Petrobras aceita elevação de seus impostos no Equador


Por Kelly Lima

A Petrobras assinou hoje acordo com o governo do Equador em que prevê o aumento da arrecadação ao Estado de 67% para 81% no total das áreas exploratórias no país. O acordo tem validade de um ano, segundo nota enviada pela estatal à imprensa, tempo durante o qual se renegociará o contrato para migrar ou não para uma nova modalidade apresentada pelo Estado. De acordo com o governo do Equador, o novo acordo prevê que a estatal brasileira pague mais US$ 681 milhões durante a vigência do contrato, além dos 50% de arrecadação que já estavam previstos. Além disso, a Petrobras terá que pagar mais US$ 54 milhões ao governo equatoriano pelo não recolhimento passado dos impostos desde o início de vigência da nova lei do petróleo no país. O acordo foi assinado em cerimônia realizada no Ministério de Minas e Petróleos, entre os principais executivos da Petrobras no Equador e as empresas que formam o consórcio do Bloco 18 e do Campo Unificado Palo Azul.

A Petrobras assinou hoje acordo com o governo do Equador em que prevê o aumento da arrecadação ao Estado de 67% para 81% no total das áreas exploratórias no país. O acordo tem validade de um ano, segundo nota enviada pela estatal à imprensa, tempo durante o qual se renegociará o contrato para migrar ou não para uma nova modalidade apresentada pelo Estado. De acordo com o governo do Equador, o novo acordo prevê que a estatal brasileira pague mais US$ 681 milhões durante a vigência do contrato, além dos 50% de arrecadação que já estavam previstos. Além disso, a Petrobras terá que pagar mais US$ 54 milhões ao governo equatoriano pelo não recolhimento passado dos impostos desde o início de vigência da nova lei do petróleo no país. O acordo foi assinado em cerimônia realizada no Ministério de Minas e Petróleos, entre os principais executivos da Petrobras no Equador e as empresas que formam o consórcio do Bloco 18 e do Campo Unificado Palo Azul.

A Petrobras assinou hoje acordo com o governo do Equador em que prevê o aumento da arrecadação ao Estado de 67% para 81% no total das áreas exploratórias no país. O acordo tem validade de um ano, segundo nota enviada pela estatal à imprensa, tempo durante o qual se renegociará o contrato para migrar ou não para uma nova modalidade apresentada pelo Estado. De acordo com o governo do Equador, o novo acordo prevê que a estatal brasileira pague mais US$ 681 milhões durante a vigência do contrato, além dos 50% de arrecadação que já estavam previstos. Além disso, a Petrobras terá que pagar mais US$ 54 milhões ao governo equatoriano pelo não recolhimento passado dos impostos desde o início de vigência da nova lei do petróleo no país. O acordo foi assinado em cerimônia realizada no Ministério de Minas e Petróleos, entre os principais executivos da Petrobras no Equador e as empresas que formam o consórcio do Bloco 18 e do Campo Unificado Palo Azul.

A Petrobras assinou hoje acordo com o governo do Equador em que prevê o aumento da arrecadação ao Estado de 67% para 81% no total das áreas exploratórias no país. O acordo tem validade de um ano, segundo nota enviada pela estatal à imprensa, tempo durante o qual se renegociará o contrato para migrar ou não para uma nova modalidade apresentada pelo Estado. De acordo com o governo do Equador, o novo acordo prevê que a estatal brasileira pague mais US$ 681 milhões durante a vigência do contrato, além dos 50% de arrecadação que já estavam previstos. Além disso, a Petrobras terá que pagar mais US$ 54 milhões ao governo equatoriano pelo não recolhimento passado dos impostos desde o início de vigência da nova lei do petróleo no país. O acordo foi assinado em cerimônia realizada no Ministério de Minas e Petróleos, entre os principais executivos da Petrobras no Equador e as empresas que formam o consórcio do Bloco 18 e do Campo Unificado Palo Azul.

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