Kirchner não verá Seleção no Haiti


O presidente Lula convidou o colega argentino para assistir a partida do Brasil contra o Haiti, dia 18, mas ele declinou. Em seu lugar, enviará o ministro da Defesa, José Pampuro.

Por Agencia Estado

O presidente Néstor Kirchner não iria a Port au Prince ver o jogo da seleção brasileira com os haitianos, marcado para este fim de semana. Kirchner, que no último mês e meio dedicou-se a disparar críticas contra o Brasil, não aceitou o convite feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para estar presente no estádio. Em seu lugar, o presidente argentino enviará o ministro da Defesa, José Pampuro. Kirchner só iria ao Haiti em setembro, segundo informou o chefe do gabinete de ministros, Alberto Fernández. Analistas sustentam que a ausência de Kirchner pretende ser um sinal de "autonomia" do presidente argentino em relação ao presidente Lula. De quebra, também evitaria estar ao lado do presidente uruguaio, Jorge Batlle, com quem já travou diversas discussões. Por isso, Kirchner faria seu próprio jogo de futebol colocando argentinos versus haitianos em setembro. Nesse mês, Kirchner viajaria ao Panamá para participar da posse do presidente Martín Torrijos. Ele aproveitaria a viagem para passar pelo Haiti e ver as tropas argentinas que realizam tarefas de patrulhamento principalmente na cidade de Gonaives. Depois, Kirchner iria a Nova York, para participar no dia 20 de setembro da reunião de cúpula mundial sobre a pobreza. O jornal Ámbito Financiero, tradicionalmente crítico com o principal parceiro do Mercosul, indicou que o Brasil possui o privilégio de comandar as forças de paz da ONU no Haiti (onde as tropas argentinas, mais de 600 homens, são seus virtuais subordinados). Por este motivo, o jornal coloca a pergunta: "para que alimentar o ego dos brasileiros acompanhando seu presidente e ainda mais em um jogo de um time que venceu a Argentina na Copa América?".

O presidente Néstor Kirchner não iria a Port au Prince ver o jogo da seleção brasileira com os haitianos, marcado para este fim de semana. Kirchner, que no último mês e meio dedicou-se a disparar críticas contra o Brasil, não aceitou o convite feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para estar presente no estádio. Em seu lugar, o presidente argentino enviará o ministro da Defesa, José Pampuro. Kirchner só iria ao Haiti em setembro, segundo informou o chefe do gabinete de ministros, Alberto Fernández. Analistas sustentam que a ausência de Kirchner pretende ser um sinal de "autonomia" do presidente argentino em relação ao presidente Lula. De quebra, também evitaria estar ao lado do presidente uruguaio, Jorge Batlle, com quem já travou diversas discussões. Por isso, Kirchner faria seu próprio jogo de futebol colocando argentinos versus haitianos em setembro. Nesse mês, Kirchner viajaria ao Panamá para participar da posse do presidente Martín Torrijos. Ele aproveitaria a viagem para passar pelo Haiti e ver as tropas argentinas que realizam tarefas de patrulhamento principalmente na cidade de Gonaives. Depois, Kirchner iria a Nova York, para participar no dia 20 de setembro da reunião de cúpula mundial sobre a pobreza. O jornal Ámbito Financiero, tradicionalmente crítico com o principal parceiro do Mercosul, indicou que o Brasil possui o privilégio de comandar as forças de paz da ONU no Haiti (onde as tropas argentinas, mais de 600 homens, são seus virtuais subordinados). Por este motivo, o jornal coloca a pergunta: "para que alimentar o ego dos brasileiros acompanhando seu presidente e ainda mais em um jogo de um time que venceu a Argentina na Copa América?".

O presidente Néstor Kirchner não iria a Port au Prince ver o jogo da seleção brasileira com os haitianos, marcado para este fim de semana. Kirchner, que no último mês e meio dedicou-se a disparar críticas contra o Brasil, não aceitou o convite feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para estar presente no estádio. Em seu lugar, o presidente argentino enviará o ministro da Defesa, José Pampuro. Kirchner só iria ao Haiti em setembro, segundo informou o chefe do gabinete de ministros, Alberto Fernández. Analistas sustentam que a ausência de Kirchner pretende ser um sinal de "autonomia" do presidente argentino em relação ao presidente Lula. De quebra, também evitaria estar ao lado do presidente uruguaio, Jorge Batlle, com quem já travou diversas discussões. Por isso, Kirchner faria seu próprio jogo de futebol colocando argentinos versus haitianos em setembro. Nesse mês, Kirchner viajaria ao Panamá para participar da posse do presidente Martín Torrijos. Ele aproveitaria a viagem para passar pelo Haiti e ver as tropas argentinas que realizam tarefas de patrulhamento principalmente na cidade de Gonaives. Depois, Kirchner iria a Nova York, para participar no dia 20 de setembro da reunião de cúpula mundial sobre a pobreza. O jornal Ámbito Financiero, tradicionalmente crítico com o principal parceiro do Mercosul, indicou que o Brasil possui o privilégio de comandar as forças de paz da ONU no Haiti (onde as tropas argentinas, mais de 600 homens, são seus virtuais subordinados). Por este motivo, o jornal coloca a pergunta: "para que alimentar o ego dos brasileiros acompanhando seu presidente e ainda mais em um jogo de um time que venceu a Argentina na Copa América?".

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