‘É futebol, não é igreja’, diz árbitro antes de jogo do Brasileirão; veja


Fala ocorreu durante conversa com os capitães Alan Patrick e Lucas Romero

Por Douglas Oliveira
Atualização:

O árbitro Marcelo de Lima Henrique se envolveu em uma polêmica neste domingo antes mesmo do início do jogo entre Internacional e Cruzeiro, no Estádio Beira Rio, válido pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. Durante o sorteio que define bola ou campo o juiz disse aos jogadores que “futebol não é igreja”.

A conversa ocorreu enquanto o homem do apito explicava as novas regras impostas pela CBF para os capitães Alan Patrick e Lucas Romero, e os goleiros Anthoni e Cássio.

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Marcelo de Lima Henrique apita Inter e Cruzeiro no Beira Rio. Foto: Nilton Fukuda/ Estadão

“Eles querem velocidade, a Fifa quer 8 segundos (para a reposição dos goleiros), tranquilo, sem frescura, pode me olhar que eu vou estar em cima (mostrando a contagem com as mãos). Não vamos abusar, porque o jogo tem que ser assim agora. As coisas mudaram. A resenha são apenas com os capitães, sem frescura, não tem isso comigo. É futebol, não é igreja”, disse.

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A frase gerou repercussão nas redes sociais, alguns internautas concordaram com Marcelo, acreditando que ele estava sugerindo uma partida com mais intensidade e sem cera. Outros tantos criticaram a postura.

O árbitro Marcelo de Lima Henrique se envolveu em uma polêmica neste domingo antes mesmo do início do jogo entre Internacional e Cruzeiro, no Estádio Beira Rio, válido pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. Durante o sorteio que define bola ou campo o juiz disse aos jogadores que “futebol não é igreja”.

A conversa ocorreu enquanto o homem do apito explicava as novas regras impostas pela CBF para os capitães Alan Patrick e Lucas Romero, e os goleiros Anthoni e Cássio.

Marcelo de Lima Henrique apita Inter e Cruzeiro no Beira Rio. Foto: Nilton Fukuda/ Estadão

“Eles querem velocidade, a Fifa quer 8 segundos (para a reposição dos goleiros), tranquilo, sem frescura, pode me olhar que eu vou estar em cima (mostrando a contagem com as mãos). Não vamos abusar, porque o jogo tem que ser assim agora. As coisas mudaram. A resenha são apenas com os capitães, sem frescura, não tem isso comigo. É futebol, não é igreja”, disse.

A frase gerou repercussão nas redes sociais, alguns internautas concordaram com Marcelo, acreditando que ele estava sugerindo uma partida com mais intensidade e sem cera. Outros tantos criticaram a postura.

O árbitro Marcelo de Lima Henrique se envolveu em uma polêmica neste domingo antes mesmo do início do jogo entre Internacional e Cruzeiro, no Estádio Beira Rio, válido pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. Durante o sorteio que define bola ou campo o juiz disse aos jogadores que “futebol não é igreja”.

A conversa ocorreu enquanto o homem do apito explicava as novas regras impostas pela CBF para os capitães Alan Patrick e Lucas Romero, e os goleiros Anthoni e Cássio.

Marcelo de Lima Henrique apita Inter e Cruzeiro no Beira Rio. Foto: Nilton Fukuda/ Estadão

“Eles querem velocidade, a Fifa quer 8 segundos (para a reposição dos goleiros), tranquilo, sem frescura, pode me olhar que eu vou estar em cima (mostrando a contagem com as mãos). Não vamos abusar, porque o jogo tem que ser assim agora. As coisas mudaram. A resenha são apenas com os capitães, sem frescura, não tem isso comigo. É futebol, não é igreja”, disse.

A frase gerou repercussão nas redes sociais, alguns internautas concordaram com Marcelo, acreditando que ele estava sugerindo uma partida com mais intensidade e sem cera. Outros tantos criticaram a postura.

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