O competente treinador fez uma visita nesta quarta-feira ao Estadão. Simpaticíssimo, Bial falou do início do projeto, que ele idealizou após um palestra que deu em Fortaleza, das dificuldades que foi montar uma equipe competitiva e que seu objetivo vai muito além da quadra.
O entusiasmo do técnico em massificar o basquete por lá, levá-lo para os colégios cearenses, é contagiante. Bial revelou que ainda tem mais um ano de contrato, mas que pretende renová-lo por mais dois. Tudo depende do retorno. Por isso, eu torço para o sucesso de sua equipe.
Além do projeto, Bial, claro, falou sobre o seu time, que busca uma vaga às quartas de final do NBB. A equipe perdeu o jogo quatro para o Paulistano na terça-feira, aqui em São Paulo, mas ele continua confiante em avançar.
Força não falta ao Basquete Cearense. O técnico revelou o esforço que foi necessário para colocar o time em quadra na terça em condições de quase vencer o Paulistano. A derrota foi por apenas quatro pontos: 89 a 85.
Seis jogadores sofreram com uma virose (Drudi, André Góes, Adriano, Schneider, Rogério e Matheus), sendo que três deles (Adriano, Schneider e Rogério) passaram a noite anterior ao jogo no hospital.
Aliás, o ala Felipe teve participação importante para que os companheiros recebessem um atendimento imediato e eficaz, no Hospital Metropolitano. O que mostra o quanto este grupo está unido para ir o mais longe possível no NBB.
O Basquete Cearense pode até ser eliminado na sexta-feira, mas o projeto de Alberto Bial precisa servir de exemplo para outros centros investirem no basquete.