Como a Belfy quer usar IA para melhorar a assessoria financeira


Plataforma usa inteligência artificial para ampliar escala do atendimento financeiro com apoio do Grupo Avin, ligado ao BTG

Por Marília Almeida
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Para Fábio Queiroz, especialista em negócios de varejo, os agentes de IA já atuam como vendedores e o avanço da tecnologia vai derrubar barreiras entre o físico

objetivo da startup é triplicar o volume e contar com R$ 300 milhões sob gestão até o final do ano. Foto: Adobe Stock Foto: Adobe Stock
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A dificuldade de escalar o atendimento sem perder personalização é um dos principais gargalos da assessoria financeira — e é justamente aí que a Belfy quer atuar. A startup aposta no uso de inteligência artificial generativa para ampliar a capacidade dos assessores, oferecendo acompanhamento mais contínuo, recomendações automatizadas e monitoramento de risco em tempo real. Com cerca de R$ 100 milhões sob custódia, a empresa nasce com o suporte do Grupo Avin e tenta ocupar um espaço entre o atendimento tradicional e as soluções digitais mais padronizadas.

O objetivo da startup é triplicar o volume e contar com R$ 300 milhões sob gestão até o final do ano.

Para atingir essa meta, conta com o apoio estratégico do Grupo Avin, assessoria de investimento e gestora de patrimônio associada ao BTG que tem mais de R$ 17 bilhões em ativos sob custódia. O escritório atua em parceria com o empreendedor serial de tecnologia Felipe Mattos, fundador e CEO da empresa.

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“Hoje o assessor consegue prestar um serviço bom para alguns clientes. Com o apoio da plataforma, deve conseguir entregar um serviço melhor para mais pessoas”, conta Mattos, ao E-Investidor. “A startup vem resolver a sensação do cliente não estar bem assistido, ser ignorado ou não confiar plenamente no assessor.”

Para Edgard Castro, cofundador do Grupo Avin, a aplicação de IA generativa no mercado de investimentos é uma das oportunidades mais relevantes da indústria. “O grande desafio do mercado sempre foi como conseguir escalar atendimento sem perder qualidade, personalização e alinhamento.”

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Como funciona

No modelo tradicional de assessoria de investimentos, não há cobrança direta: a remuneração segue o padrão das assessorias, vinculada aos produtos que você investe. No modelo consultivo, o investidor paga uma taxa fixa reduzida sobre o percentual da carteira administrada.

A plataforma garante que o relacionamento humano continuará sendo um pilar fundamental do processo de investir.

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A jornada do cliente é conduzida inicialmente por um assessor e apoiada pelo app. Em 30 minutos, a plataforma constrói o perfil de renda, objetivos e preferências de aplicações do investidor, processo que costuma levar um dia, diz Mattos.

A partir dessas informações, a inteligência artificial passa a apoiar a evolução do plano financeiro, com recomendações recorrentes, monitoramento de risco, acompanhamento de ativos e suporte, com base em ativos distribuídos pelo BTG. Nenhuma aplicação é feita sem anuência do assessor e cliente.

O aconselhamento via IA está disponível 24 horas por dia, sete dias por semana. A tecnologia serve também como “guardiã” do cliente: quando há um desalinhamento entre alocação e perfil de risco, o app emite uma notificação para que o assessor solucione o problema.

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Para Fábio Queiroz, especialista em negócios de varejo, os agentes de IA já atuam como vendedores e o avanço da tecnologia vai derrubar barreiras entre o físico

objetivo da startup é triplicar o volume e contar com R$ 300 milhões sob gestão até o final do ano. Foto: Adobe Stock Foto: Adobe Stock

A dificuldade de escalar o atendimento sem perder personalização é um dos principais gargalos da assessoria financeira — e é justamente aí que a Belfy quer atuar. A startup aposta no uso de inteligência artificial generativa para ampliar a capacidade dos assessores, oferecendo acompanhamento mais contínuo, recomendações automatizadas e monitoramento de risco em tempo real. Com cerca de R$ 100 milhões sob custódia, a empresa nasce com o suporte do Grupo Avin e tenta ocupar um espaço entre o atendimento tradicional e as soluções digitais mais padronizadas.

O objetivo da startup é triplicar o volume e contar com R$ 300 milhões sob gestão até o final do ano.

Para atingir essa meta, conta com o apoio estratégico do Grupo Avin, assessoria de investimento e gestora de patrimônio associada ao BTG que tem mais de R$ 17 bilhões em ativos sob custódia. O escritório atua em parceria com o empreendedor serial de tecnologia Felipe Mattos, fundador e CEO da empresa.

“Hoje o assessor consegue prestar um serviço bom para alguns clientes. Com o apoio da plataforma, deve conseguir entregar um serviço melhor para mais pessoas”, conta Mattos, ao E-Investidor. “A startup vem resolver a sensação do cliente não estar bem assistido, ser ignorado ou não confiar plenamente no assessor.”

Para Edgard Castro, cofundador do Grupo Avin, a aplicação de IA generativa no mercado de investimentos é uma das oportunidades mais relevantes da indústria. “O grande desafio do mercado sempre foi como conseguir escalar atendimento sem perder qualidade, personalização e alinhamento.”

Como funciona

No modelo tradicional de assessoria de investimentos, não há cobrança direta: a remuneração segue o padrão das assessorias, vinculada aos produtos que você investe. No modelo consultivo, o investidor paga uma taxa fixa reduzida sobre o percentual da carteira administrada.

A plataforma garante que o relacionamento humano continuará sendo um pilar fundamental do processo de investir.

A jornada do cliente é conduzida inicialmente por um assessor e apoiada pelo app. Em 30 minutos, a plataforma constrói o perfil de renda, objetivos e preferências de aplicações do investidor, processo que costuma levar um dia, diz Mattos.

A partir dessas informações, a inteligência artificial passa a apoiar a evolução do plano financeiro, com recomendações recorrentes, monitoramento de risco, acompanhamento de ativos e suporte, com base em ativos distribuídos pelo BTG. Nenhuma aplicação é feita sem anuência do assessor e cliente.

O aconselhamento via IA está disponível 24 horas por dia, sete dias por semana. A tecnologia serve também como “guardiã” do cliente: quando há um desalinhamento entre alocação e perfil de risco, o app emite uma notificação para que o assessor solucione o problema.

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Para Fábio Queiroz, especialista em negócios de varejo, os agentes de IA já atuam como vendedores e o avanço da tecnologia vai derrubar barreiras entre o físico

objetivo da startup é triplicar o volume e contar com R$ 300 milhões sob gestão até o final do ano. Foto: Adobe Stock Foto: Adobe Stock

A dificuldade de escalar o atendimento sem perder personalização é um dos principais gargalos da assessoria financeira — e é justamente aí que a Belfy quer atuar. A startup aposta no uso de inteligência artificial generativa para ampliar a capacidade dos assessores, oferecendo acompanhamento mais contínuo, recomendações automatizadas e monitoramento de risco em tempo real. Com cerca de R$ 100 milhões sob custódia, a empresa nasce com o suporte do Grupo Avin e tenta ocupar um espaço entre o atendimento tradicional e as soluções digitais mais padronizadas.

O objetivo da startup é triplicar o volume e contar com R$ 300 milhões sob gestão até o final do ano.

Para atingir essa meta, conta com o apoio estratégico do Grupo Avin, assessoria de investimento e gestora de patrimônio associada ao BTG que tem mais de R$ 17 bilhões em ativos sob custódia. O escritório atua em parceria com o empreendedor serial de tecnologia Felipe Mattos, fundador e CEO da empresa.

“Hoje o assessor consegue prestar um serviço bom para alguns clientes. Com o apoio da plataforma, deve conseguir entregar um serviço melhor para mais pessoas”, conta Mattos, ao E-Investidor. “A startup vem resolver a sensação do cliente não estar bem assistido, ser ignorado ou não confiar plenamente no assessor.”

Para Edgard Castro, cofundador do Grupo Avin, a aplicação de IA generativa no mercado de investimentos é uma das oportunidades mais relevantes da indústria. “O grande desafio do mercado sempre foi como conseguir escalar atendimento sem perder qualidade, personalização e alinhamento.”

Como funciona

No modelo tradicional de assessoria de investimentos, não há cobrança direta: a remuneração segue o padrão das assessorias, vinculada aos produtos que você investe. No modelo consultivo, o investidor paga uma taxa fixa reduzida sobre o percentual da carteira administrada.

A plataforma garante que o relacionamento humano continuará sendo um pilar fundamental do processo de investir.

A jornada do cliente é conduzida inicialmente por um assessor e apoiada pelo app. Em 30 minutos, a plataforma constrói o perfil de renda, objetivos e preferências de aplicações do investidor, processo que costuma levar um dia, diz Mattos.

A partir dessas informações, a inteligência artificial passa a apoiar a evolução do plano financeiro, com recomendações recorrentes, monitoramento de risco, acompanhamento de ativos e suporte, com base em ativos distribuídos pelo BTG. Nenhuma aplicação é feita sem anuência do assessor e cliente.

O aconselhamento via IA está disponível 24 horas por dia, sete dias por semana. A tecnologia serve também como “guardiã” do cliente: quando há um desalinhamento entre alocação e perfil de risco, o app emite uma notificação para que o assessor solucione o problema.

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