Walmart enfrenta protesto de sindicalistas por causa de relógio quebrado


Trabalhadores protestam por causa de equipamento de marcar ponto quebrado há um mês e jornada excessiva

Por Economia & Negócios

SÃO PAULO - O sindicato dos comerciários de São Paulo impediu a abertura da loja do Walmart na esquina das Avenidas Pacaembu e Marquês de São Vicente na manhã desta quarta-feira, 8. Carros de som do sindicato bloquearam as entradas de funcionários até as 10h30 da manhã.

Atendendo a reclamações de alguns dos 250 trabalhadores do Walmart, o sindicato organizou um protesto contra a falta de relógio para marcar ponto e jornada excessiva, além de atraso na entrega de vale transporte.

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O presidente do sindicato, Ricargo Patah, ironizou a situação do supermercado oferecendo um relógio novo para marcar os horários de entrada e saída dos trabalhadores.

"Como é possível uma rede que atua em vários países do mundo alegar que o relógio está quebrado?", criticou. Para reabrir a loja, a empresa prometeu comparecer ao sindicato na sexta-feira e discutir a situação dos seus funcionários. Procurada, a rede Walmart não se manifestou sobre o protesto.

SÃO PAULO - O sindicato dos comerciários de São Paulo impediu a abertura da loja do Walmart na esquina das Avenidas Pacaembu e Marquês de São Vicente na manhã desta quarta-feira, 8. Carros de som do sindicato bloquearam as entradas de funcionários até as 10h30 da manhã.

Atendendo a reclamações de alguns dos 250 trabalhadores do Walmart, o sindicato organizou um protesto contra a falta de relógio para marcar ponto e jornada excessiva, além de atraso na entrega de vale transporte.

O presidente do sindicato, Ricargo Patah, ironizou a situação do supermercado oferecendo um relógio novo para marcar os horários de entrada e saída dos trabalhadores.

"Como é possível uma rede que atua em vários países do mundo alegar que o relógio está quebrado?", criticou. Para reabrir a loja, a empresa prometeu comparecer ao sindicato na sexta-feira e discutir a situação dos seus funcionários. Procurada, a rede Walmart não se manifestou sobre o protesto.

SÃO PAULO - O sindicato dos comerciários de São Paulo impediu a abertura da loja do Walmart na esquina das Avenidas Pacaembu e Marquês de São Vicente na manhã desta quarta-feira, 8. Carros de som do sindicato bloquearam as entradas de funcionários até as 10h30 da manhã.

Atendendo a reclamações de alguns dos 250 trabalhadores do Walmart, o sindicato organizou um protesto contra a falta de relógio para marcar ponto e jornada excessiva, além de atraso na entrega de vale transporte.

O presidente do sindicato, Ricargo Patah, ironizou a situação do supermercado oferecendo um relógio novo para marcar os horários de entrada e saída dos trabalhadores.

"Como é possível uma rede que atua em vários países do mundo alegar que o relógio está quebrado?", criticou. Para reabrir a loja, a empresa prometeu comparecer ao sindicato na sexta-feira e discutir a situação dos seus funcionários. Procurada, a rede Walmart não se manifestou sobre o protesto.

SÃO PAULO - O sindicato dos comerciários de São Paulo impediu a abertura da loja do Walmart na esquina das Avenidas Pacaembu e Marquês de São Vicente na manhã desta quarta-feira, 8. Carros de som do sindicato bloquearam as entradas de funcionários até as 10h30 da manhã.

Atendendo a reclamações de alguns dos 250 trabalhadores do Walmart, o sindicato organizou um protesto contra a falta de relógio para marcar ponto e jornada excessiva, além de atraso na entrega de vale transporte.

O presidente do sindicato, Ricargo Patah, ironizou a situação do supermercado oferecendo um relógio novo para marcar os horários de entrada e saída dos trabalhadores.

"Como é possível uma rede que atua em vários países do mundo alegar que o relógio está quebrado?", criticou. Para reabrir a loja, a empresa prometeu comparecer ao sindicato na sexta-feira e discutir a situação dos seus funcionários. Procurada, a rede Walmart não se manifestou sobre o protesto.

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