Tetraplégico se alimenta sozinho pela primeira vez em oito anos graças a tecnologia


Após 45 semanas de reabilitação, homem foi submetido a testes com interface cérebro-computador

Por Redação
Atualização:
O experimento bem-sucedido com Kochevar é um sinal de que a tecnologia é possível para o futuro, disse um dos autores do estudo. Foto: REUTERS

O tetraplégico Bill Kochevar conseguiu, pela primeira vez em oito anos, se alimentar sozinho com a ajuda de uma interface cérebro-computador capaz de interpretar pensamentos e mandar sinais para os membros do corpo. O fato, ocorrido na última quarta-feira, 29, em Cleveland, nos Estados Unidos, foi confirmado por artigo publicado na revista Lancet.

Na publicação, os pesquisadores discutem sobre a nova tecnologia que promete dar maior mobilidade a pessoas que perderam os movimentos do corpo. Testes anteriores já permitiam, por exemplo, que pessoas imobilizadas movessem um braço robótico ou um cursor de computador só através do que pensavam. “No momento, a tecnologia ainda é experimental, mas o estudo mostra que esse modelo é possível”, declarou Robert Kirsch, principal autor do trabalho.

continua após a publicidade

Para realizar o feito, a equipe da pesquisa pôs dois sensores carregados com 96 eletrodos para captar a atividade cerebral de Kochevar. Ambos reconheciam sinais cerebrais quando Kochevar pensava em movimentar o braço e reportavam a atividade ao computador, que a transmitia ao sistema de estímulos elétricos de seu corpo.

“A chance de fazer as coisas mais simples para alguém como eu, hoje, é maior do que pensei que seria”, afirmou Kochevar, de 56 anos. Para ser submetido aos testes, ele teve de fazer reabilitação de 45 semanas para revigorar os músculos atrofiados.

Com informações da Reuters

O experimento bem-sucedido com Kochevar é um sinal de que a tecnologia é possível para o futuro, disse um dos autores do estudo. Foto: REUTERS

O tetraplégico Bill Kochevar conseguiu, pela primeira vez em oito anos, se alimentar sozinho com a ajuda de uma interface cérebro-computador capaz de interpretar pensamentos e mandar sinais para os membros do corpo. O fato, ocorrido na última quarta-feira, 29, em Cleveland, nos Estados Unidos, foi confirmado por artigo publicado na revista Lancet.

Na publicação, os pesquisadores discutem sobre a nova tecnologia que promete dar maior mobilidade a pessoas que perderam os movimentos do corpo. Testes anteriores já permitiam, por exemplo, que pessoas imobilizadas movessem um braço robótico ou um cursor de computador só através do que pensavam. “No momento, a tecnologia ainda é experimental, mas o estudo mostra que esse modelo é possível”, declarou Robert Kirsch, principal autor do trabalho.

Para realizar o feito, a equipe da pesquisa pôs dois sensores carregados com 96 eletrodos para captar a atividade cerebral de Kochevar. Ambos reconheciam sinais cerebrais quando Kochevar pensava em movimentar o braço e reportavam a atividade ao computador, que a transmitia ao sistema de estímulos elétricos de seu corpo.

“A chance de fazer as coisas mais simples para alguém como eu, hoje, é maior do que pensei que seria”, afirmou Kochevar, de 56 anos. Para ser submetido aos testes, ele teve de fazer reabilitação de 45 semanas para revigorar os músculos atrofiados.

Com informações da Reuters

O experimento bem-sucedido com Kochevar é um sinal de que a tecnologia é possível para o futuro, disse um dos autores do estudo. Foto: REUTERS

O tetraplégico Bill Kochevar conseguiu, pela primeira vez em oito anos, se alimentar sozinho com a ajuda de uma interface cérebro-computador capaz de interpretar pensamentos e mandar sinais para os membros do corpo. O fato, ocorrido na última quarta-feira, 29, em Cleveland, nos Estados Unidos, foi confirmado por artigo publicado na revista Lancet.

Na publicação, os pesquisadores discutem sobre a nova tecnologia que promete dar maior mobilidade a pessoas que perderam os movimentos do corpo. Testes anteriores já permitiam, por exemplo, que pessoas imobilizadas movessem um braço robótico ou um cursor de computador só através do que pensavam. “No momento, a tecnologia ainda é experimental, mas o estudo mostra que esse modelo é possível”, declarou Robert Kirsch, principal autor do trabalho.

Para realizar o feito, a equipe da pesquisa pôs dois sensores carregados com 96 eletrodos para captar a atividade cerebral de Kochevar. Ambos reconheciam sinais cerebrais quando Kochevar pensava em movimentar o braço e reportavam a atividade ao computador, que a transmitia ao sistema de estímulos elétricos de seu corpo.

“A chance de fazer as coisas mais simples para alguém como eu, hoje, é maior do que pensei que seria”, afirmou Kochevar, de 56 anos. Para ser submetido aos testes, ele teve de fazer reabilitação de 45 semanas para revigorar os músculos atrofiados.

Com informações da Reuters

O experimento bem-sucedido com Kochevar é um sinal de que a tecnologia é possível para o futuro, disse um dos autores do estudo. Foto: REUTERS

O tetraplégico Bill Kochevar conseguiu, pela primeira vez em oito anos, se alimentar sozinho com a ajuda de uma interface cérebro-computador capaz de interpretar pensamentos e mandar sinais para os membros do corpo. O fato, ocorrido na última quarta-feira, 29, em Cleveland, nos Estados Unidos, foi confirmado por artigo publicado na revista Lancet.

Na publicação, os pesquisadores discutem sobre a nova tecnologia que promete dar maior mobilidade a pessoas que perderam os movimentos do corpo. Testes anteriores já permitiam, por exemplo, que pessoas imobilizadas movessem um braço robótico ou um cursor de computador só através do que pensavam. “No momento, a tecnologia ainda é experimental, mas o estudo mostra que esse modelo é possível”, declarou Robert Kirsch, principal autor do trabalho.

Para realizar o feito, a equipe da pesquisa pôs dois sensores carregados com 96 eletrodos para captar a atividade cerebral de Kochevar. Ambos reconheciam sinais cerebrais quando Kochevar pensava em movimentar o braço e reportavam a atividade ao computador, que a transmitia ao sistema de estímulos elétricos de seu corpo.

“A chance de fazer as coisas mais simples para alguém como eu, hoje, é maior do que pensei que seria”, afirmou Kochevar, de 56 anos. Para ser submetido aos testes, ele teve de fazer reabilitação de 45 semanas para revigorar os músculos atrofiados.

Com informações da Reuters

Atualizamos nossa política de cookies

Ao utilizar nossos serviços, você aceita a política de monitoramento de cookies.