‘Se quiserem mudar o acordo, podemos conversar’, diz Paulo Ricardo sobre disputa judicial do RPM


Cantor explicou o acordo assinado com formação original do grupo

Por Redação
Atualização:
O cantor Paulo Ricardo. Foto: Reprodução de cena de 'Morning Show' / YouTube

Na edição de terça-feira do programa Morning Show, o cantor Paulo Ricardo comentou a disputa judicial envolvendo os direitos das canções do RPM, grupo que formou no início dos anos 1980.

“Tem dois aspectos nessa situação. tem o aspecto legal, que você tem que ver os contratos e as regras do jogo. As regras do jogo, pra quem não sabe, é em relação a tocar músicas. Qualquer pessoa pode tocar qualquer música, pode entrar no barzinho e tocar Beethoven, Luiz Gonzaga, Beatles e ‘Loira Gelada’. Qualquer pessoa, contanto que o estabelecimento pague o ECAD [Escritório Central de Arrecadação e Distribuição]. Não tem problema nenhum”, explicou o cantor.

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Paulo Ricardo também afirmou que está aberto para conversar a respeito do acordo assinado com a formação original: “Eu acho que do aspecto romântico, a banda perde quando você perde a formação original. Então nós nos orgulhávamos disso, de ter a formação original ao longo de mais de 30 anos. Quando voltamos em 2011, assinamos um acordo entre nós dizendo que RPM é Dedé, Didi, Mussum e Zacarias. Se não fosse assim, não poderia se chamar RPM. Se eles querem mudar esse acordo, a gente pode conversar, eu tô aberto”.

O cantor Paulo Ricardo. Foto: Reprodução de cena de 'Morning Show' / YouTube

Na edição de terça-feira do programa Morning Show, o cantor Paulo Ricardo comentou a disputa judicial envolvendo os direitos das canções do RPM, grupo que formou no início dos anos 1980.

“Tem dois aspectos nessa situação. tem o aspecto legal, que você tem que ver os contratos e as regras do jogo. As regras do jogo, pra quem não sabe, é em relação a tocar músicas. Qualquer pessoa pode tocar qualquer música, pode entrar no barzinho e tocar Beethoven, Luiz Gonzaga, Beatles e ‘Loira Gelada’. Qualquer pessoa, contanto que o estabelecimento pague o ECAD [Escritório Central de Arrecadação e Distribuição]. Não tem problema nenhum”, explicou o cantor.

Paulo Ricardo também afirmou que está aberto para conversar a respeito do acordo assinado com a formação original: “Eu acho que do aspecto romântico, a banda perde quando você perde a formação original. Então nós nos orgulhávamos disso, de ter a formação original ao longo de mais de 30 anos. Quando voltamos em 2011, assinamos um acordo entre nós dizendo que RPM é Dedé, Didi, Mussum e Zacarias. Se não fosse assim, não poderia se chamar RPM. Se eles querem mudar esse acordo, a gente pode conversar, eu tô aberto”.

O cantor Paulo Ricardo. Foto: Reprodução de cena de 'Morning Show' / YouTube

Na edição de terça-feira do programa Morning Show, o cantor Paulo Ricardo comentou a disputa judicial envolvendo os direitos das canções do RPM, grupo que formou no início dos anos 1980.

“Tem dois aspectos nessa situação. tem o aspecto legal, que você tem que ver os contratos e as regras do jogo. As regras do jogo, pra quem não sabe, é em relação a tocar músicas. Qualquer pessoa pode tocar qualquer música, pode entrar no barzinho e tocar Beethoven, Luiz Gonzaga, Beatles e ‘Loira Gelada’. Qualquer pessoa, contanto que o estabelecimento pague o ECAD [Escritório Central de Arrecadação e Distribuição]. Não tem problema nenhum”, explicou o cantor.

Paulo Ricardo também afirmou que está aberto para conversar a respeito do acordo assinado com a formação original: “Eu acho que do aspecto romântico, a banda perde quando você perde a formação original. Então nós nos orgulhávamos disso, de ter a formação original ao longo de mais de 30 anos. Quando voltamos em 2011, assinamos um acordo entre nós dizendo que RPM é Dedé, Didi, Mussum e Zacarias. Se não fosse assim, não poderia se chamar RPM. Se eles querem mudar esse acordo, a gente pode conversar, eu tô aberto”.

O cantor Paulo Ricardo. Foto: Reprodução de cena de 'Morning Show' / YouTube

Na edição de terça-feira do programa Morning Show, o cantor Paulo Ricardo comentou a disputa judicial envolvendo os direitos das canções do RPM, grupo que formou no início dos anos 1980.

“Tem dois aspectos nessa situação. tem o aspecto legal, que você tem que ver os contratos e as regras do jogo. As regras do jogo, pra quem não sabe, é em relação a tocar músicas. Qualquer pessoa pode tocar qualquer música, pode entrar no barzinho e tocar Beethoven, Luiz Gonzaga, Beatles e ‘Loira Gelada’. Qualquer pessoa, contanto que o estabelecimento pague o ECAD [Escritório Central de Arrecadação e Distribuição]. Não tem problema nenhum”, explicou o cantor.

Paulo Ricardo também afirmou que está aberto para conversar a respeito do acordo assinado com a formação original: “Eu acho que do aspecto romântico, a banda perde quando você perde a formação original. Então nós nos orgulhávamos disso, de ter a formação original ao longo de mais de 30 anos. Quando voltamos em 2011, assinamos um acordo entre nós dizendo que RPM é Dedé, Didi, Mussum e Zacarias. Se não fosse assim, não poderia se chamar RPM. Se eles querem mudar esse acordo, a gente pode conversar, eu tô aberto”.

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