Chefe de gabinete de Milei renuncia após acusações de ocultar US$ 500 mil


Em carta no X, Manuel Adorni nega envolvimento em escândalo de corrupção; caso afetou a popularidade do presidente argentino

Por Redação
Atualização:

BUENOS AIRES - O chefe de gabinete argentino, Manuel Adorni, apresentou sua renúncia neste sábado, 27, ao presidente Javier Milei, pressionado após admitir, há duas semanas, que omitiu US$ 500 mil (cerca de R$ 2,6 milhões) em suas declarações de bens.

A saída ocorre em meio a pressões políticas e investigações judiciais por suposto enriquecimento ilícito.

Nos últimos meses, a popularidade de Milei tem caído, em meio ao caso Adorni e a um pessimismo maior da população com a economia.

continua após a publicidade
Manuel Adorni, de 46 anos, começou no governo como porta-voz presidencial em 2023 Foto: Luis Robayo/LUIS ROBAYO

“Os intermináveis ataques da mídia que tenho suportado me levaram a pedir que, desta vez, o senhor me acompanhe para que eu possa encerrar este ciclo a fim de proteger a mim e à minha família”, escreveu Adorni, que nega qualquer envolvimento em corrupção, em uma carta ao presidente Javier Milei publicada no X.

continua após a publicidade

“A perseguição tem um limite, e eu descobri o meu”, afirmou.

Uma das figuras mais próximas de Milei, Adorni admitiu que o dinheiro se tratava de economias “não declaradas” provenientes de investimentos em criptomoedas entre 2014 e 2018.

continua após a publicidade

Isso contradiz suas declarações anteriores ao Congresso, onde em abril havia sustentado que “nunca houve ocultação alguma” de seu patrimônio.

Adorni, de 46 anos, começou no governo como porta-voz presidencial em 2023 e passou à chefia de gabinete em novembro passado. /AFP

Este conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado por nossa equipe editorial. Saiba mais em nossa Política de IA.

continua após a publicidade

BUENOS AIRES - O chefe de gabinete argentino, Manuel Adorni, apresentou sua renúncia neste sábado, 27, ao presidente Javier Milei, pressionado após admitir, há duas semanas, que omitiu US$ 500 mil (cerca de R$ 2,6 milhões) em suas declarações de bens.

A saída ocorre em meio a pressões políticas e investigações judiciais por suposto enriquecimento ilícito.

Nos últimos meses, a popularidade de Milei tem caído, em meio ao caso Adorni e a um pessimismo maior da população com a economia.

Manuel Adorni, de 46 anos, começou no governo como porta-voz presidencial em 2023 Foto: Luis Robayo/LUIS ROBAYO

“Os intermináveis ataques da mídia que tenho suportado me levaram a pedir que, desta vez, o senhor me acompanhe para que eu possa encerrar este ciclo a fim de proteger a mim e à minha família”, escreveu Adorni, que nega qualquer envolvimento em corrupção, em uma carta ao presidente Javier Milei publicada no X.

“A perseguição tem um limite, e eu descobri o meu”, afirmou.

Uma das figuras mais próximas de Milei, Adorni admitiu que o dinheiro se tratava de economias “não declaradas” provenientes de investimentos em criptomoedas entre 2014 e 2018.

Isso contradiz suas declarações anteriores ao Congresso, onde em abril havia sustentado que “nunca houve ocultação alguma” de seu patrimônio.

Adorni, de 46 anos, começou no governo como porta-voz presidencial em 2023 e passou à chefia de gabinete em novembro passado. /AFP

Este conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado por nossa equipe editorial. Saiba mais em nossa Política de IA.

BUENOS AIRES - O chefe de gabinete argentino, Manuel Adorni, apresentou sua renúncia neste sábado, 27, ao presidente Javier Milei, pressionado após admitir, há duas semanas, que omitiu US$ 500 mil (cerca de R$ 2,6 milhões) em suas declarações de bens.

A saída ocorre em meio a pressões políticas e investigações judiciais por suposto enriquecimento ilícito.

Nos últimos meses, a popularidade de Milei tem caído, em meio ao caso Adorni e a um pessimismo maior da população com a economia.

Manuel Adorni, de 46 anos, começou no governo como porta-voz presidencial em 2023 Foto: Luis Robayo/LUIS ROBAYO

“Os intermináveis ataques da mídia que tenho suportado me levaram a pedir que, desta vez, o senhor me acompanhe para que eu possa encerrar este ciclo a fim de proteger a mim e à minha família”, escreveu Adorni, que nega qualquer envolvimento em corrupção, em uma carta ao presidente Javier Milei publicada no X.

“A perseguição tem um limite, e eu descobri o meu”, afirmou.

Uma das figuras mais próximas de Milei, Adorni admitiu que o dinheiro se tratava de economias “não declaradas” provenientes de investimentos em criptomoedas entre 2014 e 2018.

Isso contradiz suas declarações anteriores ao Congresso, onde em abril havia sustentado que “nunca houve ocultação alguma” de seu patrimônio.

Adorni, de 46 anos, começou no governo como porta-voz presidencial em 2023 e passou à chefia de gabinete em novembro passado. /AFP

Este conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado por nossa equipe editorial. Saiba mais em nossa Política de IA.

Atualizamos nossa política de cookies

Ao utilizar nossos serviços, você aceita a política de monitoramento de cookies.