‘Queremos que FGTS também possa atender em imóveis de até R$ 600 mil’, diz vice da Caixa


Segundo Inês Magalhães, esta é uma alternativa aos financiamentos com recursos da poupança

Por Circe Bonatelli e Matheus Piovesana

A vice-presidente de Habitação da Caixa Econômica Federal (CEF), Inês Magalhães, disse nesta terça-feira, 11, que o banco público está trabalhando com o governo em novos moldes de financiamento que ampliem o público que pode recorrer às linhas financiadas pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Segundo ela, a proposta, quando pronta, será submetida ao Conselho Curador do Fundo, que define a destinação dos recursos.

“Queremos que o FGTS também possa atender a essas famílias (de renda média), em imóveis de até R$ 600 mil”, afirmou ela no Summit 2023 da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc). Segundo a executiva, isso é uma alternativa aos financiamentos com recursos da poupança, que hoje atendem ao público de médio e alto padrão, mas que tem sido pressionado pelos saques contínuos das cadernetas.

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“Em relação ao SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), tivemos uma perda nesse último periodo de R$ 50 bilhões de saque”, afirmou ela. “A Caixa teve no ano passado um recorde de contratação, nós certamente não conseguiremos cumprir essa meta (repetir)”, continuou.

Magalhães disse que a ideia é preparar um combo em que as condições ao comprador que utiliza linhas atreladas ao FGTS sejam melhores, mas que os riscos ao banco também sejam melhores. “Estamos preparando o que a gente chama de combo, que melhore a condição de subsídio do FGTS, das taxas de juro, propicia parceria com estados e municipios”, afirmou. Em complemento, um fundo garantidor daria salvaguarda ao financiador, comentou ela.

A vice-presidente de Habitação da Caixa Econômica Federal (CEF), Inês Magalhães, disse nesta terça-feira, 11, que o banco público está trabalhando com o governo em novos moldes de financiamento que ampliem o público que pode recorrer às linhas financiadas pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Segundo ela, a proposta, quando pronta, será submetida ao Conselho Curador do Fundo, que define a destinação dos recursos.

“Queremos que o FGTS também possa atender a essas famílias (de renda média), em imóveis de até R$ 600 mil”, afirmou ela no Summit 2023 da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc). Segundo a executiva, isso é uma alternativa aos financiamentos com recursos da poupança, que hoje atendem ao público de médio e alto padrão, mas que tem sido pressionado pelos saques contínuos das cadernetas.

“Em relação ao SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), tivemos uma perda nesse último periodo de R$ 50 bilhões de saque”, afirmou ela. “A Caixa teve no ano passado um recorde de contratação, nós certamente não conseguiremos cumprir essa meta (repetir)”, continuou.

Magalhães disse que a ideia é preparar um combo em que as condições ao comprador que utiliza linhas atreladas ao FGTS sejam melhores, mas que os riscos ao banco também sejam melhores. “Estamos preparando o que a gente chama de combo, que melhore a condição de subsídio do FGTS, das taxas de juro, propicia parceria com estados e municipios”, afirmou. Em complemento, um fundo garantidor daria salvaguarda ao financiador, comentou ela.

A vice-presidente de Habitação da Caixa Econômica Federal (CEF), Inês Magalhães, disse nesta terça-feira, 11, que o banco público está trabalhando com o governo em novos moldes de financiamento que ampliem o público que pode recorrer às linhas financiadas pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Segundo ela, a proposta, quando pronta, será submetida ao Conselho Curador do Fundo, que define a destinação dos recursos.

“Queremos que o FGTS também possa atender a essas famílias (de renda média), em imóveis de até R$ 600 mil”, afirmou ela no Summit 2023 da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc). Segundo a executiva, isso é uma alternativa aos financiamentos com recursos da poupança, que hoje atendem ao público de médio e alto padrão, mas que tem sido pressionado pelos saques contínuos das cadernetas.

“Em relação ao SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), tivemos uma perda nesse último periodo de R$ 50 bilhões de saque”, afirmou ela. “A Caixa teve no ano passado um recorde de contratação, nós certamente não conseguiremos cumprir essa meta (repetir)”, continuou.

Magalhães disse que a ideia é preparar um combo em que as condições ao comprador que utiliza linhas atreladas ao FGTS sejam melhores, mas que os riscos ao banco também sejam melhores. “Estamos preparando o que a gente chama de combo, que melhore a condição de subsídio do FGTS, das taxas de juro, propicia parceria com estados e municipios”, afirmou. Em complemento, um fundo garantidor daria salvaguarda ao financiador, comentou ela.

A vice-presidente de Habitação da Caixa Econômica Federal (CEF), Inês Magalhães, disse nesta terça-feira, 11, que o banco público está trabalhando com o governo em novos moldes de financiamento que ampliem o público que pode recorrer às linhas financiadas pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Segundo ela, a proposta, quando pronta, será submetida ao Conselho Curador do Fundo, que define a destinação dos recursos.

“Queremos que o FGTS também possa atender a essas famílias (de renda média), em imóveis de até R$ 600 mil”, afirmou ela no Summit 2023 da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc). Segundo a executiva, isso é uma alternativa aos financiamentos com recursos da poupança, que hoje atendem ao público de médio e alto padrão, mas que tem sido pressionado pelos saques contínuos das cadernetas.

“Em relação ao SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), tivemos uma perda nesse último periodo de R$ 50 bilhões de saque”, afirmou ela. “A Caixa teve no ano passado um recorde de contratação, nós certamente não conseguiremos cumprir essa meta (repetir)”, continuou.

Magalhães disse que a ideia é preparar um combo em que as condições ao comprador que utiliza linhas atreladas ao FGTS sejam melhores, mas que os riscos ao banco também sejam melhores. “Estamos preparando o que a gente chama de combo, que melhore a condição de subsídio do FGTS, das taxas de juro, propicia parceria com estados e municipios”, afirmou. Em complemento, um fundo garantidor daria salvaguarda ao financiador, comentou ela.

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