Nezinho se recusa a jogar e expõe a crise no grupo


Por Erica Akie Hideshima

A seleção brasileira de basquete perdeu o rumo. Não dá mais para esconder a crise no grupo. Alguns jogadores tentaram negar, mas a recusa de Nezinho em entrar em quadra, quando solicitado pelo assistente-técnico Guerrinha, no jogo contra o Uruguai, na noite de quinta-feira, mostrou que a comissão técnica perdeu o comando do grupo. Guerrinha reportou a atitude do atleta ao técnico Lula Ferreira, que, por sua vez, chamou o jogador duas vezes. Nezinho ignorou o treinador, saiu do banco e passou reto por Lula, sendo abordado por Leandrinho (o astro da NBA não quer falar com os jornalistas). A rebeldia de Nezinho surpreendeu a comunidade do basquete brasileiro. O ala Renato, que por seis anos jogou no COC/Ribeirão Preto, comandado por Lula, ao lado do armador, admitiu: "Eu não sabia de nada disso, de nenhuma briga. O clima lá deve estar tenso." Renato e Nezinho sempre foram os jogadores mais importantes do Ribeirão, foi campeão brasileiro em 2003 e pentacampeão paulista . "O Lula e o Nezinho sempre foram unidos - pelo menos até dois anos atrás, quando o COC acabou. Boto a mão no fogo pelo Nezinho. É valente, guerreiro, um jogador sensacional. Se teve essa atitude é porque algo muito grave deve ter acontecido", ressaltou o ala, que jogou na seleção de 2001 a 2004. Nezinho sempre foi considerado pupilo de Lula. Nos bastidores, diz-se que só foi para a seleção por insistência do técnico. De qualquer forma, Renato defendeu Lula. "Não o considero ultrapassado, sempre foi muito exigente. Quando eu estava na seleção, nunca senti clima de panelinha, grupo separado. Poderia falar mal dele por não ter mais sido convocado, mas não seria a verdade."

A seleção brasileira de basquete perdeu o rumo. Não dá mais para esconder a crise no grupo. Alguns jogadores tentaram negar, mas a recusa de Nezinho em entrar em quadra, quando solicitado pelo assistente-técnico Guerrinha, no jogo contra o Uruguai, na noite de quinta-feira, mostrou que a comissão técnica perdeu o comando do grupo. Guerrinha reportou a atitude do atleta ao técnico Lula Ferreira, que, por sua vez, chamou o jogador duas vezes. Nezinho ignorou o treinador, saiu do banco e passou reto por Lula, sendo abordado por Leandrinho (o astro da NBA não quer falar com os jornalistas). A rebeldia de Nezinho surpreendeu a comunidade do basquete brasileiro. O ala Renato, que por seis anos jogou no COC/Ribeirão Preto, comandado por Lula, ao lado do armador, admitiu: "Eu não sabia de nada disso, de nenhuma briga. O clima lá deve estar tenso." Renato e Nezinho sempre foram os jogadores mais importantes do Ribeirão, foi campeão brasileiro em 2003 e pentacampeão paulista . "O Lula e o Nezinho sempre foram unidos - pelo menos até dois anos atrás, quando o COC acabou. Boto a mão no fogo pelo Nezinho. É valente, guerreiro, um jogador sensacional. Se teve essa atitude é porque algo muito grave deve ter acontecido", ressaltou o ala, que jogou na seleção de 2001 a 2004. Nezinho sempre foi considerado pupilo de Lula. Nos bastidores, diz-se que só foi para a seleção por insistência do técnico. De qualquer forma, Renato defendeu Lula. "Não o considero ultrapassado, sempre foi muito exigente. Quando eu estava na seleção, nunca senti clima de panelinha, grupo separado. Poderia falar mal dele por não ter mais sido convocado, mas não seria a verdade."

A seleção brasileira de basquete perdeu o rumo. Não dá mais para esconder a crise no grupo. Alguns jogadores tentaram negar, mas a recusa de Nezinho em entrar em quadra, quando solicitado pelo assistente-técnico Guerrinha, no jogo contra o Uruguai, na noite de quinta-feira, mostrou que a comissão técnica perdeu o comando do grupo. Guerrinha reportou a atitude do atleta ao técnico Lula Ferreira, que, por sua vez, chamou o jogador duas vezes. Nezinho ignorou o treinador, saiu do banco e passou reto por Lula, sendo abordado por Leandrinho (o astro da NBA não quer falar com os jornalistas). A rebeldia de Nezinho surpreendeu a comunidade do basquete brasileiro. O ala Renato, que por seis anos jogou no COC/Ribeirão Preto, comandado por Lula, ao lado do armador, admitiu: "Eu não sabia de nada disso, de nenhuma briga. O clima lá deve estar tenso." Renato e Nezinho sempre foram os jogadores mais importantes do Ribeirão, foi campeão brasileiro em 2003 e pentacampeão paulista . "O Lula e o Nezinho sempre foram unidos - pelo menos até dois anos atrás, quando o COC acabou. Boto a mão no fogo pelo Nezinho. É valente, guerreiro, um jogador sensacional. Se teve essa atitude é porque algo muito grave deve ter acontecido", ressaltou o ala, que jogou na seleção de 2001 a 2004. Nezinho sempre foi considerado pupilo de Lula. Nos bastidores, diz-se que só foi para a seleção por insistência do técnico. De qualquer forma, Renato defendeu Lula. "Não o considero ultrapassado, sempre foi muito exigente. Quando eu estava na seleção, nunca senti clima de panelinha, grupo separado. Poderia falar mal dele por não ter mais sido convocado, mas não seria a verdade."

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