Chávez fica constrangido ao ser questionado sobre saída do poder


Líder venezuelano afirmou que não tem sucessor à vista e que está no poder por vontade do povo

Por LEONENCIO NOSSA E DENISE CHRISPIM MARIM

Em entrevista nesta quarta-feira, 28, no Palácio do Itamaraty, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, não escondeu o constrangimento ao ser questionado sobre quando deixará o poder.

 

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Uma repórter lembrou a Chávez que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, presente à entrevista, terminará o mandato em dezembro e perguntou quando o venezuelano pretende deixar o governo. "Vocês vão eleger um novo presidente. Eu não tenho previsto isto. Não tenho sucessor à vista, nem sucessão", respondeu Chávez.Segurando um pequeno livro da Constituição venezuelana, Chávez discorreu sobre as relações Brasil/Venezuela e só depois disse que está no poder por vontade do povo e da Constituição.

 

Ele disse ainda que as mudanças que lhe garantiram permanecer no poder foram aprovadas pelo povo. A repórter, então, disse que, no Brasil, o presidente Lula também tinha popularidade, mas não quis alterar a Constituição.

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"Na Europa não havia democracia. Na Espanha, há um rei vitalício e um primeiro-ministro que pode ser eleito quantas vezes o povo quiser", disse Chávez, ainda constrangido.Ele disse que, dentro de dois anos, haverá novas eleições na Venezuela para saber o que o povo quer. Minutos antes, Chávez ainda teve que ouvir Lula reclamar da tradição de golpes e contragolpes no continente americano.

 

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Lula reclamava especialmente de Honduras que, na interpretação dele, foi atingida por um golpe contrao então presidente Manuel Zelaya. Chávez, além de sofrer um golpe, também esteve à frente de um movimento contra o governo da Venezuela nos anos 90.O presidente venezuelano elogiou a política externa brasileira e criticou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Chávez relatou que, numa cúpula das Américas, realizada no Canadá, ficou surpreso com a atitude de "subordinação" de Fernando Henrique a Washington.

Em entrevista nesta quarta-feira, 28, no Palácio do Itamaraty, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, não escondeu o constrangimento ao ser questionado sobre quando deixará o poder.

 

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Ele disse ainda que as mudanças que lhe garantiram permanecer no poder foram aprovadas pelo povo. A repórter, então, disse que, no Brasil, o presidente Lula também tinha popularidade, mas não quis alterar a Constituição.

 

"Na Europa não havia democracia. Na Espanha, há um rei vitalício e um primeiro-ministro que pode ser eleito quantas vezes o povo quiser", disse Chávez, ainda constrangido.Ele disse que, dentro de dois anos, haverá novas eleições na Venezuela para saber o que o povo quer. Minutos antes, Chávez ainda teve que ouvir Lula reclamar da tradição de golpes e contragolpes no continente americano.

 

Lula reclamava especialmente de Honduras que, na interpretação dele, foi atingida por um golpe contrao então presidente Manuel Zelaya. Chávez, além de sofrer um golpe, também esteve à frente de um movimento contra o governo da Venezuela nos anos 90.O presidente venezuelano elogiou a política externa brasileira e criticou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Chávez relatou que, numa cúpula das Américas, realizada no Canadá, ficou surpreso com a atitude de "subordinação" de Fernando Henrique a Washington.

Em entrevista nesta quarta-feira, 28, no Palácio do Itamaraty, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, não escondeu o constrangimento ao ser questionado sobre quando deixará o poder.

 

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Ele disse ainda que as mudanças que lhe garantiram permanecer no poder foram aprovadas pelo povo. A repórter, então, disse que, no Brasil, o presidente Lula também tinha popularidade, mas não quis alterar a Constituição.

 

"Na Europa não havia democracia. Na Espanha, há um rei vitalício e um primeiro-ministro que pode ser eleito quantas vezes o povo quiser", disse Chávez, ainda constrangido.Ele disse que, dentro de dois anos, haverá novas eleições na Venezuela para saber o que o povo quer. Minutos antes, Chávez ainda teve que ouvir Lula reclamar da tradição de golpes e contragolpes no continente americano.

 

Lula reclamava especialmente de Honduras que, na interpretação dele, foi atingida por um golpe contrao então presidente Manuel Zelaya. Chávez, além de sofrer um golpe, também esteve à frente de um movimento contra o governo da Venezuela nos anos 90.O presidente venezuelano elogiou a política externa brasileira e criticou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Chávez relatou que, numa cúpula das Américas, realizada no Canadá, ficou surpreso com a atitude de "subordinação" de Fernando Henrique a Washington.

Em entrevista nesta quarta-feira, 28, no Palácio do Itamaraty, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, não escondeu o constrangimento ao ser questionado sobre quando deixará o poder.

 

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Ele disse ainda que as mudanças que lhe garantiram permanecer no poder foram aprovadas pelo povo. A repórter, então, disse que, no Brasil, o presidente Lula também tinha popularidade, mas não quis alterar a Constituição.

 

"Na Europa não havia democracia. Na Espanha, há um rei vitalício e um primeiro-ministro que pode ser eleito quantas vezes o povo quiser", disse Chávez, ainda constrangido.Ele disse que, dentro de dois anos, haverá novas eleições na Venezuela para saber o que o povo quer. Minutos antes, Chávez ainda teve que ouvir Lula reclamar da tradição de golpes e contragolpes no continente americano.

 

Lula reclamava especialmente de Honduras que, na interpretação dele, foi atingida por um golpe contrao então presidente Manuel Zelaya. Chávez, além de sofrer um golpe, também esteve à frente de um movimento contra o governo da Venezuela nos anos 90.O presidente venezuelano elogiou a política externa brasileira e criticou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Chávez relatou que, numa cúpula das Américas, realizada no Canadá, ficou surpreso com a atitude de "subordinação" de Fernando Henrique a Washington.

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