Tabela do IR será corrigida em 4,5%


O ministro das Relações Institucionais, Luiz Sérgio, confirmou que a atualização dos valores será feita por meio de uma medida provisória. Os tributos pagos nos primeiros meses do ano com base na tabela antiga poderão ser compensados na declaração de ajuste feita em 2012

Por Redação

Assim que o Congresso concluir a aprovação do salário mínimo o governo federal deverá propor por meio de medida provisória a correção da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) em 4,5%. A informação foi dada ontem pelo ministro das Relações Institucionais, Luiz Sérgio. "O que estamos fazendo é corrigir a tabela pela meta inflacionária. Como a meta é 4,5%, a correção é 4,5%", explicou Luiz Sérgio, que concedeu entrevista coletiva após reunião de coordenação política, no Palácio do Planalto. O ministro não explicou se o governo irá propor uma correção da tabela do IRPF só para 2011 ou se já serão estabelecidos reajustes também para os próximos anos do governo Dilma Rousseff. O secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, havia declarado anteontem que a correção da tabela de 2011, caso implementada, será retroativa a janeiro deste ano. Os tributos pagos nos primeiros meses do ano com base na tabela do IRPF antiga poderão ser compensados na declaração de ajuste feita em 2012. O ministro reafirmou que a medida provisória que trata da correção da tabela do Imposto de Renda só será enviada ao Congresso após a presidente Dilma sancionar a lei que cria a política de reajuste do mínimo até 2015, e que fixa o piso de 2011 em R$ 545. A votação do projeto no Senado deve ocorrer ainda nesta semana. E Dilma poderá sancionar a lei já na próxima semana. Segundo Luiz Sérgio, durante a reunião de coordenação com a presidente, o relator da proposta no Senado e líder do governo na Casa, senador Romero Jucá (PMDB-RR), afirmou que o Planalto não deve ter dificuldades em garantir a aprovação no Senado. Na semana passada, a base do governo na Câmara votou unida na proposta e não deu chances à oposição, que tentou por meio de dois destaques propostos por DEM e PSDB aumentar o piso nacional de R$ 510 para R$ 560 e R$ 600, respectivamente.

Assim que o Congresso concluir a aprovação do salário mínimo o governo federal deverá propor por meio de medida provisória a correção da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) em 4,5%. A informação foi dada ontem pelo ministro das Relações Institucionais, Luiz Sérgio. "O que estamos fazendo é corrigir a tabela pela meta inflacionária. Como a meta é 4,5%, a correção é 4,5%", explicou Luiz Sérgio, que concedeu entrevista coletiva após reunião de coordenação política, no Palácio do Planalto. O ministro não explicou se o governo irá propor uma correção da tabela do IRPF só para 2011 ou se já serão estabelecidos reajustes também para os próximos anos do governo Dilma Rousseff. O secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, havia declarado anteontem que a correção da tabela de 2011, caso implementada, será retroativa a janeiro deste ano. Os tributos pagos nos primeiros meses do ano com base na tabela do IRPF antiga poderão ser compensados na declaração de ajuste feita em 2012. O ministro reafirmou que a medida provisória que trata da correção da tabela do Imposto de Renda só será enviada ao Congresso após a presidente Dilma sancionar a lei que cria a política de reajuste do mínimo até 2015, e que fixa o piso de 2011 em R$ 545. A votação do projeto no Senado deve ocorrer ainda nesta semana. E Dilma poderá sancionar a lei já na próxima semana. Segundo Luiz Sérgio, durante a reunião de coordenação com a presidente, o relator da proposta no Senado e líder do governo na Casa, senador Romero Jucá (PMDB-RR), afirmou que o Planalto não deve ter dificuldades em garantir a aprovação no Senado. Na semana passada, a base do governo na Câmara votou unida na proposta e não deu chances à oposição, que tentou por meio de dois destaques propostos por DEM e PSDB aumentar o piso nacional de R$ 510 para R$ 560 e R$ 600, respectivamente.

Assim que o Congresso concluir a aprovação do salário mínimo o governo federal deverá propor por meio de medida provisória a correção da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) em 4,5%. A informação foi dada ontem pelo ministro das Relações Institucionais, Luiz Sérgio. "O que estamos fazendo é corrigir a tabela pela meta inflacionária. Como a meta é 4,5%, a correção é 4,5%", explicou Luiz Sérgio, que concedeu entrevista coletiva após reunião de coordenação política, no Palácio do Planalto. O ministro não explicou se o governo irá propor uma correção da tabela do IRPF só para 2011 ou se já serão estabelecidos reajustes também para os próximos anos do governo Dilma Rousseff. O secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, havia declarado anteontem que a correção da tabela de 2011, caso implementada, será retroativa a janeiro deste ano. Os tributos pagos nos primeiros meses do ano com base na tabela do IRPF antiga poderão ser compensados na declaração de ajuste feita em 2012. O ministro reafirmou que a medida provisória que trata da correção da tabela do Imposto de Renda só será enviada ao Congresso após a presidente Dilma sancionar a lei que cria a política de reajuste do mínimo até 2015, e que fixa o piso de 2011 em R$ 545. A votação do projeto no Senado deve ocorrer ainda nesta semana. E Dilma poderá sancionar a lei já na próxima semana. Segundo Luiz Sérgio, durante a reunião de coordenação com a presidente, o relator da proposta no Senado e líder do governo na Casa, senador Romero Jucá (PMDB-RR), afirmou que o Planalto não deve ter dificuldades em garantir a aprovação no Senado. Na semana passada, a base do governo na Câmara votou unida na proposta e não deu chances à oposição, que tentou por meio de dois destaques propostos por DEM e PSDB aumentar o piso nacional de R$ 510 para R$ 560 e R$ 600, respectivamente.

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