Como a inteligência artificial pode mudar o foco das escolas? Veja o que diz a Unesco


Relatório mundial afirma que IA pode se ocupar de tarefas repetitivas, mas também há o risco de desestimular a reflexão do estudante

Por Renata Cafardo
Atualização:

A inteligência artificial pode se ocupar de tarefas repetitivas e facilitar a busca de informações na educação e isso faria com que as escolas se preocupassem em estimular habilidades importantes como pensamento crítico, criatividade, resolução de problemas. Mas, ao mesmo tempo, a IA também pode, ao dar respostas rápidas, fazer com que o estudante deixe de refletir e de buscar soluções sozinho. Essa é uma das discussões que aparece no Relatório Global de Monitoramento da Educação 2023 da Unesco, divulgado nesta quarta-feira, 26, intitulado “A tecnologia na educação, uma ferramenta a serviço de quem?”

A IA também foi abordada durante o evento de apresentação do documento no Uruguai, do qual participaram ministros da Educação de vários países e outras autoridades internacionais. “A inteligência artificial vai substituir o docente? Não”, disse o diretor de Direitos Humanos para América Latina e Caribe do Banco Mundial, Jaime Saavedra, durante o evento.

“Mas o professor pode usá-la para ter informações mais fáceis, consumindo menos tempo, pode fazer exercícios mais interessantes para os alunos, e ter tempo para se dedicar ao que a tecnologia não faz, que é investir na criatividade, na reflexão, no pensamento”, completou. Segundo ele, a tecnologia pode acelerar os processos de aprendizagem. “Mas precisamos olhar para o fator humano, para os professores.”

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O documento, que reúne evidências de pesquisas do mundo todo, expõe os benefícios da tecnologia na educação, mas faz também uma leitura crítica do uso não regulado e não moderado por educadores. É a primeira vez que o relatório anual da Unesco, braço da Organização das Nações Unidas (ONU) para a educação, discute a tecnologia.

Segundo mostrou o Estadão, o documento indica que um em cada quatro países do mundo proíbe ou tem políticas sobre o uso do celular em sala de aula. Entre os que recentemente anunciaram a proibição estão Finlândia e Holanda.

Relatório da Unesco diz que a IA pode mudar trabalho do professor Foto: Envato Elements
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Com relação à inteligência artificial, o relatório diz que é preciso que “haja mais evidências para entender se as ferramentas de inteligência artificial são capazes de mudar a forma pela qual os estudantes aprendem, para além do nível artificial de correção de erros”. Mas que ao simplificar o processo de obter respostas, “essas ferramentas poderiam exercer um impacto negativo na motivação do estudante de conduzir pesquisas independentes e achar soluções.”

A Unesco alerta ainda que a IA pode aumentar a desigualdade na educação se não souber considerar as diferentes formas e tempos de aprender.

Por outro lado, o texto diz que a inteligência artificial pode ajudar na identificação de plágio e de outras maneiras de burlar regras em trabalhos escritos de estudantes. A Unesco menciona que a inteligência artificial tem sido aplicada a jogos de aprendizagem imersiva, como aplicativos como Duolingo, de aprendizagem de línguas. E que ela pode ajudar a identificar quando os alunos não estão engajados na aprendizagem.

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O texto fala ainda que ferramentas como o Chat GPT têm sido rapidamente adotadas por estudantes - cerca de 1 bilhão de pessoas por mês entram na plataforma. “Seus criadores acreditam que a inteligência artificial vai aumentar a eficácia dessas ferramentas de tal forma que seu uso pode se tornar generalizado, personalizando ainda mais a aprendizagem e reduzindo o tempo que os professores gastam em tarefas como correção e cálculo de notas, além de preparação de aulas”, diz o relatório.

Além disso, se “tarefas repetitivas forem cada vez mais automatizadas e mais empregos exigirem habilidades de pensamento mais importantes” as escolas serão pressionadas a desenvolver cada vez mais a reflexão em seus alunos. O trabalho dos professores também pode ser mudado caso a “tutoria inteligente” da AI se ocupe de algumas tarefas.

A questão, segundo a Unesco, é se a IA vai ser o ponto de virada na educação, que vem sendo discutido há anos desde que a tecnologia passou a ser inserida nas escolas. Para a organização, a inteligência artificial não pode substituir totalmente os professores, mas, sim, dar mais responsabilidade a eles “para ajudar a sociedade a navegar por este momento crítico”. O relatório completa que é preciso “eliminar os riscos de seu uso indiscriminado, por meio de regulamentação relacionada à ética, responsabilidade e segurança”.

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“A inteligência artificial já é usada por milhões de estudantes no mundo, é importante desenhar políticas e pensar em monitoramento com a participação de alunos e professores”, disse o diretor geral do relatório na Unesco, Manos Antoninis.

Kristina Kallas, ministra da Educação da Estônia, um dos sistemas de ensino com melhor desempenho em exames internacionais, participou da apresentação da Unesco por meio de vídeo. Para ela, as competências digitais precisam ter como foco a inclusão de todos os estudantes. “A digitalização não pode ser um objetivo por si, ela precisa simplificar o processo de aprendizagem”, completou.

A inteligência artificial pode se ocupar de tarefas repetitivas e facilitar a busca de informações na educação e isso faria com que as escolas se preocupassem em estimular habilidades importantes como pensamento crítico, criatividade, resolução de problemas. Mas, ao mesmo tempo, a IA também pode, ao dar respostas rápidas, fazer com que o estudante deixe de refletir e de buscar soluções sozinho. Essa é uma das discussões que aparece no Relatório Global de Monitoramento da Educação 2023 da Unesco, divulgado nesta quarta-feira, 26, intitulado “A tecnologia na educação, uma ferramenta a serviço de quem?”

A IA também foi abordada durante o evento de apresentação do documento no Uruguai, do qual participaram ministros da Educação de vários países e outras autoridades internacionais. “A inteligência artificial vai substituir o docente? Não”, disse o diretor de Direitos Humanos para América Latina e Caribe do Banco Mundial, Jaime Saavedra, durante o evento.

“Mas o professor pode usá-la para ter informações mais fáceis, consumindo menos tempo, pode fazer exercícios mais interessantes para os alunos, e ter tempo para se dedicar ao que a tecnologia não faz, que é investir na criatividade, na reflexão, no pensamento”, completou. Segundo ele, a tecnologia pode acelerar os processos de aprendizagem. “Mas precisamos olhar para o fator humano, para os professores.”

O documento, que reúne evidências de pesquisas do mundo todo, expõe os benefícios da tecnologia na educação, mas faz também uma leitura crítica do uso não regulado e não moderado por educadores. É a primeira vez que o relatório anual da Unesco, braço da Organização das Nações Unidas (ONU) para a educação, discute a tecnologia.

Segundo mostrou o Estadão, o documento indica que um em cada quatro países do mundo proíbe ou tem políticas sobre o uso do celular em sala de aula. Entre os que recentemente anunciaram a proibição estão Finlândia e Holanda.

Relatório da Unesco diz que a IA pode mudar trabalho do professor Foto: Envato Elements

Com relação à inteligência artificial, o relatório diz que é preciso que “haja mais evidências para entender se as ferramentas de inteligência artificial são capazes de mudar a forma pela qual os estudantes aprendem, para além do nível artificial de correção de erros”. Mas que ao simplificar o processo de obter respostas, “essas ferramentas poderiam exercer um impacto negativo na motivação do estudante de conduzir pesquisas independentes e achar soluções.”

A Unesco alerta ainda que a IA pode aumentar a desigualdade na educação se não souber considerar as diferentes formas e tempos de aprender.

Por outro lado, o texto diz que a inteligência artificial pode ajudar na identificação de plágio e de outras maneiras de burlar regras em trabalhos escritos de estudantes. A Unesco menciona que a inteligência artificial tem sido aplicada a jogos de aprendizagem imersiva, como aplicativos como Duolingo, de aprendizagem de línguas. E que ela pode ajudar a identificar quando os alunos não estão engajados na aprendizagem.

O texto fala ainda que ferramentas como o Chat GPT têm sido rapidamente adotadas por estudantes - cerca de 1 bilhão de pessoas por mês entram na plataforma. “Seus criadores acreditam que a inteligência artificial vai aumentar a eficácia dessas ferramentas de tal forma que seu uso pode se tornar generalizado, personalizando ainda mais a aprendizagem e reduzindo o tempo que os professores gastam em tarefas como correção e cálculo de notas, além de preparação de aulas”, diz o relatório.

Além disso, se “tarefas repetitivas forem cada vez mais automatizadas e mais empregos exigirem habilidades de pensamento mais importantes” as escolas serão pressionadas a desenvolver cada vez mais a reflexão em seus alunos. O trabalho dos professores também pode ser mudado caso a “tutoria inteligente” da AI se ocupe de algumas tarefas.

A questão, segundo a Unesco, é se a IA vai ser o ponto de virada na educação, que vem sendo discutido há anos desde que a tecnologia passou a ser inserida nas escolas. Para a organização, a inteligência artificial não pode substituir totalmente os professores, mas, sim, dar mais responsabilidade a eles “para ajudar a sociedade a navegar por este momento crítico”. O relatório completa que é preciso “eliminar os riscos de seu uso indiscriminado, por meio de regulamentação relacionada à ética, responsabilidade e segurança”.

“A inteligência artificial já é usada por milhões de estudantes no mundo, é importante desenhar políticas e pensar em monitoramento com a participação de alunos e professores”, disse o diretor geral do relatório na Unesco, Manos Antoninis.

Kristina Kallas, ministra da Educação da Estônia, um dos sistemas de ensino com melhor desempenho em exames internacionais, participou da apresentação da Unesco por meio de vídeo. Para ela, as competências digitais precisam ter como foco a inclusão de todos os estudantes. “A digitalização não pode ser um objetivo por si, ela precisa simplificar o processo de aprendizagem”, completou.

A inteligência artificial pode se ocupar de tarefas repetitivas e facilitar a busca de informações na educação e isso faria com que as escolas se preocupassem em estimular habilidades importantes como pensamento crítico, criatividade, resolução de problemas. Mas, ao mesmo tempo, a IA também pode, ao dar respostas rápidas, fazer com que o estudante deixe de refletir e de buscar soluções sozinho. Essa é uma das discussões que aparece no Relatório Global de Monitoramento da Educação 2023 da Unesco, divulgado nesta quarta-feira, 26, intitulado “A tecnologia na educação, uma ferramenta a serviço de quem?”

A IA também foi abordada durante o evento de apresentação do documento no Uruguai, do qual participaram ministros da Educação de vários países e outras autoridades internacionais. “A inteligência artificial vai substituir o docente? Não”, disse o diretor de Direitos Humanos para América Latina e Caribe do Banco Mundial, Jaime Saavedra, durante o evento.

“Mas o professor pode usá-la para ter informações mais fáceis, consumindo menos tempo, pode fazer exercícios mais interessantes para os alunos, e ter tempo para se dedicar ao que a tecnologia não faz, que é investir na criatividade, na reflexão, no pensamento”, completou. Segundo ele, a tecnologia pode acelerar os processos de aprendizagem. “Mas precisamos olhar para o fator humano, para os professores.”

O documento, que reúne evidências de pesquisas do mundo todo, expõe os benefícios da tecnologia na educação, mas faz também uma leitura crítica do uso não regulado e não moderado por educadores. É a primeira vez que o relatório anual da Unesco, braço da Organização das Nações Unidas (ONU) para a educação, discute a tecnologia.

Segundo mostrou o Estadão, o documento indica que um em cada quatro países do mundo proíbe ou tem políticas sobre o uso do celular em sala de aula. Entre os que recentemente anunciaram a proibição estão Finlândia e Holanda.

Relatório da Unesco diz que a IA pode mudar trabalho do professor Foto: Envato Elements

Com relação à inteligência artificial, o relatório diz que é preciso que “haja mais evidências para entender se as ferramentas de inteligência artificial são capazes de mudar a forma pela qual os estudantes aprendem, para além do nível artificial de correção de erros”. Mas que ao simplificar o processo de obter respostas, “essas ferramentas poderiam exercer um impacto negativo na motivação do estudante de conduzir pesquisas independentes e achar soluções.”

A Unesco alerta ainda que a IA pode aumentar a desigualdade na educação se não souber considerar as diferentes formas e tempos de aprender.

Por outro lado, o texto diz que a inteligência artificial pode ajudar na identificação de plágio e de outras maneiras de burlar regras em trabalhos escritos de estudantes. A Unesco menciona que a inteligência artificial tem sido aplicada a jogos de aprendizagem imersiva, como aplicativos como Duolingo, de aprendizagem de línguas. E que ela pode ajudar a identificar quando os alunos não estão engajados na aprendizagem.

O texto fala ainda que ferramentas como o Chat GPT têm sido rapidamente adotadas por estudantes - cerca de 1 bilhão de pessoas por mês entram na plataforma. “Seus criadores acreditam que a inteligência artificial vai aumentar a eficácia dessas ferramentas de tal forma que seu uso pode se tornar generalizado, personalizando ainda mais a aprendizagem e reduzindo o tempo que os professores gastam em tarefas como correção e cálculo de notas, além de preparação de aulas”, diz o relatório.

Além disso, se “tarefas repetitivas forem cada vez mais automatizadas e mais empregos exigirem habilidades de pensamento mais importantes” as escolas serão pressionadas a desenvolver cada vez mais a reflexão em seus alunos. O trabalho dos professores também pode ser mudado caso a “tutoria inteligente” da AI se ocupe de algumas tarefas.

A questão, segundo a Unesco, é se a IA vai ser o ponto de virada na educação, que vem sendo discutido há anos desde que a tecnologia passou a ser inserida nas escolas. Para a organização, a inteligência artificial não pode substituir totalmente os professores, mas, sim, dar mais responsabilidade a eles “para ajudar a sociedade a navegar por este momento crítico”. O relatório completa que é preciso “eliminar os riscos de seu uso indiscriminado, por meio de regulamentação relacionada à ética, responsabilidade e segurança”.

“A inteligência artificial já é usada por milhões de estudantes no mundo, é importante desenhar políticas e pensar em monitoramento com a participação de alunos e professores”, disse o diretor geral do relatório na Unesco, Manos Antoninis.

Kristina Kallas, ministra da Educação da Estônia, um dos sistemas de ensino com melhor desempenho em exames internacionais, participou da apresentação da Unesco por meio de vídeo. Para ela, as competências digitais precisam ter como foco a inclusão de todos os estudantes. “A digitalização não pode ser um objetivo por si, ela precisa simplificar o processo de aprendizagem”, completou.

A inteligência artificial pode se ocupar de tarefas repetitivas e facilitar a busca de informações na educação e isso faria com que as escolas se preocupassem em estimular habilidades importantes como pensamento crítico, criatividade, resolução de problemas. Mas, ao mesmo tempo, a IA também pode, ao dar respostas rápidas, fazer com que o estudante deixe de refletir e de buscar soluções sozinho. Essa é uma das discussões que aparece no Relatório Global de Monitoramento da Educação 2023 da Unesco, divulgado nesta quarta-feira, 26, intitulado “A tecnologia na educação, uma ferramenta a serviço de quem?”

A IA também foi abordada durante o evento de apresentação do documento no Uruguai, do qual participaram ministros da Educação de vários países e outras autoridades internacionais. “A inteligência artificial vai substituir o docente? Não”, disse o diretor de Direitos Humanos para América Latina e Caribe do Banco Mundial, Jaime Saavedra, durante o evento.

“Mas o professor pode usá-la para ter informações mais fáceis, consumindo menos tempo, pode fazer exercícios mais interessantes para os alunos, e ter tempo para se dedicar ao que a tecnologia não faz, que é investir na criatividade, na reflexão, no pensamento”, completou. Segundo ele, a tecnologia pode acelerar os processos de aprendizagem. “Mas precisamos olhar para o fator humano, para os professores.”

O documento, que reúne evidências de pesquisas do mundo todo, expõe os benefícios da tecnologia na educação, mas faz também uma leitura crítica do uso não regulado e não moderado por educadores. É a primeira vez que o relatório anual da Unesco, braço da Organização das Nações Unidas (ONU) para a educação, discute a tecnologia.

Segundo mostrou o Estadão, o documento indica que um em cada quatro países do mundo proíbe ou tem políticas sobre o uso do celular em sala de aula. Entre os que recentemente anunciaram a proibição estão Finlândia e Holanda.

Relatório da Unesco diz que a IA pode mudar trabalho do professor Foto: Envato Elements

Com relação à inteligência artificial, o relatório diz que é preciso que “haja mais evidências para entender se as ferramentas de inteligência artificial são capazes de mudar a forma pela qual os estudantes aprendem, para além do nível artificial de correção de erros”. Mas que ao simplificar o processo de obter respostas, “essas ferramentas poderiam exercer um impacto negativo na motivação do estudante de conduzir pesquisas independentes e achar soluções.”

A Unesco alerta ainda que a IA pode aumentar a desigualdade na educação se não souber considerar as diferentes formas e tempos de aprender.

Por outro lado, o texto diz que a inteligência artificial pode ajudar na identificação de plágio e de outras maneiras de burlar regras em trabalhos escritos de estudantes. A Unesco menciona que a inteligência artificial tem sido aplicada a jogos de aprendizagem imersiva, como aplicativos como Duolingo, de aprendizagem de línguas. E que ela pode ajudar a identificar quando os alunos não estão engajados na aprendizagem.

O texto fala ainda que ferramentas como o Chat GPT têm sido rapidamente adotadas por estudantes - cerca de 1 bilhão de pessoas por mês entram na plataforma. “Seus criadores acreditam que a inteligência artificial vai aumentar a eficácia dessas ferramentas de tal forma que seu uso pode se tornar generalizado, personalizando ainda mais a aprendizagem e reduzindo o tempo que os professores gastam em tarefas como correção e cálculo de notas, além de preparação de aulas”, diz o relatório.

Além disso, se “tarefas repetitivas forem cada vez mais automatizadas e mais empregos exigirem habilidades de pensamento mais importantes” as escolas serão pressionadas a desenvolver cada vez mais a reflexão em seus alunos. O trabalho dos professores também pode ser mudado caso a “tutoria inteligente” da AI se ocupe de algumas tarefas.

A questão, segundo a Unesco, é se a IA vai ser o ponto de virada na educação, que vem sendo discutido há anos desde que a tecnologia passou a ser inserida nas escolas. Para a organização, a inteligência artificial não pode substituir totalmente os professores, mas, sim, dar mais responsabilidade a eles “para ajudar a sociedade a navegar por este momento crítico”. O relatório completa que é preciso “eliminar os riscos de seu uso indiscriminado, por meio de regulamentação relacionada à ética, responsabilidade e segurança”.

“A inteligência artificial já é usada por milhões de estudantes no mundo, é importante desenhar políticas e pensar em monitoramento com a participação de alunos e professores”, disse o diretor geral do relatório na Unesco, Manos Antoninis.

Kristina Kallas, ministra da Educação da Estônia, um dos sistemas de ensino com melhor desempenho em exames internacionais, participou da apresentação da Unesco por meio de vídeo. Para ela, as competências digitais precisam ter como foco a inclusão de todos os estudantes. “A digitalização não pode ser um objetivo por si, ela precisa simplificar o processo de aprendizagem”, completou.

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