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A despedida previsível e melancólica do Minas.


Não deu para evitar outro vexame. Por causa do regulamento, que previa melhor de 5 jogos na semifinal, o Minas foi obrigado a entrar em quadra contra o Rio para perder de novo.

Por Bruno Voloch

Vergonha inevitável. A derrota por 25/11 no primeiro set rechaçou qualquer possibilidade de uma despedida que no mínimo honrasse as tradições do velho Minas.

Bobagem.

O que se viu foi um time completamente apático, desinteressado, desmotivado, sem comando e entregue. A vitória no segundo set foi muito mais em função do Rio ter tirado o pé, algo natural depois da escovada no set anterior, do que por mérito do Minas.

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 Foto: Estadão

É preciso que os dirigentes revejam alguns conceitos. Perder, como na temporada passada, é até aceitável, mas essa é difícil de engolir.

Stefano Lavarini não deu certo. Sem essa de achar que a conquista do campeonato estadual ou o título sul-americano justificariam a permanência dele. Nem dele e nem de quase nenhuma jogadora.

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O Minas que não se iluda.

Ganhou um jogo do Praia e outro do Rio, ainda quebrado. Só.

O Minas passou da hora de fazer papel apenas de coadjuvante. É preciso renovar para que o Minas tenha um desempenho decente no mundial de clubes.

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Decente, porque as chances de ganhar seriam as mesmas de eliminar o Rio na Superliga.

Zero.

Limpar é o primeiro passo.

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É óbvio que a base mantida não resolveu. Investimentos pra lá de furados como essa tal de Sonja Newcombe. O sofrido e fiel torcedor do Minas, coitado, terminou a temporada sem saber qual é o time titular.

Nem a torcida, nem Lavarini, esse perdidinho.

 

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Vergonha inevitável. A derrota por 25/11 no primeiro set rechaçou qualquer possibilidade de uma despedida que no mínimo honrasse as tradições do velho Minas.

Bobagem.

O que se viu foi um time completamente apático, desinteressado, desmotivado, sem comando e entregue. A vitória no segundo set foi muito mais em função do Rio ter tirado o pé, algo natural depois da escovada no set anterior, do que por mérito do Minas.

 Foto: Estadão

É preciso que os dirigentes revejam alguns conceitos. Perder, como na temporada passada, é até aceitável, mas essa é difícil de engolir.

Stefano Lavarini não deu certo. Sem essa de achar que a conquista do campeonato estadual ou o título sul-americano justificariam a permanência dele. Nem dele e nem de quase nenhuma jogadora.

O Minas que não se iluda.

Ganhou um jogo do Praia e outro do Rio, ainda quebrado. Só.

O Minas passou da hora de fazer papel apenas de coadjuvante. É preciso renovar para que o Minas tenha um desempenho decente no mundial de clubes.

Decente, porque as chances de ganhar seriam as mesmas de eliminar o Rio na Superliga.

Zero.

Limpar é o primeiro passo.

É óbvio que a base mantida não resolveu. Investimentos pra lá de furados como essa tal de Sonja Newcombe. O sofrido e fiel torcedor do Minas, coitado, terminou a temporada sem saber qual é o time titular.

Nem a torcida, nem Lavarini, esse perdidinho.

 

 

 

 

Vergonha inevitável. A derrota por 25/11 no primeiro set rechaçou qualquer possibilidade de uma despedida que no mínimo honrasse as tradições do velho Minas.

Bobagem.

O que se viu foi um time completamente apático, desinteressado, desmotivado, sem comando e entregue. A vitória no segundo set foi muito mais em função do Rio ter tirado o pé, algo natural depois da escovada no set anterior, do que por mérito do Minas.

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É preciso que os dirigentes revejam alguns conceitos. Perder, como na temporada passada, é até aceitável, mas essa é difícil de engolir.

Stefano Lavarini não deu certo. Sem essa de achar que a conquista do campeonato estadual ou o título sul-americano justificariam a permanência dele. Nem dele e nem de quase nenhuma jogadora.

O Minas que não se iluda.

Ganhou um jogo do Praia e outro do Rio, ainda quebrado. Só.

O Minas passou da hora de fazer papel apenas de coadjuvante. É preciso renovar para que o Minas tenha um desempenho decente no mundial de clubes.

Decente, porque as chances de ganhar seriam as mesmas de eliminar o Rio na Superliga.

Zero.

Limpar é o primeiro passo.

É óbvio que a base mantida não resolveu. Investimentos pra lá de furados como essa tal de Sonja Newcombe. O sofrido e fiel torcedor do Minas, coitado, terminou a temporada sem saber qual é o time titular.

Nem a torcida, nem Lavarini, esse perdidinho.

 

 

 

 

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