Ásia deve atrair fluxo estrangeiro com tecnologia e deixar Brasil para trás, diz Avenue


Diretora de investimentos afirma que balanços fortes nos EUA e avanço da inteligência artificial na Ásia reforçam a atratividade da região e reduzem o espaço para entrada de capital estrangeiro no Brasil

Por Vinícius Novais
Fortalecimento do mercado americano e apelo tecnológico na Ásia limitam recuperação da bolsa brasileira. Foto: Adobe Stock

A diretora de investimentos (CIO, na sigla em inglês) da Avenue, Marcela Rocha, aponta que houve um fortalecimento do mercado americano após os resultados corporativos do primeiro trimestre de 2025.

O investidor que estava exposto a emergentes, principalmente ao Brasil, viu que, apesar de a alta do petróleo ser benéfica devido à exportação brasileira, as incertezas sobre juros e inflação trazidas pela guerra no Oriente Médio aumentaram a incerteza do País. Caso haja um retorno aos emergentes, ela aponta que o movimento deve se concentrar nos mercados asiáticos.

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Para ela, há a percepção de que o chamado “excepcionalismo americano” - a tese de que a economia dos EUA tem um desempenho consistentemente superior à de seus pares globais - está de volta ao radar do mercado, o que fornece mais segurança, mesmo em meio à guerra.

Porém, o fim do conflito não deve trazer o investidor estrangeiro de volta ao Brasil, diz a CIO. Com os resultados das empresas de IA, o mercado asiático, que permite exposição a companhias de tecnologia e chips, deve atrair mais capital do que os mercados da América Latina, estendendo as retiradas de recursos estrangeiros vistas nas últimas semanas.

Rocha ressalta que a bolsa brasileira subiu no início do ano devido a essa entrada de capital, que depois se reverteu e, até o momento, não dá sinais de retorno.

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Fortalecimento do mercado americano e apelo tecnológico na Ásia limitam recuperação da bolsa brasileira. Foto: Adobe Stock

A diretora de investimentos (CIO, na sigla em inglês) da Avenue, Marcela Rocha, aponta que houve um fortalecimento do mercado americano após os resultados corporativos do primeiro trimestre de 2025.

O investidor que estava exposto a emergentes, principalmente ao Brasil, viu que, apesar de a alta do petróleo ser benéfica devido à exportação brasileira, as incertezas sobre juros e inflação trazidas pela guerra no Oriente Médio aumentaram a incerteza do País. Caso haja um retorno aos emergentes, ela aponta que o movimento deve se concentrar nos mercados asiáticos.

Para ela, há a percepção de que o chamado “excepcionalismo americano” - a tese de que a economia dos EUA tem um desempenho consistentemente superior à de seus pares globais - está de volta ao radar do mercado, o que fornece mais segurança, mesmo em meio à guerra.

Porém, o fim do conflito não deve trazer o investidor estrangeiro de volta ao Brasil, diz a CIO. Com os resultados das empresas de IA, o mercado asiático, que permite exposição a companhias de tecnologia e chips, deve atrair mais capital do que os mercados da América Latina, estendendo as retiradas de recursos estrangeiros vistas nas últimas semanas.

Rocha ressalta que a bolsa brasileira subiu no início do ano devido a essa entrada de capital, que depois se reverteu e, até o momento, não dá sinais de retorno.

Fortalecimento do mercado americano e apelo tecnológico na Ásia limitam recuperação da bolsa brasileira. Foto: Adobe Stock

A diretora de investimentos (CIO, na sigla em inglês) da Avenue, Marcela Rocha, aponta que houve um fortalecimento do mercado americano após os resultados corporativos do primeiro trimestre de 2025.

O investidor que estava exposto a emergentes, principalmente ao Brasil, viu que, apesar de a alta do petróleo ser benéfica devido à exportação brasileira, as incertezas sobre juros e inflação trazidas pela guerra no Oriente Médio aumentaram a incerteza do País. Caso haja um retorno aos emergentes, ela aponta que o movimento deve se concentrar nos mercados asiáticos.

Para ela, há a percepção de que o chamado “excepcionalismo americano” - a tese de que a economia dos EUA tem um desempenho consistentemente superior à de seus pares globais - está de volta ao radar do mercado, o que fornece mais segurança, mesmo em meio à guerra.

Porém, o fim do conflito não deve trazer o investidor estrangeiro de volta ao Brasil, diz a CIO. Com os resultados das empresas de IA, o mercado asiático, que permite exposição a companhias de tecnologia e chips, deve atrair mais capital do que os mercados da América Latina, estendendo as retiradas de recursos estrangeiros vistas nas últimas semanas.

Rocha ressalta que a bolsa brasileira subiu no início do ano devido a essa entrada de capital, que depois se reverteu e, até o momento, não dá sinais de retorno.

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