Curitiba corre para deixar tudo preparado para a Copa


Estádio vai receber quatro jogos da competição

Por Redação

Faltando pouco mais de uma semana para o primeiro jogo da Copa do Mundo na Arena da Baixada, em Curitiba, há muita coisa para se fazer no local. Mesmo debaixo de chuva, operários trabalharam no estádio neste sábado. Na parte interna do estádio, ainda é preciso instalar as estruturas provisórias da Fifa e terminar alguns acabamentos.

Como o prédio que abrigaria o centro de imprensa não ficará pronto antes do Mundial, os jornalistas ocuparão uma tenda que ainda está sendo mobiliada. Outra obra prevista no projeto inicial que teve de ser alterada por falta de recursos e tempo foi a instalação de um grande telão na fachada do estádio. No lugar, a Fifa colocou um banner da entidade com 16 metros de altura por 72 metros de largura.

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Do lado de fora do estádio, o trabalho é intenso. As calçadas do entorno, por exemplo, não foram concluídas, assim como as áreas de acesso ao estádio. Tratores dividem espaço com carros e há muito resto de material de construção espalhado pelas ruas. Na praça Afonso Botelho, em frente à arena, estão sendo montadas tendas dos patrocinadores da Fifa.

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Obras na Arena da Baixada

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Operários correm contra o tempo para entregar o estádio a tempo antes da estreia, no dia 16 de junho

Foto: Raphael Ramos/Estadão
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Operários correm contra o tempo para entregar o estádio a tempo antes da estreia, no dia 16 de junho

Foto: Raphael Ramos/Estadão
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Operários correm contra o tempo para entregar o estádio a tempo antes da estreia, no dia 16 de junho

Foto: Raphael Ramos/Estadão
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Operários correm contra o tempo para entregar o estádio a tempo antes da estreia, no dia 16 de junho

Foto: Raphael Ramos/Estadão
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Operários correm contra o tempo para entregar o estádio a tempo antes da estreia, no dia 16 de junho

Foto: Raphael Ramos/Estadão

Segundo o secretário municipal extraordinária da Copa, Reginaldo Luiz dos Santos Cordeiro, as obras que competem à prefeitura devem ser concluídas nesta terça-feira. "O atraso na entrega do estádio acabou afetando o nosso trabalho porque uma coisa dependia da outra", justificou.

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As principais preocupações do COL (Comitê Organizador Local) são com a operação do estádio e o acesso de torcedores nos dias de jogos. A arena tem capacidade para 43.981 pessoas, mas não passou por nenhum teste com esse público. No dia 29 de março, a partida entre Atlético Paranaese e J.Malucelli teve apenas 10 mil pessoas - funcionários do clube, operários da obra, conselheiros, sócios, patrocinadores e convidados. Depois, no dia 14 de maio, no amistoso contra o Corinthians, o público foi de 23.563 espectadores.

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A fim de evitar problemas na Copa, na última quinta o COL fez uma simulação de operação do estádio em dia de jogo do Mundial. A orientação é que o torcedor chegue até três horas antes da partida para evitar grandes aglomerações e filas. Neste sábado, voluntários que trabalharão como orientadores do público passaram por treinamento no entorno do estádio.

A Arena da Baixada deveria ficar pronta em dezembro de 2013. Em janeiro deste ano, a Fifa chegou a ameaçar tirar o estádio da Copa do Mundo por conta do atraso nas obras, mas um empréstimo ao Atlético de R$ 65 milhões garantiu a arena no Mundial - o dinheiro precisou ser adiantado pelo governo do Estado enquanto não saia a liberação do BNDES.

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Em setembro de 2010, a previsão era de que a obra custaria R$ 135 milhões, mas após sucessivos reajustes o valor total chegou a R$ 330 milhões. Agora, o Atlético quer dividir o pagamento dos empréstimos com o governo do Estado e a prefeitura de Curitiba. "A parte mais difícil vem depois da Copa do Mundo, que é pagar a conta", admitiu o presidente do clube, Mauro Celso Petraglia.

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A Arena da Baixada receberá quatro jogos da primeira fase da Copa: Irã x Nigéria (no dia 16), Equador x Honduras (dia 20), Espanha x Austrália (dia 23) e Argélia x Rússia (dia 26).

Faltando pouco mais de uma semana para o primeiro jogo da Copa do Mundo na Arena da Baixada, em Curitiba, há muita coisa para se fazer no local. Mesmo debaixo de chuva, operários trabalharam no estádio neste sábado. Na parte interna do estádio, ainda é preciso instalar as estruturas provisórias da Fifa e terminar alguns acabamentos.

Como o prédio que abrigaria o centro de imprensa não ficará pronto antes do Mundial, os jornalistas ocuparão uma tenda que ainda está sendo mobiliada. Outra obra prevista no projeto inicial que teve de ser alterada por falta de recursos e tempo foi a instalação de um grande telão na fachada do estádio. No lugar, a Fifa colocou um banner da entidade com 16 metros de altura por 72 metros de largura.

Do lado de fora do estádio, o trabalho é intenso. As calçadas do entorno, por exemplo, não foram concluídas, assim como as áreas de acesso ao estádio. Tratores dividem espaço com carros e há muito resto de material de construção espalhado pelas ruas. Na praça Afonso Botelho, em frente à arena, estão sendo montadas tendas dos patrocinadores da Fifa.

Obras na Arena da Baixada

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Operários correm contra o tempo para entregar o estádio a tempo antes da estreia, no dia 16 de junho

Foto: Raphael Ramos/Estadão
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Operários correm contra o tempo para entregar o estádio a tempo antes da estreia, no dia 16 de junho

Foto: Raphael Ramos/Estadão
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Operários correm contra o tempo para entregar o estádio a tempo antes da estreia, no dia 16 de junho

Foto: Raphael Ramos/Estadão
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Operários correm contra o tempo para entregar o estádio a tempo antes da estreia, no dia 16 de junho

Foto: Raphael Ramos/Estadão
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Operários correm contra o tempo para entregar o estádio a tempo antes da estreia, no dia 16 de junho

Foto: Raphael Ramos/Estadão

Segundo o secretário municipal extraordinária da Copa, Reginaldo Luiz dos Santos Cordeiro, as obras que competem à prefeitura devem ser concluídas nesta terça-feira. "O atraso na entrega do estádio acabou afetando o nosso trabalho porque uma coisa dependia da outra", justificou.

As principais preocupações do COL (Comitê Organizador Local) são com a operação do estádio e o acesso de torcedores nos dias de jogos. A arena tem capacidade para 43.981 pessoas, mas não passou por nenhum teste com esse público. No dia 29 de março, a partida entre Atlético Paranaese e J.Malucelli teve apenas 10 mil pessoas - funcionários do clube, operários da obra, conselheiros, sócios, patrocinadores e convidados. Depois, no dia 14 de maio, no amistoso contra o Corinthians, o público foi de 23.563 espectadores.

A fim de evitar problemas na Copa, na última quinta o COL fez uma simulação de operação do estádio em dia de jogo do Mundial. A orientação é que o torcedor chegue até três horas antes da partida para evitar grandes aglomerações e filas. Neste sábado, voluntários que trabalharão como orientadores do público passaram por treinamento no entorno do estádio.

A Arena da Baixada deveria ficar pronta em dezembro de 2013. Em janeiro deste ano, a Fifa chegou a ameaçar tirar o estádio da Copa do Mundo por conta do atraso nas obras, mas um empréstimo ao Atlético de R$ 65 milhões garantiu a arena no Mundial - o dinheiro precisou ser adiantado pelo governo do Estado enquanto não saia a liberação do BNDES.

Em setembro de 2010, a previsão era de que a obra custaria R$ 135 milhões, mas após sucessivos reajustes o valor total chegou a R$ 330 milhões. Agora, o Atlético quer dividir o pagamento dos empréstimos com o governo do Estado e a prefeitura de Curitiba. "A parte mais difícil vem depois da Copa do Mundo, que é pagar a conta", admitiu o presidente do clube, Mauro Celso Petraglia.

A Arena da Baixada receberá quatro jogos da primeira fase da Copa: Irã x Nigéria (no dia 16), Equador x Honduras (dia 20), Espanha x Austrália (dia 23) e Argélia x Rússia (dia 26).

Faltando pouco mais de uma semana para o primeiro jogo da Copa do Mundo na Arena da Baixada, em Curitiba, há muita coisa para se fazer no local. Mesmo debaixo de chuva, operários trabalharam no estádio neste sábado. Na parte interna do estádio, ainda é preciso instalar as estruturas provisórias da Fifa e terminar alguns acabamentos.

Como o prédio que abrigaria o centro de imprensa não ficará pronto antes do Mundial, os jornalistas ocuparão uma tenda que ainda está sendo mobiliada. Outra obra prevista no projeto inicial que teve de ser alterada por falta de recursos e tempo foi a instalação de um grande telão na fachada do estádio. No lugar, a Fifa colocou um banner da entidade com 16 metros de altura por 72 metros de largura.

Do lado de fora do estádio, o trabalho é intenso. As calçadas do entorno, por exemplo, não foram concluídas, assim como as áreas de acesso ao estádio. Tratores dividem espaço com carros e há muito resto de material de construção espalhado pelas ruas. Na praça Afonso Botelho, em frente à arena, estão sendo montadas tendas dos patrocinadores da Fifa.

Obras na Arena da Baixada

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Operários correm contra o tempo para entregar o estádio a tempo antes da estreia, no dia 16 de junho

Foto: Raphael Ramos/Estadão
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Operários correm contra o tempo para entregar o estádio a tempo antes da estreia, no dia 16 de junho

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Operários correm contra o tempo para entregar o estádio a tempo antes da estreia, no dia 16 de junho

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Operários correm contra o tempo para entregar o estádio a tempo antes da estreia, no dia 16 de junho

Foto: Raphael Ramos/Estadão

Segundo o secretário municipal extraordinária da Copa, Reginaldo Luiz dos Santos Cordeiro, as obras que competem à prefeitura devem ser concluídas nesta terça-feira. "O atraso na entrega do estádio acabou afetando o nosso trabalho porque uma coisa dependia da outra", justificou.

As principais preocupações do COL (Comitê Organizador Local) são com a operação do estádio e o acesso de torcedores nos dias de jogos. A arena tem capacidade para 43.981 pessoas, mas não passou por nenhum teste com esse público. No dia 29 de março, a partida entre Atlético Paranaese e J.Malucelli teve apenas 10 mil pessoas - funcionários do clube, operários da obra, conselheiros, sócios, patrocinadores e convidados. Depois, no dia 14 de maio, no amistoso contra o Corinthians, o público foi de 23.563 espectadores.

A fim de evitar problemas na Copa, na última quinta o COL fez uma simulação de operação do estádio em dia de jogo do Mundial. A orientação é que o torcedor chegue até três horas antes da partida para evitar grandes aglomerações e filas. Neste sábado, voluntários que trabalharão como orientadores do público passaram por treinamento no entorno do estádio.

A Arena da Baixada deveria ficar pronta em dezembro de 2013. Em janeiro deste ano, a Fifa chegou a ameaçar tirar o estádio da Copa do Mundo por conta do atraso nas obras, mas um empréstimo ao Atlético de R$ 65 milhões garantiu a arena no Mundial - o dinheiro precisou ser adiantado pelo governo do Estado enquanto não saia a liberação do BNDES.

Em setembro de 2010, a previsão era de que a obra custaria R$ 135 milhões, mas após sucessivos reajustes o valor total chegou a R$ 330 milhões. Agora, o Atlético quer dividir o pagamento dos empréstimos com o governo do Estado e a prefeitura de Curitiba. "A parte mais difícil vem depois da Copa do Mundo, que é pagar a conta", admitiu o presidente do clube, Mauro Celso Petraglia.

A Arena da Baixada receberá quatro jogos da primeira fase da Copa: Irã x Nigéria (no dia 16), Equador x Honduras (dia 20), Espanha x Austrália (dia 23) e Argélia x Rússia (dia 26).

Faltando pouco mais de uma semana para o primeiro jogo da Copa do Mundo na Arena da Baixada, em Curitiba, há muita coisa para se fazer no local. Mesmo debaixo de chuva, operários trabalharam no estádio neste sábado. Na parte interna do estádio, ainda é preciso instalar as estruturas provisórias da Fifa e terminar alguns acabamentos.

Como o prédio que abrigaria o centro de imprensa não ficará pronto antes do Mundial, os jornalistas ocuparão uma tenda que ainda está sendo mobiliada. Outra obra prevista no projeto inicial que teve de ser alterada por falta de recursos e tempo foi a instalação de um grande telão na fachada do estádio. No lugar, a Fifa colocou um banner da entidade com 16 metros de altura por 72 metros de largura.

Do lado de fora do estádio, o trabalho é intenso. As calçadas do entorno, por exemplo, não foram concluídas, assim como as áreas de acesso ao estádio. Tratores dividem espaço com carros e há muito resto de material de construção espalhado pelas ruas. Na praça Afonso Botelho, em frente à arena, estão sendo montadas tendas dos patrocinadores da Fifa.

Obras na Arena da Baixada

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Operários correm contra o tempo para entregar o estádio a tempo antes da estreia, no dia 16 de junho

Foto: Raphael Ramos/Estadão
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Operários correm contra o tempo para entregar o estádio a tempo antes da estreia, no dia 16 de junho

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Operários correm contra o tempo para entregar o estádio a tempo antes da estreia, no dia 16 de junho

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Segundo o secretário municipal extraordinária da Copa, Reginaldo Luiz dos Santos Cordeiro, as obras que competem à prefeitura devem ser concluídas nesta terça-feira. "O atraso na entrega do estádio acabou afetando o nosso trabalho porque uma coisa dependia da outra", justificou.

As principais preocupações do COL (Comitê Organizador Local) são com a operação do estádio e o acesso de torcedores nos dias de jogos. A arena tem capacidade para 43.981 pessoas, mas não passou por nenhum teste com esse público. No dia 29 de março, a partida entre Atlético Paranaese e J.Malucelli teve apenas 10 mil pessoas - funcionários do clube, operários da obra, conselheiros, sócios, patrocinadores e convidados. Depois, no dia 14 de maio, no amistoso contra o Corinthians, o público foi de 23.563 espectadores.

A fim de evitar problemas na Copa, na última quinta o COL fez uma simulação de operação do estádio em dia de jogo do Mundial. A orientação é que o torcedor chegue até três horas antes da partida para evitar grandes aglomerações e filas. Neste sábado, voluntários que trabalharão como orientadores do público passaram por treinamento no entorno do estádio.

A Arena da Baixada deveria ficar pronta em dezembro de 2013. Em janeiro deste ano, a Fifa chegou a ameaçar tirar o estádio da Copa do Mundo por conta do atraso nas obras, mas um empréstimo ao Atlético de R$ 65 milhões garantiu a arena no Mundial - o dinheiro precisou ser adiantado pelo governo do Estado enquanto não saia a liberação do BNDES.

Em setembro de 2010, a previsão era de que a obra custaria R$ 135 milhões, mas após sucessivos reajustes o valor total chegou a R$ 330 milhões. Agora, o Atlético quer dividir o pagamento dos empréstimos com o governo do Estado e a prefeitura de Curitiba. "A parte mais difícil vem depois da Copa do Mundo, que é pagar a conta", admitiu o presidente do clube, Mauro Celso Petraglia.

A Arena da Baixada receberá quatro jogos da primeira fase da Copa: Irã x Nigéria (no dia 16), Equador x Honduras (dia 20), Espanha x Austrália (dia 23) e Argélia x Rússia (dia 26).

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