Lugares nos pódios? Mais uma vez, muito poucos


Por Redação

O atletismo do Brasil vai a Londres sem grandes revelações. A exceção é Mauro Vinícius da Silva, campeão mundial no salto em distância. A esperança de ver a bandeira nacional entre as três ganhadoras de medalhas ficam restritas a Fabiana Murer (salto com vara), Maurren Maggi (salto em distância) e nos revezamentos 4 x 100 metros (masculino e feminino).Em Pequim/2008, Maurren quebrou um jejum de 24 anos sem um ouro olímpico para o atletismo. Transformou-se na primeira mulher a subir no lugar mais alto do pódio. Em agosto, em Londres, fica difícil acreditar que algum atleta do masculino possa repetir o feito de Joaquim Cruz, obtido em Los Angeles/1984. As atenções, mais uma vez, ficarão voltadas para os atletas estrangeiros. O principal nome é do jamaicano Usain Bolt, que promete chocar o mundo mais uma vez com marcas impressionantes nas provas mais rápidas.Entre as mulheres, a russa Yelena Isinbayeva parece ter superado uma má fase e surge mais uma vez forte na busca do tricampeonato olímpico no salto com vara. Pior para Fabiana Murer, que terá de se superar para ficar entre as três primeiras colocadas.Apesar do esperado domínio jamaicano entre os velocistas e o desempenho quase insuperável dos quenianos nas provas de fundo, os Estados Unidos mostram-se dispostos a não perder o primeiro lugar no quadro de medalhas.O certo é que os 80 mil espectadores que irão lotar o Estádio Olímpico serão privilegiados por acompanhar tantos momentos eletrizantes.

O atletismo do Brasil vai a Londres sem grandes revelações. A exceção é Mauro Vinícius da Silva, campeão mundial no salto em distância. A esperança de ver a bandeira nacional entre as três ganhadoras de medalhas ficam restritas a Fabiana Murer (salto com vara), Maurren Maggi (salto em distância) e nos revezamentos 4 x 100 metros (masculino e feminino).Em Pequim/2008, Maurren quebrou um jejum de 24 anos sem um ouro olímpico para o atletismo. Transformou-se na primeira mulher a subir no lugar mais alto do pódio. Em agosto, em Londres, fica difícil acreditar que algum atleta do masculino possa repetir o feito de Joaquim Cruz, obtido em Los Angeles/1984. As atenções, mais uma vez, ficarão voltadas para os atletas estrangeiros. O principal nome é do jamaicano Usain Bolt, que promete chocar o mundo mais uma vez com marcas impressionantes nas provas mais rápidas.Entre as mulheres, a russa Yelena Isinbayeva parece ter superado uma má fase e surge mais uma vez forte na busca do tricampeonato olímpico no salto com vara. Pior para Fabiana Murer, que terá de se superar para ficar entre as três primeiras colocadas.Apesar do esperado domínio jamaicano entre os velocistas e o desempenho quase insuperável dos quenianos nas provas de fundo, os Estados Unidos mostram-se dispostos a não perder o primeiro lugar no quadro de medalhas.O certo é que os 80 mil espectadores que irão lotar o Estádio Olímpico serão privilegiados por acompanhar tantos momentos eletrizantes.

O atletismo do Brasil vai a Londres sem grandes revelações. A exceção é Mauro Vinícius da Silva, campeão mundial no salto em distância. A esperança de ver a bandeira nacional entre as três ganhadoras de medalhas ficam restritas a Fabiana Murer (salto com vara), Maurren Maggi (salto em distância) e nos revezamentos 4 x 100 metros (masculino e feminino).Em Pequim/2008, Maurren quebrou um jejum de 24 anos sem um ouro olímpico para o atletismo. Transformou-se na primeira mulher a subir no lugar mais alto do pódio. Em agosto, em Londres, fica difícil acreditar que algum atleta do masculino possa repetir o feito de Joaquim Cruz, obtido em Los Angeles/1984. As atenções, mais uma vez, ficarão voltadas para os atletas estrangeiros. O principal nome é do jamaicano Usain Bolt, que promete chocar o mundo mais uma vez com marcas impressionantes nas provas mais rápidas.Entre as mulheres, a russa Yelena Isinbayeva parece ter superado uma má fase e surge mais uma vez forte na busca do tricampeonato olímpico no salto com vara. Pior para Fabiana Murer, que terá de se superar para ficar entre as três primeiras colocadas.Apesar do esperado domínio jamaicano entre os velocistas e o desempenho quase insuperável dos quenianos nas provas de fundo, os Estados Unidos mostram-se dispostos a não perder o primeiro lugar no quadro de medalhas.O certo é que os 80 mil espectadores que irão lotar o Estádio Olímpico serão privilegiados por acompanhar tantos momentos eletrizantes.

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