Cyrela (CYRE3) é dos nomes mais líquidos em índice de volatilidade, diz Itaú BBA


Ainda, o banco reiterou recomendação de compra para o papel e elevou o seu preço-alvo

Por Amélia Alves
Condomínio da Cyrela. Foto: Rafael Arbex/Estadão 

Para o Itaú BBA, Cyrela (CYRE3) é um dos nomes do Índice Beta (volatilidade) mais líquidos do mercado acionário brasileiro. E, considerando um ambiente macro melhor, o banco reitera recomendação de compra para o papel, elevando o seu preço-alvo de R$ 32 para R$ 33, um potencial de alta de 44,3%, em relação ao último pregão, na sexta-feira (12). Essa atualização leva em consideração a prévia operacional do quarto trimestre de 2023, divulgada pela empresa na semana passada.

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"O coelho está na cartola. Se o ambiente macro melhorar, Cyrela poderá estar entre os nomes líquidos de elevado beta com maior potencial de valorização", destacam os analistas do BBA, Daniel Gasparete, André Dibe, Mariangela Castro e Alejandro Fuchs. Para eles, Cyrela poderá tirar partido de um mercado de ações mais animado para vender participações nas suas subsidiárias.

"Cyrela tem uma assimetria atraente e um risco negativo limitado. Ainda há tempo para entrar na ação", afirmam, tendo como base as interações feitas com investidores, cuja sensação é de que o posicionamento na Cyrela "ainda é leve".

Os analistas explicam que o otimismo e o posicionamento que se formavam a partir do fim de agosto foram revertidos ao longo de setembro e outubro do ano passado. E, embora as taxas de juros nominais de longo prazo tenham caído desde novembro, o banco percebeu que os investidores preferiram adicionar nomes mais líquidos de qualidade em vez de Cyrela. "Isso criou um ponto de entrada interessante para as ações, em nossa opinião", pontuam.

Condomínio da Cyrela. Foto: Rafael Arbex/Estadão 

Para o Itaú BBA, Cyrela (CYRE3) é um dos nomes do Índice Beta (volatilidade) mais líquidos do mercado acionário brasileiro. E, considerando um ambiente macro melhor, o banco reitera recomendação de compra para o papel, elevando o seu preço-alvo de R$ 32 para R$ 33, um potencial de alta de 44,3%, em relação ao último pregão, na sexta-feira (12). Essa atualização leva em consideração a prévia operacional do quarto trimestre de 2023, divulgada pela empresa na semana passada.

"O coelho está na cartola. Se o ambiente macro melhorar, Cyrela poderá estar entre os nomes líquidos de elevado beta com maior potencial de valorização", destacam os analistas do BBA, Daniel Gasparete, André Dibe, Mariangela Castro e Alejandro Fuchs. Para eles, Cyrela poderá tirar partido de um mercado de ações mais animado para vender participações nas suas subsidiárias.

"Cyrela tem uma assimetria atraente e um risco negativo limitado. Ainda há tempo para entrar na ação", afirmam, tendo como base as interações feitas com investidores, cuja sensação é de que o posicionamento na Cyrela "ainda é leve".

Os analistas explicam que o otimismo e o posicionamento que se formavam a partir do fim de agosto foram revertidos ao longo de setembro e outubro do ano passado. E, embora as taxas de juros nominais de longo prazo tenham caído desde novembro, o banco percebeu que os investidores preferiram adicionar nomes mais líquidos de qualidade em vez de Cyrela. "Isso criou um ponto de entrada interessante para as ações, em nossa opinião", pontuam.

Condomínio da Cyrela. Foto: Rafael Arbex/Estadão 

Para o Itaú BBA, Cyrela (CYRE3) é um dos nomes do Índice Beta (volatilidade) mais líquidos do mercado acionário brasileiro. E, considerando um ambiente macro melhor, o banco reitera recomendação de compra para o papel, elevando o seu preço-alvo de R$ 32 para R$ 33, um potencial de alta de 44,3%, em relação ao último pregão, na sexta-feira (12). Essa atualização leva em consideração a prévia operacional do quarto trimestre de 2023, divulgada pela empresa na semana passada.

"O coelho está na cartola. Se o ambiente macro melhorar, Cyrela poderá estar entre os nomes líquidos de elevado beta com maior potencial de valorização", destacam os analistas do BBA, Daniel Gasparete, André Dibe, Mariangela Castro e Alejandro Fuchs. Para eles, Cyrela poderá tirar partido de um mercado de ações mais animado para vender participações nas suas subsidiárias.

"Cyrela tem uma assimetria atraente e um risco negativo limitado. Ainda há tempo para entrar na ação", afirmam, tendo como base as interações feitas com investidores, cuja sensação é de que o posicionamento na Cyrela "ainda é leve".

Os analistas explicam que o otimismo e o posicionamento que se formavam a partir do fim de agosto foram revertidos ao longo de setembro e outubro do ano passado. E, embora as taxas de juros nominais de longo prazo tenham caído desde novembro, o banco percebeu que os investidores preferiram adicionar nomes mais líquidos de qualidade em vez de Cyrela. "Isso criou um ponto de entrada interessante para as ações, em nossa opinião", pontuam.

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