, particularmente os de curto prazo, em vários países, exceto talvez no Chile, que tende menos ao ativismo.

As informações são da Dow Jones. 

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