William acha que ganhou a camisa de titular


Por Agencia Estado

Nem quando recebeu de Leão o jaleco de cor laranja, que diferencia os titulares dos reservas, antes do treino de hoje cedo, William teve certeza de que vai ser o centroavante do time, amanhã à noite, contra o Cruz Azul. Porém, a sua confiança aumentou. Mentalmente procurou lembrar de todo o que o técnico vem exigindo dele e acredita que passou no último teste (o coletivo de hoje cedo), porém, prefere esperar. "A expectativa é grande e parece que as minhas chances são maiores porque o professor começou o treino comigo no time de cima. Ele não quer que eu fique parado lá frente. Quando o adversário estiver com a bola, vou ter que voltar um pouco para ajudar na marcação, procurar impedir que os zagueiros saiam jogando e também me movimentar para abrir espaços para quem vem de trás. Ele não me falou nada, mas acho que fiz tudo certo." Leão só decide amanhã, pouco antes do jogo, quem vai ser o centroavante. "Quero manter os dois (William e Douglas) bem espertos. Assim, o que for jogar não decepciona e o que ficar na reserva fica pronto para o caso de uma necessidade de mudança", disse Leão, após o treino. Ele não esconde que com a contusão de Ricardo Oliveira, ficou sem opções para a posição. Douglas não chega a ser um atacante de área e William só agora começa a demonstrar interesse. "Ele não é parecido com Ricardo Oliveira porque só faz o pivô e quem joga no Santos não pode fazer apenas uma função." Leão conta que no início tentou corrigir William com broncas, mas logo percebeu que não adiantava. "Aí passei a dar esporro mesmo e em seguida o tirei do banco e depois até da concentração. Mas só agora parece estar um pouco mais interessado." William confirma que sofreu muito até entender que a intenção do Leão era ajudá-lo. "Hoje vejo que tudo o que ele falava estava certo e que o errado era eu." Só não concorda que a sua falta de interesse nos treinos tenha sido provocada pela rápida ascensão dos seus companheiros Diego e Robinho, enquanto a sua vez nunca chegava. "Quando os dois se firmaram fiquei contente e achava que o próximo a entrar seria eu. Só que foram chegando outros jogadores para o ataque e, sem perceber, fui perdendo o ânimo. Mas esses castigos fizeram com que eu caísse na real e percebesse que as coisas não são como eu pensava e sim como ele (Leão) fala", reconhece o atacante que diz estar tão motivado quando estreou, com Diego, como titular, contra o América-RJ, no Rio-São Paulo, do ano passado. "Fiz um gol e quase o Diego fez o dele, com um passe meu, porque tropeçou", lembrou.

Nem quando recebeu de Leão o jaleco de cor laranja, que diferencia os titulares dos reservas, antes do treino de hoje cedo, William teve certeza de que vai ser o centroavante do time, amanhã à noite, contra o Cruz Azul. Porém, a sua confiança aumentou. Mentalmente procurou lembrar de todo o que o técnico vem exigindo dele e acredita que passou no último teste (o coletivo de hoje cedo), porém, prefere esperar. "A expectativa é grande e parece que as minhas chances são maiores porque o professor começou o treino comigo no time de cima. Ele não quer que eu fique parado lá frente. Quando o adversário estiver com a bola, vou ter que voltar um pouco para ajudar na marcação, procurar impedir que os zagueiros saiam jogando e também me movimentar para abrir espaços para quem vem de trás. Ele não me falou nada, mas acho que fiz tudo certo." Leão só decide amanhã, pouco antes do jogo, quem vai ser o centroavante. "Quero manter os dois (William e Douglas) bem espertos. Assim, o que for jogar não decepciona e o que ficar na reserva fica pronto para o caso de uma necessidade de mudança", disse Leão, após o treino. Ele não esconde que com a contusão de Ricardo Oliveira, ficou sem opções para a posição. Douglas não chega a ser um atacante de área e William só agora começa a demonstrar interesse. "Ele não é parecido com Ricardo Oliveira porque só faz o pivô e quem joga no Santos não pode fazer apenas uma função." Leão conta que no início tentou corrigir William com broncas, mas logo percebeu que não adiantava. "Aí passei a dar esporro mesmo e em seguida o tirei do banco e depois até da concentração. Mas só agora parece estar um pouco mais interessado." William confirma que sofreu muito até entender que a intenção do Leão era ajudá-lo. "Hoje vejo que tudo o que ele falava estava certo e que o errado era eu." Só não concorda que a sua falta de interesse nos treinos tenha sido provocada pela rápida ascensão dos seus companheiros Diego e Robinho, enquanto a sua vez nunca chegava. "Quando os dois se firmaram fiquei contente e achava que o próximo a entrar seria eu. Só que foram chegando outros jogadores para o ataque e, sem perceber, fui perdendo o ânimo. Mas esses castigos fizeram com que eu caísse na real e percebesse que as coisas não são como eu pensava e sim como ele (Leão) fala", reconhece o atacante que diz estar tão motivado quando estreou, com Diego, como titular, contra o América-RJ, no Rio-São Paulo, do ano passado. "Fiz um gol e quase o Diego fez o dele, com um passe meu, porque tropeçou", lembrou.

Nem quando recebeu de Leão o jaleco de cor laranja, que diferencia os titulares dos reservas, antes do treino de hoje cedo, William teve certeza de que vai ser o centroavante do time, amanhã à noite, contra o Cruz Azul. Porém, a sua confiança aumentou. Mentalmente procurou lembrar de todo o que o técnico vem exigindo dele e acredita que passou no último teste (o coletivo de hoje cedo), porém, prefere esperar. "A expectativa é grande e parece que as minhas chances são maiores porque o professor começou o treino comigo no time de cima. Ele não quer que eu fique parado lá frente. Quando o adversário estiver com a bola, vou ter que voltar um pouco para ajudar na marcação, procurar impedir que os zagueiros saiam jogando e também me movimentar para abrir espaços para quem vem de trás. Ele não me falou nada, mas acho que fiz tudo certo." Leão só decide amanhã, pouco antes do jogo, quem vai ser o centroavante. "Quero manter os dois (William e Douglas) bem espertos. Assim, o que for jogar não decepciona e o que ficar na reserva fica pronto para o caso de uma necessidade de mudança", disse Leão, após o treino. Ele não esconde que com a contusão de Ricardo Oliveira, ficou sem opções para a posição. Douglas não chega a ser um atacante de área e William só agora começa a demonstrar interesse. "Ele não é parecido com Ricardo Oliveira porque só faz o pivô e quem joga no Santos não pode fazer apenas uma função." Leão conta que no início tentou corrigir William com broncas, mas logo percebeu que não adiantava. "Aí passei a dar esporro mesmo e em seguida o tirei do banco e depois até da concentração. Mas só agora parece estar um pouco mais interessado." William confirma que sofreu muito até entender que a intenção do Leão era ajudá-lo. "Hoje vejo que tudo o que ele falava estava certo e que o errado era eu." Só não concorda que a sua falta de interesse nos treinos tenha sido provocada pela rápida ascensão dos seus companheiros Diego e Robinho, enquanto a sua vez nunca chegava. "Quando os dois se firmaram fiquei contente e achava que o próximo a entrar seria eu. Só que foram chegando outros jogadores para o ataque e, sem perceber, fui perdendo o ânimo. Mas esses castigos fizeram com que eu caísse na real e percebesse que as coisas não são como eu pensava e sim como ele (Leão) fala", reconhece o atacante que diz estar tão motivado quando estreou, com Diego, como titular, contra o América-RJ, no Rio-São Paulo, do ano passado. "Fiz um gol e quase o Diego fez o dele, com um passe meu, porque tropeçou", lembrou.

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