Análise|Palmeiras faz jogo inseguro, Roque e Flaco destoam e conduzem virada sobre o Ceará pelo Brasileirão


Em má fase, comandados de Abel Ferreira evidenciam fragilidades, sofrem em casa, mas continuam na perseguição ao Flamengo

Por Marcos Antomil
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Em meio à crise provocada pela eliminação para o arquirrival Corinthians na Copa do Brasil, o Palmeiras voltou a vencer pelo Campeonato Brasileiro neste domingo, no Allianz Parque. Diante do Ceará, os centroavantes Flaco López e Vitor Roque brilharam para dar ao time alviverde maior tranquilidade e a vitória de virada, por 2 a 1, que mantém o clube na perseguição ao líder Flamengo.

Nem mesmo o resultado é capaz de camuflar o mau momento vivido pelo Palmeiras. O time alviverde evidenciou suas debilidades: exagero na quantidade de cruzamentos, falta de ímpeto para concluir os lances e chutar no gol, zagueiro sendo o finalizador, atletas fora de posição e uma mistura de indecisão e apatia. As escolhas de Abel também não são boas. Vitor Roque, novamente o melhor do time em campo, não ficou os 90 minutos em campo e acabou substituído mesmo depois de ir balançar as redes.

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Com o resultado, o Palmeiras chega aos 36 pontos, quatro a menos que o Flamengo, primeiro colocado, que soma uma partida a mais. O Ceará estaciona com 22 pontos, na segunda metade da tabela.

O Palmeiras volta a campo na próxima quinta-feira, às 21h30 (de Brasília), no jogo de ida das oitavas de final da Libertadores. O adversário é o Universitario, do Peru, e a partida acontece no Estádio Monumental de Lima. No Campeonato Brasileiro, o próximo compromisso está agendado para domingo, às 20h30, diante do Botafogo, no Rio. Já o Ceará entra em campo no sábado, às 16h, para encarar o Red Bull Bragantino, na Arena Castelão.

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Vitor Roque foi novamente o melhor em campo pelo lado do Palmeiras. E, novamente, não concluiu os 90 minutos. Foto: Tiago Queiroz/Estadão

Antes de a bola rolar no Allianz Parque, torcedores, especialmente membros de organizadas, protestaram pela má fase que vive o time. No entorno do estádio, faixas foram expostas com dizerem como “Acabou a paz”, “Paciência é o c...”, “Presidente inexistente” e “Fora, Abel”. Neste domingo, o Palmeiras denunciou um ataque feito com fogos de artifício à Academia de Futebol durante a madrugada.

Torcida do Palmeiras expõe faixas de protesto no entorno do Allianz Parque. Foto: Tiago Queiroz/Estadão
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O Palmeiras começou superior no jogo, apertando a saída de bola do Ceará e buscando o gol a todo instante. O problema do time foi o mesmo de sempre. A equipe é capaz de controlar a partida, tocar bola na intermediária ofensiva, mas não consegue traduzir em situações reais de gol e finalização.

A etapa inicial teve faltas duras cometidas pelo Ceará, que poderia ter Richardson expulso, mas a arbitragem foi piedosa. Fora esses lances mais tensos, a partida foi sonolenta até a conclusão dos 45 primeiros minutos. No apito final, vaias ecoaram no estádio palmeirense.

Vitor Roque tenta bicicleta no primeiro tempo, mas fura. Foto: tiago queiroz
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O segundo tempo começou nos mesmos moldes do primeiro, com o Palmeiras tocando bola e sem chutar no gol. Dessa forma, o Ceará soube aproveitar a escassez de ideias alviverdes para mostrar como ser eficaz. Piquerez foi desatento para evitar o lance dos visitantes, Galeano recuperou para os cearenses e tocou, na entrada da área, para Lourenço, que emendou um belo chute e marcou um golaço aos 6 minutos. O gol animou o time do Ceará, que enfileirou boas oportunidades de ampliar o marcador no Allianz Parque.

Aos 20 minutos, um alento para o torcedor do Palmeiras. Giay cruzou, Flaco López tentou o domínio e a bola espirrou no braço de William Machado dentro da área. O VAR recomendou a revisão do lance, e o juiz foi convencido a marcar o pênalti. López bateu muito bem e deixou tudo igual.

A seriedade e convicção com a qual Flaco López cobrou a penalidade e comemorou o empate gerou outra energia no Allianz. Não demorou muito para o Palmeiras passar à frente no marcador. Mauricio fez um cruzamento na medida para a entrada da pequena área, Vitor Roque surgiu para estufar a rede, aos 24.

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Vitor Roque, ajoelhado, comemora o gol da virada do Palmeiras sobre o Ceará no Allianz Parque. Foto: tiago queiroz

Entre os 35 e os 37 minutos, dois lances decididos com intervenção do VAR enervaram jogadores e comissões técnicas. Vitor Roque sofreu falta na área, mas houve impedimento no início do lance e o pênalti não foi marcado. Logo depois, Aylon fez o que seria o gol de empate do Ceará, mas ele estava em posição irregular e o lance foi anulado. Os visitantes tentaram a igualdade até o instante final, mas a vitória foi palmeirense.

PALMEIRAS 2 x 1 CEARÁ

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  • PALMEIRAS: Weverton; Giay, Gómez, Micael e Piquerez; Aníbal Moreno (Emi Martínez), Lucas Evangelista e Mauricio (Khellven); Ramón Sosa (Flaco López), Vitor Roque (Allan) e Facundo Torres (Felipe Anderson). Técnico: Abel Ferreira.
  • CEARÁ: Bruno Ferreira; Fabiano Souza (Rafael Ramos), Marllon, Willian Machado e Matheus Bahia (Guilherme); Diego, Richardson (Aylon), Lourenço (Nicolas) e Lucas Mugni (Fernando Sobral); Galeano e Pedro Raul. Técnico: Léo Condé.
  • GOLS: Lourenço, aos 6, Flaco López, aos 22, Vitor Roque, aos 24 minutos do 2º tempo.
  • ÁRBITRO: Lucas Paulo Torezin (PR).
  • CARTÕES AMARELOS: Aníbal Moreno, Richardson e Matheus Bahia.
  • PÚBLICO: 27.358 torcedores.
  • RENDA: R$2.109.669,20.
  • LOCAL: Allianz Parque, em São Paulo.

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Em meio à crise provocada pela eliminação para o arquirrival Corinthians na Copa do Brasil, o Palmeiras voltou a vencer pelo Campeonato Brasileiro neste domingo, no Allianz Parque. Diante do Ceará, os centroavantes Flaco López e Vitor Roque brilharam para dar ao time alviverde maior tranquilidade e a vitória de virada, por 2 a 1, que mantém o clube na perseguição ao líder Flamengo.

Nem mesmo o resultado é capaz de camuflar o mau momento vivido pelo Palmeiras. O time alviverde evidenciou suas debilidades: exagero na quantidade de cruzamentos, falta de ímpeto para concluir os lances e chutar no gol, zagueiro sendo o finalizador, atletas fora de posição e uma mistura de indecisão e apatia. As escolhas de Abel também não são boas. Vitor Roque, novamente o melhor do time em campo, não ficou os 90 minutos em campo e acabou substituído mesmo depois de ir balançar as redes.

Com o resultado, o Palmeiras chega aos 36 pontos, quatro a menos que o Flamengo, primeiro colocado, que soma uma partida a mais. O Ceará estaciona com 22 pontos, na segunda metade da tabela.

O Palmeiras volta a campo na próxima quinta-feira, às 21h30 (de Brasília), no jogo de ida das oitavas de final da Libertadores. O adversário é o Universitario, do Peru, e a partida acontece no Estádio Monumental de Lima. No Campeonato Brasileiro, o próximo compromisso está agendado para domingo, às 20h30, diante do Botafogo, no Rio. Já o Ceará entra em campo no sábado, às 16h, para encarar o Red Bull Bragantino, na Arena Castelão.

Vitor Roque foi novamente o melhor em campo pelo lado do Palmeiras. E, novamente, não concluiu os 90 minutos. Foto: Tiago Queiroz/Estadão

Antes de a bola rolar no Allianz Parque, torcedores, especialmente membros de organizadas, protestaram pela má fase que vive o time. No entorno do estádio, faixas foram expostas com dizerem como “Acabou a paz”, “Paciência é o c...”, “Presidente inexistente” e “Fora, Abel”. Neste domingo, o Palmeiras denunciou um ataque feito com fogos de artifício à Academia de Futebol durante a madrugada.

Torcida do Palmeiras expõe faixas de protesto no entorno do Allianz Parque. Foto: Tiago Queiroz/Estadão

O Palmeiras começou superior no jogo, apertando a saída de bola do Ceará e buscando o gol a todo instante. O problema do time foi o mesmo de sempre. A equipe é capaz de controlar a partida, tocar bola na intermediária ofensiva, mas não consegue traduzir em situações reais de gol e finalização.

A etapa inicial teve faltas duras cometidas pelo Ceará, que poderia ter Richardson expulso, mas a arbitragem foi piedosa. Fora esses lances mais tensos, a partida foi sonolenta até a conclusão dos 45 primeiros minutos. No apito final, vaias ecoaram no estádio palmeirense.

Vitor Roque tenta bicicleta no primeiro tempo, mas fura. Foto: tiago queiroz

O segundo tempo começou nos mesmos moldes do primeiro, com o Palmeiras tocando bola e sem chutar no gol. Dessa forma, o Ceará soube aproveitar a escassez de ideias alviverdes para mostrar como ser eficaz. Piquerez foi desatento para evitar o lance dos visitantes, Galeano recuperou para os cearenses e tocou, na entrada da área, para Lourenço, que emendou um belo chute e marcou um golaço aos 6 minutos. O gol animou o time do Ceará, que enfileirou boas oportunidades de ampliar o marcador no Allianz Parque.

Aos 20 minutos, um alento para o torcedor do Palmeiras. Giay cruzou, Flaco López tentou o domínio e a bola espirrou no braço de William Machado dentro da área. O VAR recomendou a revisão do lance, e o juiz foi convencido a marcar o pênalti. López bateu muito bem e deixou tudo igual.

A seriedade e convicção com a qual Flaco López cobrou a penalidade e comemorou o empate gerou outra energia no Allianz. Não demorou muito para o Palmeiras passar à frente no marcador. Mauricio fez um cruzamento na medida para a entrada da pequena área, Vitor Roque surgiu para estufar a rede, aos 24.

Vitor Roque, ajoelhado, comemora o gol da virada do Palmeiras sobre o Ceará no Allianz Parque. Foto: tiago queiroz

Entre os 35 e os 37 minutos, dois lances decididos com intervenção do VAR enervaram jogadores e comissões técnicas. Vitor Roque sofreu falta na área, mas houve impedimento no início do lance e o pênalti não foi marcado. Logo depois, Aylon fez o que seria o gol de empate do Ceará, mas ele estava em posição irregular e o lance foi anulado. Os visitantes tentaram a igualdade até o instante final, mas a vitória foi palmeirense.

PALMEIRAS 2 x 1 CEARÁ

  • PALMEIRAS: Weverton; Giay, Gómez, Micael e Piquerez; Aníbal Moreno (Emi Martínez), Lucas Evangelista e Mauricio (Khellven); Ramón Sosa (Flaco López), Vitor Roque (Allan) e Facundo Torres (Felipe Anderson). Técnico: Abel Ferreira.
  • CEARÁ: Bruno Ferreira; Fabiano Souza (Rafael Ramos), Marllon, Willian Machado e Matheus Bahia (Guilherme); Diego, Richardson (Aylon), Lourenço (Nicolas) e Lucas Mugni (Fernando Sobral); Galeano e Pedro Raul. Técnico: Léo Condé.
  • GOLS: Lourenço, aos 6, Flaco López, aos 22, Vitor Roque, aos 24 minutos do 2º tempo.
  • ÁRBITRO: Lucas Paulo Torezin (PR).
  • CARTÕES AMARELOS: Aníbal Moreno, Richardson e Matheus Bahia.
  • PÚBLICO: 27.358 torcedores.
  • RENDA: R$2.109.669,20.
  • LOCAL: Allianz Parque, em São Paulo.

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Em meio à crise provocada pela eliminação para o arquirrival Corinthians na Copa do Brasil, o Palmeiras voltou a vencer pelo Campeonato Brasileiro neste domingo, no Allianz Parque. Diante do Ceará, os centroavantes Flaco López e Vitor Roque brilharam para dar ao time alviverde maior tranquilidade e a vitória de virada, por 2 a 1, que mantém o clube na perseguição ao líder Flamengo.

Nem mesmo o resultado é capaz de camuflar o mau momento vivido pelo Palmeiras. O time alviverde evidenciou suas debilidades: exagero na quantidade de cruzamentos, falta de ímpeto para concluir os lances e chutar no gol, zagueiro sendo o finalizador, atletas fora de posição e uma mistura de indecisão e apatia. As escolhas de Abel também não são boas. Vitor Roque, novamente o melhor do time em campo, não ficou os 90 minutos em campo e acabou substituído mesmo depois de ir balançar as redes.

Com o resultado, o Palmeiras chega aos 36 pontos, quatro a menos que o Flamengo, primeiro colocado, que soma uma partida a mais. O Ceará estaciona com 22 pontos, na segunda metade da tabela.

O Palmeiras volta a campo na próxima quinta-feira, às 21h30 (de Brasília), no jogo de ida das oitavas de final da Libertadores. O adversário é o Universitario, do Peru, e a partida acontece no Estádio Monumental de Lima. No Campeonato Brasileiro, o próximo compromisso está agendado para domingo, às 20h30, diante do Botafogo, no Rio. Já o Ceará entra em campo no sábado, às 16h, para encarar o Red Bull Bragantino, na Arena Castelão.

Vitor Roque foi novamente o melhor em campo pelo lado do Palmeiras. E, novamente, não concluiu os 90 minutos. Foto: Tiago Queiroz/Estadão

Antes de a bola rolar no Allianz Parque, torcedores, especialmente membros de organizadas, protestaram pela má fase que vive o time. No entorno do estádio, faixas foram expostas com dizerem como “Acabou a paz”, “Paciência é o c...”, “Presidente inexistente” e “Fora, Abel”. Neste domingo, o Palmeiras denunciou um ataque feito com fogos de artifício à Academia de Futebol durante a madrugada.

Torcida do Palmeiras expõe faixas de protesto no entorno do Allianz Parque. Foto: Tiago Queiroz/Estadão

O Palmeiras começou superior no jogo, apertando a saída de bola do Ceará e buscando o gol a todo instante. O problema do time foi o mesmo de sempre. A equipe é capaz de controlar a partida, tocar bola na intermediária ofensiva, mas não consegue traduzir em situações reais de gol e finalização.

A etapa inicial teve faltas duras cometidas pelo Ceará, que poderia ter Richardson expulso, mas a arbitragem foi piedosa. Fora esses lances mais tensos, a partida foi sonolenta até a conclusão dos 45 primeiros minutos. No apito final, vaias ecoaram no estádio palmeirense.

Vitor Roque tenta bicicleta no primeiro tempo, mas fura. Foto: tiago queiroz

O segundo tempo começou nos mesmos moldes do primeiro, com o Palmeiras tocando bola e sem chutar no gol. Dessa forma, o Ceará soube aproveitar a escassez de ideias alviverdes para mostrar como ser eficaz. Piquerez foi desatento para evitar o lance dos visitantes, Galeano recuperou para os cearenses e tocou, na entrada da área, para Lourenço, que emendou um belo chute e marcou um golaço aos 6 minutos. O gol animou o time do Ceará, que enfileirou boas oportunidades de ampliar o marcador no Allianz Parque.

Aos 20 minutos, um alento para o torcedor do Palmeiras. Giay cruzou, Flaco López tentou o domínio e a bola espirrou no braço de William Machado dentro da área. O VAR recomendou a revisão do lance, e o juiz foi convencido a marcar o pênalti. López bateu muito bem e deixou tudo igual.

A seriedade e convicção com a qual Flaco López cobrou a penalidade e comemorou o empate gerou outra energia no Allianz. Não demorou muito para o Palmeiras passar à frente no marcador. Mauricio fez um cruzamento na medida para a entrada da pequena área, Vitor Roque surgiu para estufar a rede, aos 24.

Vitor Roque, ajoelhado, comemora o gol da virada do Palmeiras sobre o Ceará no Allianz Parque. Foto: tiago queiroz

Entre os 35 e os 37 minutos, dois lances decididos com intervenção do VAR enervaram jogadores e comissões técnicas. Vitor Roque sofreu falta na área, mas houve impedimento no início do lance e o pênalti não foi marcado. Logo depois, Aylon fez o que seria o gol de empate do Ceará, mas ele estava em posição irregular e o lance foi anulado. Os visitantes tentaram a igualdade até o instante final, mas a vitória foi palmeirense.

PALMEIRAS 2 x 1 CEARÁ

  • PALMEIRAS: Weverton; Giay, Gómez, Micael e Piquerez; Aníbal Moreno (Emi Martínez), Lucas Evangelista e Mauricio (Khellven); Ramón Sosa (Flaco López), Vitor Roque (Allan) e Facundo Torres (Felipe Anderson). Técnico: Abel Ferreira.
  • CEARÁ: Bruno Ferreira; Fabiano Souza (Rafael Ramos), Marllon, Willian Machado e Matheus Bahia (Guilherme); Diego, Richardson (Aylon), Lourenço (Nicolas) e Lucas Mugni (Fernando Sobral); Galeano e Pedro Raul. Técnico: Léo Condé.
  • GOLS: Lourenço, aos 6, Flaco López, aos 22, Vitor Roque, aos 24 minutos do 2º tempo.
  • ÁRBITRO: Lucas Paulo Torezin (PR).
  • CARTÕES AMARELOS: Aníbal Moreno, Richardson e Matheus Bahia.
  • PÚBLICO: 27.358 torcedores.
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Análise por Marcos Antomil

Editor assistente de Esportes. Formado em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero e especialista em Transmissões Esportivas pela Universidad Nebrija (Espanha). Mestrando da Universidade de São Paulo no Programa de Integração da América Latina (Prolam).

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