Figueiredo diz que negociações terminam hoje


Giovana Girardi, do Rio

Por gabrielacupani

O embaixador Luiz Figueiredo Machado disse há pouco que está "absolutamente convencido" de que as discussões em torno do texto do documento "O Futuro que nós Queremos" serão fechadas nesta noite. "As coisas estão avançando bem. Estamos vencendo os obstáculos que ainda restavam", afirmou em coletiva à imprensa.

Em resposta à movimentação da delegação europeia, que manifestou interesse em estender a discussão até a conferência da alta cúpula (de chefes de Estado, que começa na quarta-feira) para tornar o texto mais ambicioso, afirmou: "O que disse para nossos colegas é que, se compararmos a um jogo de futebol, o tempo regulamentar (das negociações) terminou com o fim do comitê preparatório (reuniões que ocorreram de 13 a 16). Nós agora estamos na prorrogação e ela nunca tem um tempo mais longo que o jogo propriamente dito."

Segundo Figueiredo, um dos pontos que ainda apresenta dificuldade de acordo é o dos oceanos, em que busca se definir as regras sobre as águas internacionais.

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Já os chamados meios de implementação, que nas reuniões preparatórias colocaram em lados opostos o grupo do G-77 + China, que queriam a definição de um fundo de US$ 30 bilhões (proposta que acabou caindo no texto do Brasil), e os países ricos, devem incluir várias medidas.

Não será exclusivamente a cooperação para o desenvolvimento - o ODA (ajuda dos países ricos aos pobres estabelecida em 0,7% dos PIBs nacionais na Rio-92, e que nunca foi cumprida). A isso, diz Figueiredo, devem se somar outras modalidades de financiamento, como fundos de origem privada e de instituições financeiras internacionais.

O embaixador Luiz Figueiredo Machado disse há pouco que está "absolutamente convencido" de que as discussões em torno do texto do documento "O Futuro que nós Queremos" serão fechadas nesta noite. "As coisas estão avançando bem. Estamos vencendo os obstáculos que ainda restavam", afirmou em coletiva à imprensa.

Em resposta à movimentação da delegação europeia, que manifestou interesse em estender a discussão até a conferência da alta cúpula (de chefes de Estado, que começa na quarta-feira) para tornar o texto mais ambicioso, afirmou: "O que disse para nossos colegas é que, se compararmos a um jogo de futebol, o tempo regulamentar (das negociações) terminou com o fim do comitê preparatório (reuniões que ocorreram de 13 a 16). Nós agora estamos na prorrogação e ela nunca tem um tempo mais longo que o jogo propriamente dito."

Segundo Figueiredo, um dos pontos que ainda apresenta dificuldade de acordo é o dos oceanos, em que busca se definir as regras sobre as águas internacionais.

Já os chamados meios de implementação, que nas reuniões preparatórias colocaram em lados opostos o grupo do G-77 + China, que queriam a definição de um fundo de US$ 30 bilhões (proposta que acabou caindo no texto do Brasil), e os países ricos, devem incluir várias medidas.

Não será exclusivamente a cooperação para o desenvolvimento - o ODA (ajuda dos países ricos aos pobres estabelecida em 0,7% dos PIBs nacionais na Rio-92, e que nunca foi cumprida). A isso, diz Figueiredo, devem se somar outras modalidades de financiamento, como fundos de origem privada e de instituições financeiras internacionais.

O embaixador Luiz Figueiredo Machado disse há pouco que está "absolutamente convencido" de que as discussões em torno do texto do documento "O Futuro que nós Queremos" serão fechadas nesta noite. "As coisas estão avançando bem. Estamos vencendo os obstáculos que ainda restavam", afirmou em coletiva à imprensa.

Em resposta à movimentação da delegação europeia, que manifestou interesse em estender a discussão até a conferência da alta cúpula (de chefes de Estado, que começa na quarta-feira) para tornar o texto mais ambicioso, afirmou: "O que disse para nossos colegas é que, se compararmos a um jogo de futebol, o tempo regulamentar (das negociações) terminou com o fim do comitê preparatório (reuniões que ocorreram de 13 a 16). Nós agora estamos na prorrogação e ela nunca tem um tempo mais longo que o jogo propriamente dito."

Segundo Figueiredo, um dos pontos que ainda apresenta dificuldade de acordo é o dos oceanos, em que busca se definir as regras sobre as águas internacionais.

Já os chamados meios de implementação, que nas reuniões preparatórias colocaram em lados opostos o grupo do G-77 + China, que queriam a definição de um fundo de US$ 30 bilhões (proposta que acabou caindo no texto do Brasil), e os países ricos, devem incluir várias medidas.

Não será exclusivamente a cooperação para o desenvolvimento - o ODA (ajuda dos países ricos aos pobres estabelecida em 0,7% dos PIBs nacionais na Rio-92, e que nunca foi cumprida). A isso, diz Figueiredo, devem se somar outras modalidades de financiamento, como fundos de origem privada e de instituições financeiras internacionais.

O embaixador Luiz Figueiredo Machado disse há pouco que está "absolutamente convencido" de que as discussões em torno do texto do documento "O Futuro que nós Queremos" serão fechadas nesta noite. "As coisas estão avançando bem. Estamos vencendo os obstáculos que ainda restavam", afirmou em coletiva à imprensa.

Em resposta à movimentação da delegação europeia, que manifestou interesse em estender a discussão até a conferência da alta cúpula (de chefes de Estado, que começa na quarta-feira) para tornar o texto mais ambicioso, afirmou: "O que disse para nossos colegas é que, se compararmos a um jogo de futebol, o tempo regulamentar (das negociações) terminou com o fim do comitê preparatório (reuniões que ocorreram de 13 a 16). Nós agora estamos na prorrogação e ela nunca tem um tempo mais longo que o jogo propriamente dito."

Segundo Figueiredo, um dos pontos que ainda apresenta dificuldade de acordo é o dos oceanos, em que busca se definir as regras sobre as águas internacionais.

Já os chamados meios de implementação, que nas reuniões preparatórias colocaram em lados opostos o grupo do G-77 + China, que queriam a definição de um fundo de US$ 30 bilhões (proposta que acabou caindo no texto do Brasil), e os países ricos, devem incluir várias medidas.

Não será exclusivamente a cooperação para o desenvolvimento - o ODA (ajuda dos países ricos aos pobres estabelecida em 0,7% dos PIBs nacionais na Rio-92, e que nunca foi cumprida). A isso, diz Figueiredo, devem se somar outras modalidades de financiamento, como fundos de origem privada e de instituições financeiras internacionais.

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