Equipes da Fórmula 1 sofrem assalto nos arredores de Interlagos


Bandidos agiram na noite de sexta-feira contra integrantes da FIA e da Mercedes, de quem levaram alguns pertences

Por Ciro Campos, e Rodolfo Mondoni

Principal equipe da Fórmula 1 na atualidade, a Mercedes sofreu um assalto na saída do Autódromo de Interlagos, na noite desta sexta-feira, após a realização dos dois primeiros treinos livres do GP do Brasil. Uma van do time alemão foi abordada por criminosos, que levaram “itens valiosos” dos integrantes do veículo, na zona sul de São Paulo. O piloto Lewis Hamilton reclamou do episódio no Twitter.

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A assessoria de comunicação da Mercedes não revelou quais “itens valiosos” foram roubados. Mas informou que ninguém ficou ferido na ação. A equipe não acionou a polícia após o episódio, que assustou membros do time alemão. Neste sábado, as vans da Mercedes receberam escolta policial no trajeto do hotel até Interlagos.

Escuderia alemã foi alvo de ação de bandidos na região do autódromo Foto: JF Diorio/Estadão

Mas logo atrás vinha um veículo da Federação Internacional de Automobilismo (FIA). Como a van era blindada, saiu rapidamente e evitou qualquer perda material. Dentro do veículo estava o assessor de imprensa da entidade, o italiano Matteo Bonciani, que revelou não ter havido maior risco na ação.

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Acostumado a frequentar Interlagos há anos, Bonciani disse que foi a primeira vez que passou medo no Brasil. Mas preferiu minimizar o episódio. "Eu moro em Paris e essas coisas também acontecem lá", disse o italiano, já recuperado do susto. Nos últimos anos, houve registros de outros assaltos a equipes e pilotos da F-1 nas proximidades de Interlagos.

O assalto à Mercedes motivou o chefe de equipe Toto Wolff a se reunir com o promotor do GP do Brasil, Tamas Rohonyi. Eles tomaram café da manhã no box da equipe alemã, na companhia do austríaco Niki Lauda, tricampeão da Fórmula 1 e um dos dirigentes da Mercedes.

No Twitter, o tetracampeão Lewis Hamilton, piloto da Mercedes, reclamou do episódio. "Algumas pessoas da minha equipe foram ameaçadas por armas nas última noite deixando o autódromo aqui no Brasil. Foram disparados tiros e as armas foram apontadas para a cabeça deles. Isso é decepcionante de saber. Por favor, rezem por esses colegas que estão aqui como profissionais hoje, mesmo abalados", escreveu.

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Em outra mensagem, o piloto afirmou que episódios de violência como este costumam acontecer todos os anos no Brasil. Hamilton cobrou a Fórmula 1 e as equipes para tentarem fazer algo para melhorarem a situação de segurança nos arredores do autódromo de Interlagos.

 

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Principal equipe da Fórmula 1 na atualidade, a Mercedes sofreu um assalto na saída do Autódromo de Interlagos, na noite desta sexta-feira, após a realização dos dois primeiros treinos livres do GP do Brasil. Uma van do time alemão foi abordada por criminosos, que levaram “itens valiosos” dos integrantes do veículo, na zona sul de São Paulo. O piloto Lewis Hamilton reclamou do episódio no Twitter.

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A assessoria de comunicação da Mercedes não revelou quais “itens valiosos” foram roubados. Mas informou que ninguém ficou ferido na ação. A equipe não acionou a polícia após o episódio, que assustou membros do time alemão. Neste sábado, as vans da Mercedes receberam escolta policial no trajeto do hotel até Interlagos.

Escuderia alemã foi alvo de ação de bandidos na região do autódromo Foto: JF Diorio/Estadão

Mas logo atrás vinha um veículo da Federação Internacional de Automobilismo (FIA). Como a van era blindada, saiu rapidamente e evitou qualquer perda material. Dentro do veículo estava o assessor de imprensa da entidade, o italiano Matteo Bonciani, que revelou não ter havido maior risco na ação.

Acostumado a frequentar Interlagos há anos, Bonciani disse que foi a primeira vez que passou medo no Brasil. Mas preferiu minimizar o episódio. "Eu moro em Paris e essas coisas também acontecem lá", disse o italiano, já recuperado do susto. Nos últimos anos, houve registros de outros assaltos a equipes e pilotos da F-1 nas proximidades de Interlagos.

O assalto à Mercedes motivou o chefe de equipe Toto Wolff a se reunir com o promotor do GP do Brasil, Tamas Rohonyi. Eles tomaram café da manhã no box da equipe alemã, na companhia do austríaco Niki Lauda, tricampeão da Fórmula 1 e um dos dirigentes da Mercedes.

No Twitter, o tetracampeão Lewis Hamilton, piloto da Mercedes, reclamou do episódio. "Algumas pessoas da minha equipe foram ameaçadas por armas nas última noite deixando o autódromo aqui no Brasil. Foram disparados tiros e as armas foram apontadas para a cabeça deles. Isso é decepcionante de saber. Por favor, rezem por esses colegas que estão aqui como profissionais hoje, mesmo abalados", escreveu.

Em outra mensagem, o piloto afirmou que episódios de violência como este costumam acontecer todos os anos no Brasil. Hamilton cobrou a Fórmula 1 e as equipes para tentarem fazer algo para melhorarem a situação de segurança nos arredores do autódromo de Interlagos.

 

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Principal equipe da Fórmula 1 na atualidade, a Mercedes sofreu um assalto na saída do Autódromo de Interlagos, na noite desta sexta-feira, após a realização dos dois primeiros treinos livres do GP do Brasil. Uma van do time alemão foi abordada por criminosos, que levaram “itens valiosos” dos integrantes do veículo, na zona sul de São Paulo. O piloto Lewis Hamilton reclamou do episódio no Twitter.

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A assessoria de comunicação da Mercedes não revelou quais “itens valiosos” foram roubados. Mas informou que ninguém ficou ferido na ação. A equipe não acionou a polícia após o episódio, que assustou membros do time alemão. Neste sábado, as vans da Mercedes receberam escolta policial no trajeto do hotel até Interlagos.

Escuderia alemã foi alvo de ação de bandidos na região do autódromo Foto: JF Diorio/Estadão

Mas logo atrás vinha um veículo da Federação Internacional de Automobilismo (FIA). Como a van era blindada, saiu rapidamente e evitou qualquer perda material. Dentro do veículo estava o assessor de imprensa da entidade, o italiano Matteo Bonciani, que revelou não ter havido maior risco na ação.

Acostumado a frequentar Interlagos há anos, Bonciani disse que foi a primeira vez que passou medo no Brasil. Mas preferiu minimizar o episódio. "Eu moro em Paris e essas coisas também acontecem lá", disse o italiano, já recuperado do susto. Nos últimos anos, houve registros de outros assaltos a equipes e pilotos da F-1 nas proximidades de Interlagos.

O assalto à Mercedes motivou o chefe de equipe Toto Wolff a se reunir com o promotor do GP do Brasil, Tamas Rohonyi. Eles tomaram café da manhã no box da equipe alemã, na companhia do austríaco Niki Lauda, tricampeão da Fórmula 1 e um dos dirigentes da Mercedes.

No Twitter, o tetracampeão Lewis Hamilton, piloto da Mercedes, reclamou do episódio. "Algumas pessoas da minha equipe foram ameaçadas por armas nas última noite deixando o autódromo aqui no Brasil. Foram disparados tiros e as armas foram apontadas para a cabeça deles. Isso é decepcionante de saber. Por favor, rezem por esses colegas que estão aqui como profissionais hoje, mesmo abalados", escreveu.

Em outra mensagem, o piloto afirmou que episódios de violência como este costumam acontecer todos os anos no Brasil. Hamilton cobrou a Fórmula 1 e as equipes para tentarem fazer algo para melhorarem a situação de segurança nos arredores do autódromo de Interlagos.

 

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Principal equipe da Fórmula 1 na atualidade, a Mercedes sofreu um assalto na saída do Autódromo de Interlagos, na noite desta sexta-feira, após a realização dos dois primeiros treinos livres do GP do Brasil. Uma van do time alemão foi abordada por criminosos, que levaram “itens valiosos” dos integrantes do veículo, na zona sul de São Paulo. O piloto Lewis Hamilton reclamou do episódio no Twitter.

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A assessoria de comunicação da Mercedes não revelou quais “itens valiosos” foram roubados. Mas informou que ninguém ficou ferido na ação. A equipe não acionou a polícia após o episódio, que assustou membros do time alemão. Neste sábado, as vans da Mercedes receberam escolta policial no trajeto do hotel até Interlagos.

Escuderia alemã foi alvo de ação de bandidos na região do autódromo Foto: JF Diorio/Estadão

Mas logo atrás vinha um veículo da Federação Internacional de Automobilismo (FIA). Como a van era blindada, saiu rapidamente e evitou qualquer perda material. Dentro do veículo estava o assessor de imprensa da entidade, o italiano Matteo Bonciani, que revelou não ter havido maior risco na ação.

Acostumado a frequentar Interlagos há anos, Bonciani disse que foi a primeira vez que passou medo no Brasil. Mas preferiu minimizar o episódio. "Eu moro em Paris e essas coisas também acontecem lá", disse o italiano, já recuperado do susto. Nos últimos anos, houve registros de outros assaltos a equipes e pilotos da F-1 nas proximidades de Interlagos.

O assalto à Mercedes motivou o chefe de equipe Toto Wolff a se reunir com o promotor do GP do Brasil, Tamas Rohonyi. Eles tomaram café da manhã no box da equipe alemã, na companhia do austríaco Niki Lauda, tricampeão da Fórmula 1 e um dos dirigentes da Mercedes.

No Twitter, o tetracampeão Lewis Hamilton, piloto da Mercedes, reclamou do episódio. "Algumas pessoas da minha equipe foram ameaçadas por armas nas última noite deixando o autódromo aqui no Brasil. Foram disparados tiros e as armas foram apontadas para a cabeça deles. Isso é decepcionante de saber. Por favor, rezem por esses colegas que estão aqui como profissionais hoje, mesmo abalados", escreveu.

Em outra mensagem, o piloto afirmou que episódios de violência como este costumam acontecer todos os anos no Brasil. Hamilton cobrou a Fórmula 1 e as equipes para tentarem fazer algo para melhorarem a situação de segurança nos arredores do autódromo de Interlagos.

 

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