Ao menos 60 morreram no Iraque nesta quarta-feira


Violência segue intensa, e embaixador dos EUA afirma que não haverá mudanças na política americana em relação ao Iraque, apesar do resultado das eleições

Por Agencia Estado

Ao menos 60 pessoas morreram no Iraque nesta quarta-feira, em diferentes incidentes por todo o país. Em um distrito xiita de Bagdá, dois morteiros caíram em um campo de futebol enquanto vários homens jogavam no local. As forças americanas afirmaram ter matado 14 supostos insurgentes, prenderam 48 e resgataram um policial iraquiano seqüestrado em uma das operações fora de Bagdá, que começaram na terça-feira. Não há relatos de baixas nas tropas americanas nessas operações. Mas os militares afirmaram que um marine morreu nesta quarta-feira durante confronto na conturbada província de Anbar, a oeste de Bagdá, e um soldado dos EUA morreu na terça-feira em Kirkuk, também em combate. As mortes elevam o número de soldados americanos mortos neste mês para 21. Outubro foi o quarto mês mais sangrento para as tropas dos EUA desde o início da guerra, com 105 baixas. As mortes dos americanos e a persistente violência no Iraque estão entre as principais questões que auxiliaram os democratas a tomar o controle do Congresso dos republicanos nas eleições desta terça-feira. Mas o embaixador dos EUA no Iraque, Zalmay Khalilzad, afirmou não esperar que a política norte-americana mude dramaticamente, apesar da decepção com as eleições. "Os americanos estão prontos para continuar apoiando o Iraque, já que os iraquianos precisam caminhar", disse em declaração filmada.

Ao menos 60 pessoas morreram no Iraque nesta quarta-feira, em diferentes incidentes por todo o país. Em um distrito xiita de Bagdá, dois morteiros caíram em um campo de futebol enquanto vários homens jogavam no local. As forças americanas afirmaram ter matado 14 supostos insurgentes, prenderam 48 e resgataram um policial iraquiano seqüestrado em uma das operações fora de Bagdá, que começaram na terça-feira. Não há relatos de baixas nas tropas americanas nessas operações. Mas os militares afirmaram que um marine morreu nesta quarta-feira durante confronto na conturbada província de Anbar, a oeste de Bagdá, e um soldado dos EUA morreu na terça-feira em Kirkuk, também em combate. As mortes elevam o número de soldados americanos mortos neste mês para 21. Outubro foi o quarto mês mais sangrento para as tropas dos EUA desde o início da guerra, com 105 baixas. As mortes dos americanos e a persistente violência no Iraque estão entre as principais questões que auxiliaram os democratas a tomar o controle do Congresso dos republicanos nas eleições desta terça-feira. Mas o embaixador dos EUA no Iraque, Zalmay Khalilzad, afirmou não esperar que a política norte-americana mude dramaticamente, apesar da decepção com as eleições. "Os americanos estão prontos para continuar apoiando o Iraque, já que os iraquianos precisam caminhar", disse em declaração filmada.

Ao menos 60 pessoas morreram no Iraque nesta quarta-feira, em diferentes incidentes por todo o país. Em um distrito xiita de Bagdá, dois morteiros caíram em um campo de futebol enquanto vários homens jogavam no local. As forças americanas afirmaram ter matado 14 supostos insurgentes, prenderam 48 e resgataram um policial iraquiano seqüestrado em uma das operações fora de Bagdá, que começaram na terça-feira. Não há relatos de baixas nas tropas americanas nessas operações. Mas os militares afirmaram que um marine morreu nesta quarta-feira durante confronto na conturbada província de Anbar, a oeste de Bagdá, e um soldado dos EUA morreu na terça-feira em Kirkuk, também em combate. As mortes elevam o número de soldados americanos mortos neste mês para 21. Outubro foi o quarto mês mais sangrento para as tropas dos EUA desde o início da guerra, com 105 baixas. As mortes dos americanos e a persistente violência no Iraque estão entre as principais questões que auxiliaram os democratas a tomar o controle do Congresso dos republicanos nas eleições desta terça-feira. Mas o embaixador dos EUA no Iraque, Zalmay Khalilzad, afirmou não esperar que a política norte-americana mude dramaticamente, apesar da decepção com as eleições. "Os americanos estão prontos para continuar apoiando o Iraque, já que os iraquianos precisam caminhar", disse em declaração filmada.

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