Tuma Júnior se diz aliviado com a decisão


Por Redação

De Viena, o secretário Nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, pediu prudência até a manifestação do príncipe Albert II sobre o parecer do Tribunal de Justiça de Mônaco favorável à extradição de Salvatore Cacciola. Mas, ao mesmo tempo, confirmou que a logística da transferência já começa a ser planejada pelo Ministério da Justiça. Falando ao Estado por telefone da capital austríaca, onde participa de uma conferência sobre prevenção ao crime, Tuma Júnior, responsável pelo pedido de extradição, demonstrou alívio com o parecer favorável dos juízes de Mônaco. A vitória jurídica foi possível graças a um acordo de reciprocidade firmado entre autoridades dos dois países para viabilizar a transferência, já que o Brasil não tem um tratado de extradição automática com Mônaco. "A decisão demonstra que nosso pedido de extradição estava tecnicamente correto, como sempre afirmamos", disse, referindo-se às inúmeras contestações da defesa. "Continuamos com serenidade, esperando a decisão soberana do príncipe." O "resgate jurídico" deverá ser posto em prática tão logo haja a manifestação oficial do príncipe. A transferência de Mônaco será realizada via Nice, cidade francesa vizinha ao principado, e Paris, de onde Cacciola partiria para o Brasil. A rota deve ser escolhida porque as autoridades de Mônaco têm acordo de trânsito de prisioneiros firmado com a França. O ex-banqueiro será escoltado por policiais federais, em avião comercial. "Considero seguro transportá-lo em avião de carreira, embora tenhamos de ter um esquema de segurança para mantê-lo sob nossa custódia", disse o secretário. A.N.

De Viena, o secretário Nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, pediu prudência até a manifestação do príncipe Albert II sobre o parecer do Tribunal de Justiça de Mônaco favorável à extradição de Salvatore Cacciola. Mas, ao mesmo tempo, confirmou que a logística da transferência já começa a ser planejada pelo Ministério da Justiça. Falando ao Estado por telefone da capital austríaca, onde participa de uma conferência sobre prevenção ao crime, Tuma Júnior, responsável pelo pedido de extradição, demonstrou alívio com o parecer favorável dos juízes de Mônaco. A vitória jurídica foi possível graças a um acordo de reciprocidade firmado entre autoridades dos dois países para viabilizar a transferência, já que o Brasil não tem um tratado de extradição automática com Mônaco. "A decisão demonstra que nosso pedido de extradição estava tecnicamente correto, como sempre afirmamos", disse, referindo-se às inúmeras contestações da defesa. "Continuamos com serenidade, esperando a decisão soberana do príncipe." O "resgate jurídico" deverá ser posto em prática tão logo haja a manifestação oficial do príncipe. A transferência de Mônaco será realizada via Nice, cidade francesa vizinha ao principado, e Paris, de onde Cacciola partiria para o Brasil. A rota deve ser escolhida porque as autoridades de Mônaco têm acordo de trânsito de prisioneiros firmado com a França. O ex-banqueiro será escoltado por policiais federais, em avião comercial. "Considero seguro transportá-lo em avião de carreira, embora tenhamos de ter um esquema de segurança para mantê-lo sob nossa custódia", disse o secretário. A.N.

De Viena, o secretário Nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, pediu prudência até a manifestação do príncipe Albert II sobre o parecer do Tribunal de Justiça de Mônaco favorável à extradição de Salvatore Cacciola. Mas, ao mesmo tempo, confirmou que a logística da transferência já começa a ser planejada pelo Ministério da Justiça. Falando ao Estado por telefone da capital austríaca, onde participa de uma conferência sobre prevenção ao crime, Tuma Júnior, responsável pelo pedido de extradição, demonstrou alívio com o parecer favorável dos juízes de Mônaco. A vitória jurídica foi possível graças a um acordo de reciprocidade firmado entre autoridades dos dois países para viabilizar a transferência, já que o Brasil não tem um tratado de extradição automática com Mônaco. "A decisão demonstra que nosso pedido de extradição estava tecnicamente correto, como sempre afirmamos", disse, referindo-se às inúmeras contestações da defesa. "Continuamos com serenidade, esperando a decisão soberana do príncipe." O "resgate jurídico" deverá ser posto em prática tão logo haja a manifestação oficial do príncipe. A transferência de Mônaco será realizada via Nice, cidade francesa vizinha ao principado, e Paris, de onde Cacciola partiria para o Brasil. A rota deve ser escolhida porque as autoridades de Mônaco têm acordo de trânsito de prisioneiros firmado com a França. O ex-banqueiro será escoltado por policiais federais, em avião comercial. "Considero seguro transportá-lo em avião de carreira, embora tenhamos de ter um esquema de segurança para mantê-lo sob nossa custódia", disse o secretário. A.N.

De Viena, o secretário Nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, pediu prudência até a manifestação do príncipe Albert II sobre o parecer do Tribunal de Justiça de Mônaco favorável à extradição de Salvatore Cacciola. Mas, ao mesmo tempo, confirmou que a logística da transferência já começa a ser planejada pelo Ministério da Justiça. Falando ao Estado por telefone da capital austríaca, onde participa de uma conferência sobre prevenção ao crime, Tuma Júnior, responsável pelo pedido de extradição, demonstrou alívio com o parecer favorável dos juízes de Mônaco. A vitória jurídica foi possível graças a um acordo de reciprocidade firmado entre autoridades dos dois países para viabilizar a transferência, já que o Brasil não tem um tratado de extradição automática com Mônaco. "A decisão demonstra que nosso pedido de extradição estava tecnicamente correto, como sempre afirmamos", disse, referindo-se às inúmeras contestações da defesa. "Continuamos com serenidade, esperando a decisão soberana do príncipe." O "resgate jurídico" deverá ser posto em prática tão logo haja a manifestação oficial do príncipe. A transferência de Mônaco será realizada via Nice, cidade francesa vizinha ao principado, e Paris, de onde Cacciola partiria para o Brasil. A rota deve ser escolhida porque as autoridades de Mônaco têm acordo de trânsito de prisioneiros firmado com a França. O ex-banqueiro será escoltado por policiais federais, em avião comercial. "Considero seguro transportá-lo em avião de carreira, embora tenhamos de ter um esquema de segurança para mantê-lo sob nossa custódia", disse o secretário. A.N.

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