Mbappé pede que Deschamps não treine a Itália após fim de ciclo na França: ‘Chamem um italiano’


Argentina também foi apontada como um possível destino neste campo de especulações sobre o futuro do treinador francês

Por Estadão Conteúdo
Atualização:

Seu navegador não suporta esse video.

Cidade texana, próxima ao México, faz até mesmo nascidos nos EUA preferirem a seleção vizinha

O atacante Kylian Mbappé não quer ver Didier Deschamps a serviço de outro país após o fim de seu ciclo à frente da seleção. O treinador, que se despede do comando da França após a Copa do Mundo, está no radar da Itália, que busca uma ampla reformulação para voltar a disputar um Mundial.

continua após a publicidade

“Espero que ele não volte a trabalhar por outra equipe. Estou pressionando-o. Vi que falaram da Itália e tudo o mais, mas isso seria terrível. Que os italianos contratem um italiano. Didier é francês e pertence a nós”, afirmou o atacante do Real Madrid em entrevista à emissora M6.

Kylian Mbappé não quer ver Deschamps em outra seleção. Foto: Franck Fife/AFP
continua após a publicidade

Além da Itália, a Argentina também foi apontada como um possível destino neste campo de especulações sobre o futuro do treinador francês. O reflexo desse interesse, segundo Mabappé, está no trabalho que ele comanda na França. “Várias seleções o querem”, afirmou.

A identificação de Deschamps com a seleção francesa vai além do seu trabalho no banco de reservas. Ele faz parte de um seleto grupo que conquistou uma Copa do Mundo como jogador (integrou o time que derrotou o Brasil por 3 a 0 em 1998) e também como treinador, quando liderou a equipe no Mundial de 2018 e ficou com o título na final contra a Croácia.

Além dele, apenas Zagallo e Beckenbauer ostentam esse feito. Bicampeão em 1958 e 1962 ao lado de Pelé e Garrincha, o brasileiro ainda ficou com a taça no Mundial de 1970 à frente da seleção como técnico. E teve mais: 24 anos depois, nos Estados Unidos, mas desta vez como auxiliar, o veterano comandante também ajudou o Brasil a levar o tetra.

continua após a publicidade

Já Franz Beckenbauer primeiro se consagrou no Mundial disputado em casa, em 1974, quando superou a Holanda. Em 1990, do banco de reservas, ele comandou os alemães na conquista do tri vencendo a Itália na decisão.

Diante da saída de Deschamps já definida, Mbappé disse que os jogadores vão fazer de tudo para consagrar a sua despedida da melhor maneira.

“A forma ideal de homenageá-lo é ganhar a Copa do Mundo, porque ele adora vencer. Então, vamos tentar garantir que ele tenha a melhor Copa do mundo de todos os tempos”, completou.

Seu navegador não suporta esse video.

Cidade texana, próxima ao México, faz até mesmo nascidos nos EUA preferirem a seleção vizinha

O atacante Kylian Mbappé não quer ver Didier Deschamps a serviço de outro país após o fim de seu ciclo à frente da seleção. O treinador, que se despede do comando da França após a Copa do Mundo, está no radar da Itália, que busca uma ampla reformulação para voltar a disputar um Mundial.

“Espero que ele não volte a trabalhar por outra equipe. Estou pressionando-o. Vi que falaram da Itália e tudo o mais, mas isso seria terrível. Que os italianos contratem um italiano. Didier é francês e pertence a nós”, afirmou o atacante do Real Madrid em entrevista à emissora M6.

Kylian Mbappé não quer ver Deschamps em outra seleção. Foto: Franck Fife/AFP

Além da Itália, a Argentina também foi apontada como um possível destino neste campo de especulações sobre o futuro do treinador francês. O reflexo desse interesse, segundo Mabappé, está no trabalho que ele comanda na França. “Várias seleções o querem”, afirmou.

A identificação de Deschamps com a seleção francesa vai além do seu trabalho no banco de reservas. Ele faz parte de um seleto grupo que conquistou uma Copa do Mundo como jogador (integrou o time que derrotou o Brasil por 3 a 0 em 1998) e também como treinador, quando liderou a equipe no Mundial de 2018 e ficou com o título na final contra a Croácia.

Além dele, apenas Zagallo e Beckenbauer ostentam esse feito. Bicampeão em 1958 e 1962 ao lado de Pelé e Garrincha, o brasileiro ainda ficou com a taça no Mundial de 1970 à frente da seleção como técnico. E teve mais: 24 anos depois, nos Estados Unidos, mas desta vez como auxiliar, o veterano comandante também ajudou o Brasil a levar o tetra.

Já Franz Beckenbauer primeiro se consagrou no Mundial disputado em casa, em 1974, quando superou a Holanda. Em 1990, do banco de reservas, ele comandou os alemães na conquista do tri vencendo a Itália na decisão.

Diante da saída de Deschamps já definida, Mbappé disse que os jogadores vão fazer de tudo para consagrar a sua despedida da melhor maneira.

“A forma ideal de homenageá-lo é ganhar a Copa do Mundo, porque ele adora vencer. Então, vamos tentar garantir que ele tenha a melhor Copa do mundo de todos os tempos”, completou.

Seu navegador não suporta esse video.

Cidade texana, próxima ao México, faz até mesmo nascidos nos EUA preferirem a seleção vizinha

O atacante Kylian Mbappé não quer ver Didier Deschamps a serviço de outro país após o fim de seu ciclo à frente da seleção. O treinador, que se despede do comando da França após a Copa do Mundo, está no radar da Itália, que busca uma ampla reformulação para voltar a disputar um Mundial.

“Espero que ele não volte a trabalhar por outra equipe. Estou pressionando-o. Vi que falaram da Itália e tudo o mais, mas isso seria terrível. Que os italianos contratem um italiano. Didier é francês e pertence a nós”, afirmou o atacante do Real Madrid em entrevista à emissora M6.

Kylian Mbappé não quer ver Deschamps em outra seleção. Foto: Franck Fife/AFP

Além da Itália, a Argentina também foi apontada como um possível destino neste campo de especulações sobre o futuro do treinador francês. O reflexo desse interesse, segundo Mabappé, está no trabalho que ele comanda na França. “Várias seleções o querem”, afirmou.

A identificação de Deschamps com a seleção francesa vai além do seu trabalho no banco de reservas. Ele faz parte de um seleto grupo que conquistou uma Copa do Mundo como jogador (integrou o time que derrotou o Brasil por 3 a 0 em 1998) e também como treinador, quando liderou a equipe no Mundial de 2018 e ficou com o título na final contra a Croácia.

Além dele, apenas Zagallo e Beckenbauer ostentam esse feito. Bicampeão em 1958 e 1962 ao lado de Pelé e Garrincha, o brasileiro ainda ficou com a taça no Mundial de 1970 à frente da seleção como técnico. E teve mais: 24 anos depois, nos Estados Unidos, mas desta vez como auxiliar, o veterano comandante também ajudou o Brasil a levar o tetra.

Já Franz Beckenbauer primeiro se consagrou no Mundial disputado em casa, em 1974, quando superou a Holanda. Em 1990, do banco de reservas, ele comandou os alemães na conquista do tri vencendo a Itália na decisão.

Diante da saída de Deschamps já definida, Mbappé disse que os jogadores vão fazer de tudo para consagrar a sua despedida da melhor maneira.

“A forma ideal de homenageá-lo é ganhar a Copa do Mundo, porque ele adora vencer. Então, vamos tentar garantir que ele tenha a melhor Copa do mundo de todos os tempos”, completou.

Atualizamos nossa política de cookies

Ao utilizar nossos serviços, você aceita a política de monitoramento de cookies.