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Há uma semana, o Vasco vencia o Santos, no Morumbis, por 6x0, escancarava a fragilidade do time do Neymar, e, talvez, uma eventual retomada vascaína...
Mas, no jogo seguinte, em Caxias, em 22 segundos apenas, o Vasco voltava à normalidade dos últimos pavorosos anos. Cometeu um pênalti infantil e perdeu o jogo para o Juventude (uma das equipes que mais perderam em 2025). Neste domingo, em São Januário cheio, o Vasco conheceu sua segunda derrota em casa na temporada. O que parece pouco. Mas menor ainda é a qualidade do futebol do seu time. Seja qual for o treinador.
Porque o Vasco perde para um Corinthians em reconstrução, um time frágil, equipe desfalcada do meio para frente, e que ainda assim foi melhor para conseguir um senhor resultado no Rio de Janeiro. Contra o Vasco combalido, um Vasco de novo desarrumado, um Vasco até desalmado e que é ainda mais desalmado com a sua torcida. Justamente na semana que passou do aniversário de 127 anos. O vascaíno não merece torcer por um time tão desorganizado dentro e um clube tão perdido fora de campo.
E contra o Corinthians ainda pior institucionalmente, que deve mais dinheiro, que não sabe quem vai ser presidente, e era melhor não saber os últimos presidentes que teve. Mas que conseguiu grande resultado, de novo com a base dando resultado, e com a mística da camisa corintiana fazendo a diferença quando menos se espera. Por mais que não se esperasse grande coisa em São Januário.
Mas mesmo com o bom resultado, o Corinthians terá muito trabalho em 2025. E 2026... E o Vasco, nesse lamentável quesito, empata. E muito feio.