Acordo entre Colômbia e EUA é 'plano de guerra', diz Chávez


Para presidente venezuelano, América do Sul está vulnerável por conta da espionagem americana

Por Efe

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, advertiu nesta terça-feira, 8, os seus colegas na 28ª Cúpula do Mercosul que o acordo militar entre Colômbia e EUA para que os americanos possam instalar bases militares no país sul-americano é um "plano de guerra contra a América do Sul".

 

Apesar de os "governos da Colômbia e dos EUA tentarem maquiá-lo", o projeto dá a Washington "grande capacidade de intervir sobre nós a qualquer momento, graças à espionagem, ao monitoramento e à inteligência", afirmou Chávez.

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Frente a Lula e aos presidentes do Uruguai, Tabaré Vázquez, e da Argentina, Cristina Kirchner, Chávez indicou que a partir das bases na Colômbia "os aviões americanos podem chegar ao Cone Sul sem necessidade de abastecimento". "Não há tecnologia que tenhamos que possa anular a tecnologia ianque", completou o venezuelano, acrescentando que seu país continuará a denunciar os riscos do acordo.

 

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Ao final de seu discurso, porém, Chávez usou um tom mais conciliador. "Somos povos irmãos, queremos cuidar da unidade pela qual estamos trabalhando tanto", disse.

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, advertiu nesta terça-feira, 8, os seus colegas na 28ª Cúpula do Mercosul que o acordo militar entre Colômbia e EUA para que os americanos possam instalar bases militares no país sul-americano é um "plano de guerra contra a América do Sul".

 

Apesar de os "governos da Colômbia e dos EUA tentarem maquiá-lo", o projeto dá a Washington "grande capacidade de intervir sobre nós a qualquer momento, graças à espionagem, ao monitoramento e à inteligência", afirmou Chávez.

 

Frente a Lula e aos presidentes do Uruguai, Tabaré Vázquez, e da Argentina, Cristina Kirchner, Chávez indicou que a partir das bases na Colômbia "os aviões americanos podem chegar ao Cone Sul sem necessidade de abastecimento". "Não há tecnologia que tenhamos que possa anular a tecnologia ianque", completou o venezuelano, acrescentando que seu país continuará a denunciar os riscos do acordo.

 

Ao final de seu discurso, porém, Chávez usou um tom mais conciliador. "Somos povos irmãos, queremos cuidar da unidade pela qual estamos trabalhando tanto", disse.

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, advertiu nesta terça-feira, 8, os seus colegas na 28ª Cúpula do Mercosul que o acordo militar entre Colômbia e EUA para que os americanos possam instalar bases militares no país sul-americano é um "plano de guerra contra a América do Sul".

 

Apesar de os "governos da Colômbia e dos EUA tentarem maquiá-lo", o projeto dá a Washington "grande capacidade de intervir sobre nós a qualquer momento, graças à espionagem, ao monitoramento e à inteligência", afirmou Chávez.

 

Frente a Lula e aos presidentes do Uruguai, Tabaré Vázquez, e da Argentina, Cristina Kirchner, Chávez indicou que a partir das bases na Colômbia "os aviões americanos podem chegar ao Cone Sul sem necessidade de abastecimento". "Não há tecnologia que tenhamos que possa anular a tecnologia ianque", completou o venezuelano, acrescentando que seu país continuará a denunciar os riscos do acordo.

 

Ao final de seu discurso, porém, Chávez usou um tom mais conciliador. "Somos povos irmãos, queremos cuidar da unidade pela qual estamos trabalhando tanto", disse.

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, advertiu nesta terça-feira, 8, os seus colegas na 28ª Cúpula do Mercosul que o acordo militar entre Colômbia e EUA para que os americanos possam instalar bases militares no país sul-americano é um "plano de guerra contra a América do Sul".

 

Apesar de os "governos da Colômbia e dos EUA tentarem maquiá-lo", o projeto dá a Washington "grande capacidade de intervir sobre nós a qualquer momento, graças à espionagem, ao monitoramento e à inteligência", afirmou Chávez.

 

Frente a Lula e aos presidentes do Uruguai, Tabaré Vázquez, e da Argentina, Cristina Kirchner, Chávez indicou que a partir das bases na Colômbia "os aviões americanos podem chegar ao Cone Sul sem necessidade de abastecimento". "Não há tecnologia que tenhamos que possa anular a tecnologia ianque", completou o venezuelano, acrescentando que seu país continuará a denunciar os riscos do acordo.

 

Ao final de seu discurso, porém, Chávez usou um tom mais conciliador. "Somos povos irmãos, queremos cuidar da unidade pela qual estamos trabalhando tanto", disse.

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