Engenharia e TI devem puxar criação de vagas em 2012


Especialistas afirmam que as ofertas de trabalho continuarão em alta neste ano; setores de turismo, serviços e saúde também serão destaque

Por Márcia Rodrigues

O cenário do mercado de trabalho de 2011 deve se repetir neste ano. Vagas devem ser preservadas e até crescer em diversas áreas, mesmo com a expectativa de que a crise financeira continue a influenciar a economia global e, consequentemente, a pauta de investimento e as contratações das empresas.

 

Entre os segmentos que devem ganhar reforços estão o de petróleo, turismo, serviços, saúde e, principalmente, tecnologia da informação e engenharia. Nesta, os mais cotados são mecânica, civil, elétrica e produção.

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“A projeção do Brasil lá fora vem influenciando a abertura de vagas por aqui. Por isso, o profissional precisa estar cada vez mais qualificado para conseguir acompanhar esse mercado. O ano de 2012 vai exigir grandes demandas internamente”, diz a presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Leyla Nascimento.

 

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A área da saúde também tende a crescer com o aumento do poder aquisitivo do brasileiro, segundo Leyla. Destaque para as áreas de nutrição, educação física e fisioterapia. “O brasileiro está começando a ter dinheiro para se cuidar. E isso vai afetar a abertura de vagas na saúde.”

 

Para o diretor da Ricardo Xavier Recursos Humanos, João Xavier, 2012 será parecido com 2011. “O ano passado foi muito bom para o profissional. As empresas até reclamaram da falta de talentos e do aumento de salário dos contratados. É o efeito da valorização profissional”, diz.

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De acordo com ele, o cenário continuará favorável para o trabalhador, que terá bastante oportunidade de emprego. Xavier ainda acredita que haverá demanda para o setor de óleo e gás, que já expandiu e vai continuar a crescer em 2012. Administração, engenharia, ciências contábeis e da computação, economia e marketing também estão bem cotados.

 

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“A administração tem campo na área comercial, de compras, de suprimentos, recursos humanos e finanças. Ou seja, há muita oferta para os profissionais dessa área”, comenta.

 

Para o diretor geral da Business Partners Consulting, Luis Saverio, além das áreas já citadas pelos outros especialistas, haverá oportunidades para os cargos de gerência. “As empresas perceberam que faltam bons profissionais para assumir esses cargos no ano passado e vão continuar com este problema em 2012. Quem deseja uma promoção deve investir em especialização e aperfeiçoar seu conhecimento em gestão”, sinaliza.

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O diretor frisa que as empresas precisam investir no desenvolvimento de novos talentos para não sofrerem com o “apagão gerencial” que vem se desenhando no cenário nacional. “Se as empresas não tomarem uma atitude o quadro deve se tornar ainda mais crítico em 2015. É preciso formar líderes e evitar a busca de profissionais no mercado.”

O cenário do mercado de trabalho de 2011 deve se repetir neste ano. Vagas devem ser preservadas e até crescer em diversas áreas, mesmo com a expectativa de que a crise financeira continue a influenciar a economia global e, consequentemente, a pauta de investimento e as contratações das empresas.

 

Entre os segmentos que devem ganhar reforços estão o de petróleo, turismo, serviços, saúde e, principalmente, tecnologia da informação e engenharia. Nesta, os mais cotados são mecânica, civil, elétrica e produção.

 

“A projeção do Brasil lá fora vem influenciando a abertura de vagas por aqui. Por isso, o profissional precisa estar cada vez mais qualificado para conseguir acompanhar esse mercado. O ano de 2012 vai exigir grandes demandas internamente”, diz a presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Leyla Nascimento.

 

A área da saúde também tende a crescer com o aumento do poder aquisitivo do brasileiro, segundo Leyla. Destaque para as áreas de nutrição, educação física e fisioterapia. “O brasileiro está começando a ter dinheiro para se cuidar. E isso vai afetar a abertura de vagas na saúde.”

 

Para o diretor da Ricardo Xavier Recursos Humanos, João Xavier, 2012 será parecido com 2011. “O ano passado foi muito bom para o profissional. As empresas até reclamaram da falta de talentos e do aumento de salário dos contratados. É o efeito da valorização profissional”, diz.

 

De acordo com ele, o cenário continuará favorável para o trabalhador, que terá bastante oportunidade de emprego. Xavier ainda acredita que haverá demanda para o setor de óleo e gás, que já expandiu e vai continuar a crescer em 2012. Administração, engenharia, ciências contábeis e da computação, economia e marketing também estão bem cotados.

 

“A administração tem campo na área comercial, de compras, de suprimentos, recursos humanos e finanças. Ou seja, há muita oferta para os profissionais dessa área”, comenta.

 

Para o diretor geral da Business Partners Consulting, Luis Saverio, além das áreas já citadas pelos outros especialistas, haverá oportunidades para os cargos de gerência. “As empresas perceberam que faltam bons profissionais para assumir esses cargos no ano passado e vão continuar com este problema em 2012. Quem deseja uma promoção deve investir em especialização e aperfeiçoar seu conhecimento em gestão”, sinaliza.

 

O diretor frisa que as empresas precisam investir no desenvolvimento de novos talentos para não sofrerem com o “apagão gerencial” que vem se desenhando no cenário nacional. “Se as empresas não tomarem uma atitude o quadro deve se tornar ainda mais crítico em 2015. É preciso formar líderes e evitar a busca de profissionais no mercado.”

O cenário do mercado de trabalho de 2011 deve se repetir neste ano. Vagas devem ser preservadas e até crescer em diversas áreas, mesmo com a expectativa de que a crise financeira continue a influenciar a economia global e, consequentemente, a pauta de investimento e as contratações das empresas.

 

Entre os segmentos que devem ganhar reforços estão o de petróleo, turismo, serviços, saúde e, principalmente, tecnologia da informação e engenharia. Nesta, os mais cotados são mecânica, civil, elétrica e produção.

 

“A projeção do Brasil lá fora vem influenciando a abertura de vagas por aqui. Por isso, o profissional precisa estar cada vez mais qualificado para conseguir acompanhar esse mercado. O ano de 2012 vai exigir grandes demandas internamente”, diz a presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Leyla Nascimento.

 

A área da saúde também tende a crescer com o aumento do poder aquisitivo do brasileiro, segundo Leyla. Destaque para as áreas de nutrição, educação física e fisioterapia. “O brasileiro está começando a ter dinheiro para se cuidar. E isso vai afetar a abertura de vagas na saúde.”

 

Para o diretor da Ricardo Xavier Recursos Humanos, João Xavier, 2012 será parecido com 2011. “O ano passado foi muito bom para o profissional. As empresas até reclamaram da falta de talentos e do aumento de salário dos contratados. É o efeito da valorização profissional”, diz.

 

De acordo com ele, o cenário continuará favorável para o trabalhador, que terá bastante oportunidade de emprego. Xavier ainda acredita que haverá demanda para o setor de óleo e gás, que já expandiu e vai continuar a crescer em 2012. Administração, engenharia, ciências contábeis e da computação, economia e marketing também estão bem cotados.

 

“A administração tem campo na área comercial, de compras, de suprimentos, recursos humanos e finanças. Ou seja, há muita oferta para os profissionais dessa área”, comenta.

 

Para o diretor geral da Business Partners Consulting, Luis Saverio, além das áreas já citadas pelos outros especialistas, haverá oportunidades para os cargos de gerência. “As empresas perceberam que faltam bons profissionais para assumir esses cargos no ano passado e vão continuar com este problema em 2012. Quem deseja uma promoção deve investir em especialização e aperfeiçoar seu conhecimento em gestão”, sinaliza.

 

O diretor frisa que as empresas precisam investir no desenvolvimento de novos talentos para não sofrerem com o “apagão gerencial” que vem se desenhando no cenário nacional. “Se as empresas não tomarem uma atitude o quadro deve se tornar ainda mais crítico em 2015. É preciso formar líderes e evitar a busca de profissionais no mercado.”

O cenário do mercado de trabalho de 2011 deve se repetir neste ano. Vagas devem ser preservadas e até crescer em diversas áreas, mesmo com a expectativa de que a crise financeira continue a influenciar a economia global e, consequentemente, a pauta de investimento e as contratações das empresas.

 

Entre os segmentos que devem ganhar reforços estão o de petróleo, turismo, serviços, saúde e, principalmente, tecnologia da informação e engenharia. Nesta, os mais cotados são mecânica, civil, elétrica e produção.

 

“A projeção do Brasil lá fora vem influenciando a abertura de vagas por aqui. Por isso, o profissional precisa estar cada vez mais qualificado para conseguir acompanhar esse mercado. O ano de 2012 vai exigir grandes demandas internamente”, diz a presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Leyla Nascimento.

 

A área da saúde também tende a crescer com o aumento do poder aquisitivo do brasileiro, segundo Leyla. Destaque para as áreas de nutrição, educação física e fisioterapia. “O brasileiro está começando a ter dinheiro para se cuidar. E isso vai afetar a abertura de vagas na saúde.”

 

Para o diretor da Ricardo Xavier Recursos Humanos, João Xavier, 2012 será parecido com 2011. “O ano passado foi muito bom para o profissional. As empresas até reclamaram da falta de talentos e do aumento de salário dos contratados. É o efeito da valorização profissional”, diz.

 

De acordo com ele, o cenário continuará favorável para o trabalhador, que terá bastante oportunidade de emprego. Xavier ainda acredita que haverá demanda para o setor de óleo e gás, que já expandiu e vai continuar a crescer em 2012. Administração, engenharia, ciências contábeis e da computação, economia e marketing também estão bem cotados.

 

“A administração tem campo na área comercial, de compras, de suprimentos, recursos humanos e finanças. Ou seja, há muita oferta para os profissionais dessa área”, comenta.

 

Para o diretor geral da Business Partners Consulting, Luis Saverio, além das áreas já citadas pelos outros especialistas, haverá oportunidades para os cargos de gerência. “As empresas perceberam que faltam bons profissionais para assumir esses cargos no ano passado e vão continuar com este problema em 2012. Quem deseja uma promoção deve investir em especialização e aperfeiçoar seu conhecimento em gestão”, sinaliza.

 

O diretor frisa que as empresas precisam investir no desenvolvimento de novos talentos para não sofrerem com o “apagão gerencial” que vem se desenhando no cenário nacional. “Se as empresas não tomarem uma atitude o quadro deve se tornar ainda mais crítico em 2015. É preciso formar líderes e evitar a busca de profissionais no mercado.”

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