Vergonha inevitável. A derrota por 25/11 no primeiro set rechaçou qualquer possibilidade de uma despedida que no mínimo honrasse as tradições do velho Minas.
Bobagem.
O que se viu foi um time completamente apático, desinteressado, desmotivado, sem comando e entregue. A vitória no segundo set foi muito mais em função do Rio ter tirado o pé, algo natural depois da escovada no set anterior, do que por mérito do Minas.
É preciso que os dirigentes revejam alguns conceitos. Perder, como na temporada passada, é até aceitável, mas essa é difícil de engolir.
Stefano Lavarini não deu certo. Sem essa de achar que a conquista do campeonato estadual ou o título sul-americano justificariam a permanência dele. Nem dele e nem de quase nenhuma jogadora.
O Minas que não se iluda.
Ganhou um jogo do Praia e outro do Rio, ainda quebrado. Só.
O Minas passou da hora de fazer papel apenas de coadjuvante. É preciso renovar para que o Minas tenha um desempenho decente no mundial de clubes.
Decente, porque as chances de ganhar seriam as mesmas de eliminar o Rio na Superliga.
Zero.
Limpar é o primeiro passo.
É óbvio que a base mantida não resolveu. Investimentos pra lá de furados como essa tal de Sonja Newcombe. O sofrido e fiel torcedor do Minas, coitado, terminou a temporada sem saber qual é o time titular.
Nem a torcida, nem Lavarini, esse perdidinho.