Obama analisa no Congresso a situação no Afeganistão


Presidente estuda o envio de mais soldados para a guerra enquanto aumenta a rejeição popular ao conflito

Por Efe

O presidente de EUA, Barack Obama, se reunirá nesta terça-feira, 6, com líderes democratas e republicanos de ambas câmaras do Congresso para analisar a deterioração da situação no Afeganistão, no momento em que aumenta a rejeição popular com a guerra no país.

 

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A reunião com os congressistas faz parte de uma série de consultas que o presidente realiza desde que o comandante das operações americanos e da Otan no Afeganistão, o general Stanley McChrystal, recomendou o envio de outros 40 mil soldados americanos a esse país.

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Segundo indicou na segunda-feira o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, a reunião permitirá que Obama explique aos congressistas a situação atual no Afeganistão "e lhes peça suas opiniões", tomando em conta o papel destacado do Congresso à hora de aprovar orçamentos. Na quarta-feira e na sexta-feira próximos, Obama se reunirá com seus assessores em temas de segurança nacional para analisar as estratégias americanas no Afeganistão e Paquistão, indicou Gibbs.

 

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Obama disse durante sua campanha que a luta antiterrorista devia concentrar-se no Afeganistão. Agora no poder, essa guerra sem reflexos de solução se transformou em uma verdadeira dor de cabeça. Segundo pesquisas recentes, 58% da opinião pública é contra a permanência de tropas americanas nesse país e só 39% respaldam o conflito.

 

No fim de semana passado, McChrystal voltou a defender o envio de mais tropas ao Afeganistão, mas por enquanto Obama adotou uma atitude mais cautelosa frente a um conflito que leva já oito anos. O contraste em posições em torno da estratégia bélica deu margem a conjeturas nos meios de comunicação americanos sobre possíveis tensões entre o Pentágono e a Casa Branca, algo que Gibbs quis minimizar em seu encontro com os jornalistas.

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Embora Gibbs afirmasse na segunda-feira que "está claro" que retirar-se do Afeganistão "não é uma opção", reiterou que a decisão final de Obama sobre o que deve fazer Estados Unidos no Afeganistão e Paquistão demorará previsivelmente várias semanas.

O presidente de EUA, Barack Obama, se reunirá nesta terça-feira, 6, com líderes democratas e republicanos de ambas câmaras do Congresso para analisar a deterioração da situação no Afeganistão, no momento em que aumenta a rejeição popular com a guerra no país.

 

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A reunião com os congressistas faz parte de uma série de consultas que o presidente realiza desde que o comandante das operações americanos e da Otan no Afeganistão, o general Stanley McChrystal, recomendou o envio de outros 40 mil soldados americanos a esse país.

 

Segundo indicou na segunda-feira o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, a reunião permitirá que Obama explique aos congressistas a situação atual no Afeganistão "e lhes peça suas opiniões", tomando em conta o papel destacado do Congresso à hora de aprovar orçamentos. Na quarta-feira e na sexta-feira próximos, Obama se reunirá com seus assessores em temas de segurança nacional para analisar as estratégias americanas no Afeganistão e Paquistão, indicou Gibbs.

 

Obama disse durante sua campanha que a luta antiterrorista devia concentrar-se no Afeganistão. Agora no poder, essa guerra sem reflexos de solução se transformou em uma verdadeira dor de cabeça. Segundo pesquisas recentes, 58% da opinião pública é contra a permanência de tropas americanas nesse país e só 39% respaldam o conflito.

 

No fim de semana passado, McChrystal voltou a defender o envio de mais tropas ao Afeganistão, mas por enquanto Obama adotou uma atitude mais cautelosa frente a um conflito que leva já oito anos. O contraste em posições em torno da estratégia bélica deu margem a conjeturas nos meios de comunicação americanos sobre possíveis tensões entre o Pentágono e a Casa Branca, algo que Gibbs quis minimizar em seu encontro com os jornalistas.

 

Embora Gibbs afirmasse na segunda-feira que "está claro" que retirar-se do Afeganistão "não é uma opção", reiterou que a decisão final de Obama sobre o que deve fazer Estados Unidos no Afeganistão e Paquistão demorará previsivelmente várias semanas.

O presidente de EUA, Barack Obama, se reunirá nesta terça-feira, 6, com líderes democratas e republicanos de ambas câmaras do Congresso para analisar a deterioração da situação no Afeganistão, no momento em que aumenta a rejeição popular com a guerra no país.

 

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A reunião com os congressistas faz parte de uma série de consultas que o presidente realiza desde que o comandante das operações americanos e da Otan no Afeganistão, o general Stanley McChrystal, recomendou o envio de outros 40 mil soldados americanos a esse país.

 

Segundo indicou na segunda-feira o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, a reunião permitirá que Obama explique aos congressistas a situação atual no Afeganistão "e lhes peça suas opiniões", tomando em conta o papel destacado do Congresso à hora de aprovar orçamentos. Na quarta-feira e na sexta-feira próximos, Obama se reunirá com seus assessores em temas de segurança nacional para analisar as estratégias americanas no Afeganistão e Paquistão, indicou Gibbs.

 

Obama disse durante sua campanha que a luta antiterrorista devia concentrar-se no Afeganistão. Agora no poder, essa guerra sem reflexos de solução se transformou em uma verdadeira dor de cabeça. Segundo pesquisas recentes, 58% da opinião pública é contra a permanência de tropas americanas nesse país e só 39% respaldam o conflito.

 

No fim de semana passado, McChrystal voltou a defender o envio de mais tropas ao Afeganistão, mas por enquanto Obama adotou uma atitude mais cautelosa frente a um conflito que leva já oito anos. O contraste em posições em torno da estratégia bélica deu margem a conjeturas nos meios de comunicação americanos sobre possíveis tensões entre o Pentágono e a Casa Branca, algo que Gibbs quis minimizar em seu encontro com os jornalistas.

 

Embora Gibbs afirmasse na segunda-feira que "está claro" que retirar-se do Afeganistão "não é uma opção", reiterou que a decisão final de Obama sobre o que deve fazer Estados Unidos no Afeganistão e Paquistão demorará previsivelmente várias semanas.

O presidente de EUA, Barack Obama, se reunirá nesta terça-feira, 6, com líderes democratas e republicanos de ambas câmaras do Congresso para analisar a deterioração da situação no Afeganistão, no momento em que aumenta a rejeição popular com a guerra no país.

 

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A reunião com os congressistas faz parte de uma série de consultas que o presidente realiza desde que o comandante das operações americanos e da Otan no Afeganistão, o general Stanley McChrystal, recomendou o envio de outros 40 mil soldados americanos a esse país.

 

Segundo indicou na segunda-feira o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, a reunião permitirá que Obama explique aos congressistas a situação atual no Afeganistão "e lhes peça suas opiniões", tomando em conta o papel destacado do Congresso à hora de aprovar orçamentos. Na quarta-feira e na sexta-feira próximos, Obama se reunirá com seus assessores em temas de segurança nacional para analisar as estratégias americanas no Afeganistão e Paquistão, indicou Gibbs.

 

Obama disse durante sua campanha que a luta antiterrorista devia concentrar-se no Afeganistão. Agora no poder, essa guerra sem reflexos de solução se transformou em uma verdadeira dor de cabeça. Segundo pesquisas recentes, 58% da opinião pública é contra a permanência de tropas americanas nesse país e só 39% respaldam o conflito.

 

No fim de semana passado, McChrystal voltou a defender o envio de mais tropas ao Afeganistão, mas por enquanto Obama adotou uma atitude mais cautelosa frente a um conflito que leva já oito anos. O contraste em posições em torno da estratégia bélica deu margem a conjeturas nos meios de comunicação americanos sobre possíveis tensões entre o Pentágono e a Casa Branca, algo que Gibbs quis minimizar em seu encontro com os jornalistas.

 

Embora Gibbs afirmasse na segunda-feira que "está claro" que retirar-se do Afeganistão "não é uma opção", reiterou que a decisão final de Obama sobre o que deve fazer Estados Unidos no Afeganistão e Paquistão demorará previsivelmente várias semanas.

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