Ataque mata 30 em casa de líder tribal em Bagdá


Por AP e Bagdá

Um suicida detonou ontem uma bomba durante um encontro convocado por um líder tribal em Bagdá, capital do Iraque, matando 30 pessoas e ferindo outras 110. O atentado ocorreu na localidade de Youssifiyah, um reduto sunita no sul de Bagdá. Essa vizinhança já foi conhecida como "o triângulo da morte", por causa da violência extrema que caracterizava suas ruas e becos. O encontro estava sendo realizado na casa do xeque Mohammed Abdullah Salih, líder da tribo de Al-Garaqul. Todos estavam almoçando no momento da explosão. De acordo com policiais, que falaram sob condição de anonimato, estavam presentes outros importantes líderes tribais da região. O homem-bomba não seria um dos convidados, mas alguém que entrou na casa sem ser percebido. "Vimos os vidros se quebrando. Havia muito sangue e pedaços de corpos espalhados pelo chão e pela parede", disse Ismael Abu Ayab al-Qaraghuli, que estava a alguns metros da casa do xeque Salih quando a explosão ocorreu. Ainda ontem, duas pessoas foram mortas quando homens armados abriram fogo em um posto de controle montado por integrantes do grupo Filhos do Iraque, criado por sunitas que se opõem à ação da Al-Qaeda e colaboram com as forças de segurança dos EUA no patrulhamento de Bagdá. O incidente ocorreu em Jurf al-Sakhar, que fica 64 quilômetros ao sul da capital iraquiana. Outras quatro pessoas ficaram feridas. MENOS VIOLÊNCIA Apesar de os ataques ainda serem frequentes no Iraque, eles sofreram uma redução no ano passado em relação a 2007. Segundo o governo iraquiano, cerca de 5.300 civis foram mortos em 2008. No ano anterior, foram aproximadamente 16.200. Essa redução, segundo analistas, deve-se em parte ao aumento das tropas americanas no país e a uma série de acordos entre líderes tribais. Em meio a um cenário um pouco menos crítico no Iraque, os EUA entregaram na quinta-feira às autoridades iraquianas o controle da Zona Verde de Bagdá, a área mais fortificada do país onde ficam as embaixadas, e do palácio do deposto presidente Saddam Hussein.

Um suicida detonou ontem uma bomba durante um encontro convocado por um líder tribal em Bagdá, capital do Iraque, matando 30 pessoas e ferindo outras 110. O atentado ocorreu na localidade de Youssifiyah, um reduto sunita no sul de Bagdá. Essa vizinhança já foi conhecida como "o triângulo da morte", por causa da violência extrema que caracterizava suas ruas e becos. O encontro estava sendo realizado na casa do xeque Mohammed Abdullah Salih, líder da tribo de Al-Garaqul. Todos estavam almoçando no momento da explosão. De acordo com policiais, que falaram sob condição de anonimato, estavam presentes outros importantes líderes tribais da região. O homem-bomba não seria um dos convidados, mas alguém que entrou na casa sem ser percebido. "Vimos os vidros se quebrando. Havia muito sangue e pedaços de corpos espalhados pelo chão e pela parede", disse Ismael Abu Ayab al-Qaraghuli, que estava a alguns metros da casa do xeque Salih quando a explosão ocorreu. Ainda ontem, duas pessoas foram mortas quando homens armados abriram fogo em um posto de controle montado por integrantes do grupo Filhos do Iraque, criado por sunitas que se opõem à ação da Al-Qaeda e colaboram com as forças de segurança dos EUA no patrulhamento de Bagdá. O incidente ocorreu em Jurf al-Sakhar, que fica 64 quilômetros ao sul da capital iraquiana. Outras quatro pessoas ficaram feridas. MENOS VIOLÊNCIA Apesar de os ataques ainda serem frequentes no Iraque, eles sofreram uma redução no ano passado em relação a 2007. Segundo o governo iraquiano, cerca de 5.300 civis foram mortos em 2008. No ano anterior, foram aproximadamente 16.200. Essa redução, segundo analistas, deve-se em parte ao aumento das tropas americanas no país e a uma série de acordos entre líderes tribais. Em meio a um cenário um pouco menos crítico no Iraque, os EUA entregaram na quinta-feira às autoridades iraquianas o controle da Zona Verde de Bagdá, a área mais fortificada do país onde ficam as embaixadas, e do palácio do deposto presidente Saddam Hussein.

Um suicida detonou ontem uma bomba durante um encontro convocado por um líder tribal em Bagdá, capital do Iraque, matando 30 pessoas e ferindo outras 110. O atentado ocorreu na localidade de Youssifiyah, um reduto sunita no sul de Bagdá. Essa vizinhança já foi conhecida como "o triângulo da morte", por causa da violência extrema que caracterizava suas ruas e becos. O encontro estava sendo realizado na casa do xeque Mohammed Abdullah Salih, líder da tribo de Al-Garaqul. Todos estavam almoçando no momento da explosão. De acordo com policiais, que falaram sob condição de anonimato, estavam presentes outros importantes líderes tribais da região. O homem-bomba não seria um dos convidados, mas alguém que entrou na casa sem ser percebido. "Vimos os vidros se quebrando. Havia muito sangue e pedaços de corpos espalhados pelo chão e pela parede", disse Ismael Abu Ayab al-Qaraghuli, que estava a alguns metros da casa do xeque Salih quando a explosão ocorreu. Ainda ontem, duas pessoas foram mortas quando homens armados abriram fogo em um posto de controle montado por integrantes do grupo Filhos do Iraque, criado por sunitas que se opõem à ação da Al-Qaeda e colaboram com as forças de segurança dos EUA no patrulhamento de Bagdá. O incidente ocorreu em Jurf al-Sakhar, que fica 64 quilômetros ao sul da capital iraquiana. Outras quatro pessoas ficaram feridas. MENOS VIOLÊNCIA Apesar de os ataques ainda serem frequentes no Iraque, eles sofreram uma redução no ano passado em relação a 2007. Segundo o governo iraquiano, cerca de 5.300 civis foram mortos em 2008. No ano anterior, foram aproximadamente 16.200. Essa redução, segundo analistas, deve-se em parte ao aumento das tropas americanas no país e a uma série de acordos entre líderes tribais. Em meio a um cenário um pouco menos crítico no Iraque, os EUA entregaram na quinta-feira às autoridades iraquianas o controle da Zona Verde de Bagdá, a área mais fortificada do país onde ficam as embaixadas, e do palácio do deposto presidente Saddam Hussein.

Atualizamos nossa política de cookies

Ao utilizar nossos serviços, você aceita a política de monitoramento de cookies.