Questão da YPF é problema bilateral, não do Fundo, diz FMI


Expropriação da YPF causou indignação em toda a Europa e levou o Parlamento Europeu a aprovar uma medida que estabelece o fim do tratamento diferenciado para exportações argentinas

Por Sergio Caldas e da Agência Estado

O diretor para o Hemisfério Ocidental do Fundo Monetário Internacional (FMI), Nicolás Eyzaguirre, se recusou a opinar sobre a recente disputa entre a Espanha e Argentina, que no começo da semana decidiu expropriar 51% da YPF, a subsidiária argentina da petrolífera espanhola Repsol-YPF.

Falando a repórteres, Eyzaguirre disse que a questão "é basicamente um problema bilateral entre a Argentina e Espanha".

De qualquer forma, o diretor sugeriu que a manutenção da estabilidade do comércio exterior e investimentos da Argentina exigirá que os dois países resolvam suas diferenças em um "ambiente de concordância".

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A expropriação da YPF pela Argentina causou forte indignação em toda a Europa e levou o Parlamento Europeu a aprovar uma medida que estabelece o fim do tratamento diferenciado para algumas exportações argentinas. As informações são da Dow Jones.

O diretor para o Hemisfério Ocidental do Fundo Monetário Internacional (FMI), Nicolás Eyzaguirre, se recusou a opinar sobre a recente disputa entre a Espanha e Argentina, que no começo da semana decidiu expropriar 51% da YPF, a subsidiária argentina da petrolífera espanhola Repsol-YPF.

Falando a repórteres, Eyzaguirre disse que a questão "é basicamente um problema bilateral entre a Argentina e Espanha".

De qualquer forma, o diretor sugeriu que a manutenção da estabilidade do comércio exterior e investimentos da Argentina exigirá que os dois países resolvam suas diferenças em um "ambiente de concordância".

A expropriação da YPF pela Argentina causou forte indignação em toda a Europa e levou o Parlamento Europeu a aprovar uma medida que estabelece o fim do tratamento diferenciado para algumas exportações argentinas. As informações são da Dow Jones.

O diretor para o Hemisfério Ocidental do Fundo Monetário Internacional (FMI), Nicolás Eyzaguirre, se recusou a opinar sobre a recente disputa entre a Espanha e Argentina, que no começo da semana decidiu expropriar 51% da YPF, a subsidiária argentina da petrolífera espanhola Repsol-YPF.

Falando a repórteres, Eyzaguirre disse que a questão "é basicamente um problema bilateral entre a Argentina e Espanha".

De qualquer forma, o diretor sugeriu que a manutenção da estabilidade do comércio exterior e investimentos da Argentina exigirá que os dois países resolvam suas diferenças em um "ambiente de concordância".

A expropriação da YPF pela Argentina causou forte indignação em toda a Europa e levou o Parlamento Europeu a aprovar uma medida que estabelece o fim do tratamento diferenciado para algumas exportações argentinas. As informações são da Dow Jones.

O diretor para o Hemisfério Ocidental do Fundo Monetário Internacional (FMI), Nicolás Eyzaguirre, se recusou a opinar sobre a recente disputa entre a Espanha e Argentina, que no começo da semana decidiu expropriar 51% da YPF, a subsidiária argentina da petrolífera espanhola Repsol-YPF.

Falando a repórteres, Eyzaguirre disse que a questão "é basicamente um problema bilateral entre a Argentina e Espanha".

De qualquer forma, o diretor sugeriu que a manutenção da estabilidade do comércio exterior e investimentos da Argentina exigirá que os dois países resolvam suas diferenças em um "ambiente de concordância".

A expropriação da YPF pela Argentina causou forte indignação em toda a Europa e levou o Parlamento Europeu a aprovar uma medida que estabelece o fim do tratamento diferenciado para algumas exportações argentinas. As informações são da Dow Jones.

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