Análise|São Paulo sofre com gramado ruim nos Aflitos, mas bate o Náutico e avança na Copa do Brasil


Festa pernambucana, que garante maior renda da história dos Alfitos, é frustrada, mesmo com equipe são-paulina abrindo mão de ações ofensivas

Por Leonardo Catto
Atualização:

O São Paulo está nas oitavas de final da Copa do Brasil. O time voltou a vencer o Náutico por 2 a 1, mesmo placar feito no primeiro jogo, no MorumBis, agora nos Aflitos, no Recife.

A mobilização dos torcedores da casa contagiou os jogadores, mas não houve vontade que superasse a má qualidade do gramado dos Aflitos, principal adversário dos dois times. As 16 mil pessoas presentes garantiram a maior renda da história do estádio, com R$ 1,6 milhão.

O São Paulo tenta, agora, vencer a segunda seguida no Campeonato Brasileiro, após bater o Grêmio, na última rodada. O adversário será o Mirassol, no sábado, no MorumBis.

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São-paulinos frustraram festa da torcida do Náutico nos Aflitos. Foto: Rubens Chiri/São Paulo

Luciano, que já havia feito os dois gols no primeiro jogo, frustrou a festa. Ele aumentou a vantagem logo aos três minutos, de cabeça, após escanteio cobrado por Oscar.

A situação ficou ainda mais difícil para os pernambucanos quando Marquinhos entrou de sola em Cédric. O árbitro Jonathan Benkenstein Pinheiro deu amarelo, mas, após revisão expulsão o meia. O jogador saiu pedindo desculpas e foi aplaudido pelos torcedores.

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O São Paulo manteve a pressão, mas não ampliou o placar. A reviravolta na primeira etapa aconteceu quando Ferraresi deu carrinho em Igor Fernandes. O roteiro foi o mesmo de Marquinhos: cartão amarelo, mas revisão que aplicou vermelho.

O Náutico reagiu com pressão. O time pernambucano dominou as ações. A bola rolava com dificuldade no campo, e a equipe precisava apelar para cruzamentos. Ficou ainda mais difícil quando começou uma chuva torrencial no Recife.

Gol cedo de Luciano aumentou a vantagem do time tricolor. Foto: Rubens Chiri/São Paulo
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Hélio dos Anjos voltou para o segundo tempo com uma formação mais ofensiva. O Náutico continuou a empurrar o São Paulo para o campo de defesa, mas sem criar chances reais. O campo, castigado pela chuva, virou adversário para os dois times.

Os são-paulinos puderam ampliar em rara chance na segunda etapa. Cédric cruzou para André Silva, mas o atacante perdeu o tempo de bola e finalizou por cima do gol.

O centroavante saiu e deu lugar a Ryan Francisco, convocado pela torcida são-paulina. Foi o garoto que quase ampliou, cara a cara com Muriel. A defesa do goleiro sobrou para Rodriguinho, que bateu da intermediária e ampliou.

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Os 16 mil torcedores do Náutico finalmente comemoraram quando Hélio Borges marcou após escanteio. O gol chegou a ser anulado por impedimento, mas o VAR confirmou a posição legal. Entretanto, mesmo aguerrido, o Náutico não conseguiu protagonizar uma remontada.

NÁUTICO 1 x 2 SÃO PAULO

  • NÁUTICO - Muriel; Arnaldo (Marcos Ytalo), Rayan, Carlinhos e Igor Fernandes; Marco Antônio (Marcos Ytalo) e Auremir (Igor Pereira); Patrick Allan (Thalissinho), Marquinhos e Kelvin (Caio Vitor); Bruno Mezenga. Técnico: Hélio dos Anjos.
  • SÃO PAULO - Rafael; Ferraresi, Arboleda, Alan Franco e Enzo Díaz; Alisson (Pablo Maia) e Oscar; Cédric (Bobadilla), Luciano (Ruan) e Lucas Ferreira (Rodriguinho); André Silva (Ryan Francisco). Técnico: Luis Zubeldía.
  • GOLS - Luciano, aos 3 minutos do primeiro tempo, e Rodriguinho, aos 29, e Hélio Borges, aos 39 minutos do segundo tempo
  • ÁRBITRO - Jonathan Benkenstein Pinheiro (RS)
  • CARTÕES AMARELOS - Wellerson e Carlinhos (Náutico) e Enzo Díaz e Rodriguinho (São Paulo).
  • CARTÕES VERMELHOS - Marquinhos (Náutico) e Ferraresi (São Paulo).
  • PÚBLICO - 16.832 presentes.
  • RENDA - R$ 1.600.968,00
  • LOCAL - Estádio dos Aflitos, no Recife.
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O São Paulo está nas oitavas de final da Copa do Brasil. O time voltou a vencer o Náutico por 2 a 1, mesmo placar feito no primeiro jogo, no MorumBis, agora nos Aflitos, no Recife.

A mobilização dos torcedores da casa contagiou os jogadores, mas não houve vontade que superasse a má qualidade do gramado dos Aflitos, principal adversário dos dois times. As 16 mil pessoas presentes garantiram a maior renda da história do estádio, com R$ 1,6 milhão.

O São Paulo tenta, agora, vencer a segunda seguida no Campeonato Brasileiro, após bater o Grêmio, na última rodada. O adversário será o Mirassol, no sábado, no MorumBis.

São-paulinos frustraram festa da torcida do Náutico nos Aflitos. Foto: Rubens Chiri/São Paulo

Luciano, que já havia feito os dois gols no primeiro jogo, frustrou a festa. Ele aumentou a vantagem logo aos três minutos, de cabeça, após escanteio cobrado por Oscar.

A situação ficou ainda mais difícil para os pernambucanos quando Marquinhos entrou de sola em Cédric. O árbitro Jonathan Benkenstein Pinheiro deu amarelo, mas, após revisão expulsão o meia. O jogador saiu pedindo desculpas e foi aplaudido pelos torcedores.

O São Paulo manteve a pressão, mas não ampliou o placar. A reviravolta na primeira etapa aconteceu quando Ferraresi deu carrinho em Igor Fernandes. O roteiro foi o mesmo de Marquinhos: cartão amarelo, mas revisão que aplicou vermelho.

O Náutico reagiu com pressão. O time pernambucano dominou as ações. A bola rolava com dificuldade no campo, e a equipe precisava apelar para cruzamentos. Ficou ainda mais difícil quando começou uma chuva torrencial no Recife.

Gol cedo de Luciano aumentou a vantagem do time tricolor. Foto: Rubens Chiri/São Paulo

Hélio dos Anjos voltou para o segundo tempo com uma formação mais ofensiva. O Náutico continuou a empurrar o São Paulo para o campo de defesa, mas sem criar chances reais. O campo, castigado pela chuva, virou adversário para os dois times.

Os são-paulinos puderam ampliar em rara chance na segunda etapa. Cédric cruzou para André Silva, mas o atacante perdeu o tempo de bola e finalizou por cima do gol.

O centroavante saiu e deu lugar a Ryan Francisco, convocado pela torcida são-paulina. Foi o garoto que quase ampliou, cara a cara com Muriel. A defesa do goleiro sobrou para Rodriguinho, que bateu da intermediária e ampliou.

Os 16 mil torcedores do Náutico finalmente comemoraram quando Hélio Borges marcou após escanteio. O gol chegou a ser anulado por impedimento, mas o VAR confirmou a posição legal. Entretanto, mesmo aguerrido, o Náutico não conseguiu protagonizar uma remontada.

NÁUTICO 1 x 2 SÃO PAULO

  • NÁUTICO - Muriel; Arnaldo (Marcos Ytalo), Rayan, Carlinhos e Igor Fernandes; Marco Antônio (Marcos Ytalo) e Auremir (Igor Pereira); Patrick Allan (Thalissinho), Marquinhos e Kelvin (Caio Vitor); Bruno Mezenga. Técnico: Hélio dos Anjos.
  • SÃO PAULO - Rafael; Ferraresi, Arboleda, Alan Franco e Enzo Díaz; Alisson (Pablo Maia) e Oscar; Cédric (Bobadilla), Luciano (Ruan) e Lucas Ferreira (Rodriguinho); André Silva (Ryan Francisco). Técnico: Luis Zubeldía.
  • GOLS - Luciano, aos 3 minutos do primeiro tempo, e Rodriguinho, aos 29, e Hélio Borges, aos 39 minutos do segundo tempo
  • ÁRBITRO - Jonathan Benkenstein Pinheiro (RS)
  • CARTÕES AMARELOS - Wellerson e Carlinhos (Náutico) e Enzo Díaz e Rodriguinho (São Paulo).
  • CARTÕES VERMELHOS - Marquinhos (Náutico) e Ferraresi (São Paulo).
  • PÚBLICO - 16.832 presentes.
  • RENDA - R$ 1.600.968,00
  • LOCAL - Estádio dos Aflitos, no Recife.

O São Paulo está nas oitavas de final da Copa do Brasil. O time voltou a vencer o Náutico por 2 a 1, mesmo placar feito no primeiro jogo, no MorumBis, agora nos Aflitos, no Recife.

A mobilização dos torcedores da casa contagiou os jogadores, mas não houve vontade que superasse a má qualidade do gramado dos Aflitos, principal adversário dos dois times. As 16 mil pessoas presentes garantiram a maior renda da história do estádio, com R$ 1,6 milhão.

O São Paulo tenta, agora, vencer a segunda seguida no Campeonato Brasileiro, após bater o Grêmio, na última rodada. O adversário será o Mirassol, no sábado, no MorumBis.

São-paulinos frustraram festa da torcida do Náutico nos Aflitos. Foto: Rubens Chiri/São Paulo

Luciano, que já havia feito os dois gols no primeiro jogo, frustrou a festa. Ele aumentou a vantagem logo aos três minutos, de cabeça, após escanteio cobrado por Oscar.

A situação ficou ainda mais difícil para os pernambucanos quando Marquinhos entrou de sola em Cédric. O árbitro Jonathan Benkenstein Pinheiro deu amarelo, mas, após revisão expulsão o meia. O jogador saiu pedindo desculpas e foi aplaudido pelos torcedores.

O São Paulo manteve a pressão, mas não ampliou o placar. A reviravolta na primeira etapa aconteceu quando Ferraresi deu carrinho em Igor Fernandes. O roteiro foi o mesmo de Marquinhos: cartão amarelo, mas revisão que aplicou vermelho.

O Náutico reagiu com pressão. O time pernambucano dominou as ações. A bola rolava com dificuldade no campo, e a equipe precisava apelar para cruzamentos. Ficou ainda mais difícil quando começou uma chuva torrencial no Recife.

Gol cedo de Luciano aumentou a vantagem do time tricolor. Foto: Rubens Chiri/São Paulo

Hélio dos Anjos voltou para o segundo tempo com uma formação mais ofensiva. O Náutico continuou a empurrar o São Paulo para o campo de defesa, mas sem criar chances reais. O campo, castigado pela chuva, virou adversário para os dois times.

Os são-paulinos puderam ampliar em rara chance na segunda etapa. Cédric cruzou para André Silva, mas o atacante perdeu o tempo de bola e finalizou por cima do gol.

O centroavante saiu e deu lugar a Ryan Francisco, convocado pela torcida são-paulina. Foi o garoto que quase ampliou, cara a cara com Muriel. A defesa do goleiro sobrou para Rodriguinho, que bateu da intermediária e ampliou.

Os 16 mil torcedores do Náutico finalmente comemoraram quando Hélio Borges marcou após escanteio. O gol chegou a ser anulado por impedimento, mas o VAR confirmou a posição legal. Entretanto, mesmo aguerrido, o Náutico não conseguiu protagonizar uma remontada.

NÁUTICO 1 x 2 SÃO PAULO

  • NÁUTICO - Muriel; Arnaldo (Marcos Ytalo), Rayan, Carlinhos e Igor Fernandes; Marco Antônio (Marcos Ytalo) e Auremir (Igor Pereira); Patrick Allan (Thalissinho), Marquinhos e Kelvin (Caio Vitor); Bruno Mezenga. Técnico: Hélio dos Anjos.
  • SÃO PAULO - Rafael; Ferraresi, Arboleda, Alan Franco e Enzo Díaz; Alisson (Pablo Maia) e Oscar; Cédric (Bobadilla), Luciano (Ruan) e Lucas Ferreira (Rodriguinho); André Silva (Ryan Francisco). Técnico: Luis Zubeldía.
  • GOLS - Luciano, aos 3 minutos do primeiro tempo, e Rodriguinho, aos 29, e Hélio Borges, aos 39 minutos do segundo tempo
  • ÁRBITRO - Jonathan Benkenstein Pinheiro (RS)
  • CARTÕES AMARELOS - Wellerson e Carlinhos (Náutico) e Enzo Díaz e Rodriguinho (São Paulo).
  • CARTÕES VERMELHOS - Marquinhos (Náutico) e Ferraresi (São Paulo).
  • PÚBLICO - 16.832 presentes.
  • RENDA - R$ 1.600.968,00
  • LOCAL - Estádio dos Aflitos, no Recife.
Análise por Leonardo Catto

Jornalista natural de Santa Maria (RS), bacharel em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Repórter de Esportes do Estadão. Antes, fez parte do 32º Curso Estado de Jornalismo.

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