Ato em prol de minoria muçulmana em Mianmar reúne 20 mil em Bangladesh


De túnica branca e cantando "Deus é o maior", uma multidão se reuniu perto da grande mesquita de Dacca

DACCA - Cerca de 20 mil muçulmanos foram às ruas da capital de Bangladesh, nesta segunda-feira, 18, para protestar contra a violência sofrida pela minoria muçulmana rohingya em Mianmar. De túnica branca e cantando "Deus é o maior", uma multidão se reuniu nesta segunda de manhã perto da grande mesquita de Dacca para, então, caminhar até a embaixada birmanesa para "sitiá-la".

O grupo islamita Hefazat-e-Islami, que convocou a manifestação, disse querer cercar a representação diplomática com centenas de milhares de partidários. O forte dispositivo policial mobilizado para o protesto bloqueou a multidão no centro de Daca. Apenas uma delegação de dez pessoas foi autorizada a chegar à missão diplomática para apresentar um abaixo-assinado.

Militantes islâmicos marcham em Dacca em prol da minoria étnica rohingya, em Mianmar Foto: AFP PHOTO / Munir UZ ZAMAN
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"Cerca de 20 mil pessoas se uniram à manifestação", declarou o oficial da Polícia de Daca Anwar Hosain, descrevendo um clima de "tensão". Segundo ele, no início da tarde os manifestantes se dispersaram.

"É nosso dever religioso denunciar os massacres em Mianmar", declarou Abu Raihan, ex-estudante de uma escola corânica que foi a Daca se somar à manifestação.

Mais de 410 mil membros da minoria muçulmana rohingya seguiram para Bangladesh desde 25 de agosto, fugindo da campanha de repressão do Exército birmanês deflagrada em resposta a ataques de rebeldes rohingyas.

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A ONU classificou como "limpeza étnica" o que está acontecendo em Mianmar. A situação provocou uma onda de solidariedade no mundo muçulmano. Atos de apoio foram registrados no Paquistão, na Malásia e na Indonésia.

Grupos islamitas bengalis pedem ao governo que inicie uma guerra contra Mianmare que intervenha militarmente no oeste do país vizinho para defender os rohingyas. / AFP

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A governante de fato de Mianmar, Aung San Suu Kyi, cancelou nesta quarta-feira sua participação na Assembleia Geral das Nações Unidas no fim de setembro, depois que a ONU afirmou que a minoria muçulmana rohingya é vítima de "limpeza étnica".

DACCA - Cerca de 20 mil muçulmanos foram às ruas da capital de Bangladesh, nesta segunda-feira, 18, para protestar contra a violência sofrida pela minoria muçulmana rohingya em Mianmar. De túnica branca e cantando "Deus é o maior", uma multidão se reuniu nesta segunda de manhã perto da grande mesquita de Dacca para, então, caminhar até a embaixada birmanesa para "sitiá-la".

O grupo islamita Hefazat-e-Islami, que convocou a manifestação, disse querer cercar a representação diplomática com centenas de milhares de partidários. O forte dispositivo policial mobilizado para o protesto bloqueou a multidão no centro de Daca. Apenas uma delegação de dez pessoas foi autorizada a chegar à missão diplomática para apresentar um abaixo-assinado.

Militantes islâmicos marcham em Dacca em prol da minoria étnica rohingya, em Mianmar Foto: AFP PHOTO / Munir UZ ZAMAN

"Cerca de 20 mil pessoas se uniram à manifestação", declarou o oficial da Polícia de Daca Anwar Hosain, descrevendo um clima de "tensão". Segundo ele, no início da tarde os manifestantes se dispersaram.

"É nosso dever religioso denunciar os massacres em Mianmar", declarou Abu Raihan, ex-estudante de uma escola corânica que foi a Daca se somar à manifestação.

Mais de 410 mil membros da minoria muçulmana rohingya seguiram para Bangladesh desde 25 de agosto, fugindo da campanha de repressão do Exército birmanês deflagrada em resposta a ataques de rebeldes rohingyas.

A ONU classificou como "limpeza étnica" o que está acontecendo em Mianmar. A situação provocou uma onda de solidariedade no mundo muçulmano. Atos de apoio foram registrados no Paquistão, na Malásia e na Indonésia.

Grupos islamitas bengalis pedem ao governo que inicie uma guerra contra Mianmare que intervenha militarmente no oeste do país vizinho para defender os rohingyas. / AFP

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A governante de fato de Mianmar, Aung San Suu Kyi, cancelou nesta quarta-feira sua participação na Assembleia Geral das Nações Unidas no fim de setembro, depois que a ONU afirmou que a minoria muçulmana rohingya é vítima de "limpeza étnica".

DACCA - Cerca de 20 mil muçulmanos foram às ruas da capital de Bangladesh, nesta segunda-feira, 18, para protestar contra a violência sofrida pela minoria muçulmana rohingya em Mianmar. De túnica branca e cantando "Deus é o maior", uma multidão se reuniu nesta segunda de manhã perto da grande mesquita de Dacca para, então, caminhar até a embaixada birmanesa para "sitiá-la".

O grupo islamita Hefazat-e-Islami, que convocou a manifestação, disse querer cercar a representação diplomática com centenas de milhares de partidários. O forte dispositivo policial mobilizado para o protesto bloqueou a multidão no centro de Daca. Apenas uma delegação de dez pessoas foi autorizada a chegar à missão diplomática para apresentar um abaixo-assinado.

Militantes islâmicos marcham em Dacca em prol da minoria étnica rohingya, em Mianmar Foto: AFP PHOTO / Munir UZ ZAMAN

"Cerca de 20 mil pessoas se uniram à manifestação", declarou o oficial da Polícia de Daca Anwar Hosain, descrevendo um clima de "tensão". Segundo ele, no início da tarde os manifestantes se dispersaram.

"É nosso dever religioso denunciar os massacres em Mianmar", declarou Abu Raihan, ex-estudante de uma escola corânica que foi a Daca se somar à manifestação.

Mais de 410 mil membros da minoria muçulmana rohingya seguiram para Bangladesh desde 25 de agosto, fugindo da campanha de repressão do Exército birmanês deflagrada em resposta a ataques de rebeldes rohingyas.

A ONU classificou como "limpeza étnica" o que está acontecendo em Mianmar. A situação provocou uma onda de solidariedade no mundo muçulmano. Atos de apoio foram registrados no Paquistão, na Malásia e na Indonésia.

Grupos islamitas bengalis pedem ao governo que inicie uma guerra contra Mianmare que intervenha militarmente no oeste do país vizinho para defender os rohingyas. / AFP

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A governante de fato de Mianmar, Aung San Suu Kyi, cancelou nesta quarta-feira sua participação na Assembleia Geral das Nações Unidas no fim de setembro, depois que a ONU afirmou que a minoria muçulmana rohingya é vítima de "limpeza étnica".

DACCA - Cerca de 20 mil muçulmanos foram às ruas da capital de Bangladesh, nesta segunda-feira, 18, para protestar contra a violência sofrida pela minoria muçulmana rohingya em Mianmar. De túnica branca e cantando "Deus é o maior", uma multidão se reuniu nesta segunda de manhã perto da grande mesquita de Dacca para, então, caminhar até a embaixada birmanesa para "sitiá-la".

O grupo islamita Hefazat-e-Islami, que convocou a manifestação, disse querer cercar a representação diplomática com centenas de milhares de partidários. O forte dispositivo policial mobilizado para o protesto bloqueou a multidão no centro de Daca. Apenas uma delegação de dez pessoas foi autorizada a chegar à missão diplomática para apresentar um abaixo-assinado.

Militantes islâmicos marcham em Dacca em prol da minoria étnica rohingya, em Mianmar Foto: AFP PHOTO / Munir UZ ZAMAN

"Cerca de 20 mil pessoas se uniram à manifestação", declarou o oficial da Polícia de Daca Anwar Hosain, descrevendo um clima de "tensão". Segundo ele, no início da tarde os manifestantes se dispersaram.

"É nosso dever religioso denunciar os massacres em Mianmar", declarou Abu Raihan, ex-estudante de uma escola corânica que foi a Daca se somar à manifestação.

Mais de 410 mil membros da minoria muçulmana rohingya seguiram para Bangladesh desde 25 de agosto, fugindo da campanha de repressão do Exército birmanês deflagrada em resposta a ataques de rebeldes rohingyas.

A ONU classificou como "limpeza étnica" o que está acontecendo em Mianmar. A situação provocou uma onda de solidariedade no mundo muçulmano. Atos de apoio foram registrados no Paquistão, na Malásia e na Indonésia.

Grupos islamitas bengalis pedem ao governo que inicie uma guerra contra Mianmare que intervenha militarmente no oeste do país vizinho para defender os rohingyas. / AFP

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