Mundo em Desalinho

As luzes de Xangai


 

Por claudiatrevisan

Nenhuma cidade traduz tão bem a vertiginosa ascensão chinesa das últimas três décadas do que Xangai . E nada em Xangai é mais emblemático da transformação histórica do país quanto as duas margens do rio Huangpu, que divide a paisagem entre o passado de humilhação colonial e o atual momento de emergência econômica.

A recente prosperidade é exibida em Pudong, que significa "a Leste do [Huang] Pu" e possui um cenário futurista digno de Flash Gordon ou dos Jetsons. Pudong é o centro financeiro de Xangai, onde estão a Bolsa de Valores e os bancos, nacionais e estrangeiros.

O mais impressionante é que nenhuma das construções que vocês vêem nas fotos abaixo existia até o início da década de 1990, quando a região que era basicamente agrícola foi transformada em uma Zona Econômica Especial pelo governo chinês.Pudong é um dos poucos lugares do mundo onde o skyline muda de um ano para outro, com novos edifícios que brotam do chão em tempo recorde. 

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Do outro lado do rio está Puxi ("a Oeste do [Huang] Pu"), que concentra os bairros antigos de Xangai e os resquícios da colonização por potências estrangeiras no fim do Século XIX e começo do XX. A margem é ocupada pelo Bund, antiga concessão inglesa onde funcionava a alfândega, o Hong Kong and Shanghai  Banking Corporation (embrião do atual HSBC) e várias empresas estrangeiras. A arquitetura européia dos edifícios foi preservada e o conjunto contrasta com os arranha-céus e a profusão de luzes da outra margem.

Luzes são uma obsessão dos chineses e aparecem em profusão nas grandes cidades do país. Mas em Xangai, a iluminação parece uma parte orgânica da paisagem, exagerada e onipresente. 

Aí vão as fotos, tiradas no último fim de semana:

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Nenhuma cidade traduz tão bem a vertiginosa ascensão chinesa das últimas três décadas do que Xangai . E nada em Xangai é mais emblemático da transformação histórica do país quanto as duas margens do rio Huangpu, que divide a paisagem entre o passado de humilhação colonial e o atual momento de emergência econômica.

A recente prosperidade é exibida em Pudong, que significa "a Leste do [Huang] Pu" e possui um cenário futurista digno de Flash Gordon ou dos Jetsons. Pudong é o centro financeiro de Xangai, onde estão a Bolsa de Valores e os bancos, nacionais e estrangeiros.

O mais impressionante é que nenhuma das construções que vocês vêem nas fotos abaixo existia até o início da década de 1990, quando a região que era basicamente agrícola foi transformada em uma Zona Econômica Especial pelo governo chinês.Pudong é um dos poucos lugares do mundo onde o skyline muda de um ano para outro, com novos edifícios que brotam do chão em tempo recorde. 

Do outro lado do rio está Puxi ("a Oeste do [Huang] Pu"), que concentra os bairros antigos de Xangai e os resquícios da colonização por potências estrangeiras no fim do Século XIX e começo do XX. A margem é ocupada pelo Bund, antiga concessão inglesa onde funcionava a alfândega, o Hong Kong and Shanghai  Banking Corporation (embrião do atual HSBC) e várias empresas estrangeiras. A arquitetura européia dos edifícios foi preservada e o conjunto contrasta com os arranha-céus e a profusão de luzes da outra margem.

Luzes são uma obsessão dos chineses e aparecem em profusão nas grandes cidades do país. Mas em Xangai, a iluminação parece uma parte orgânica da paisagem, exagerada e onipresente. 

Aí vão as fotos, tiradas no último fim de semana:

 

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Nenhuma cidade traduz tão bem a vertiginosa ascensão chinesa das últimas três décadas do que Xangai . E nada em Xangai é mais emblemático da transformação histórica do país quanto as duas margens do rio Huangpu, que divide a paisagem entre o passado de humilhação colonial e o atual momento de emergência econômica.

A recente prosperidade é exibida em Pudong, que significa "a Leste do [Huang] Pu" e possui um cenário futurista digno de Flash Gordon ou dos Jetsons. Pudong é o centro financeiro de Xangai, onde estão a Bolsa de Valores e os bancos, nacionais e estrangeiros.

O mais impressionante é que nenhuma das construções que vocês vêem nas fotos abaixo existia até o início da década de 1990, quando a região que era basicamente agrícola foi transformada em uma Zona Econômica Especial pelo governo chinês.Pudong é um dos poucos lugares do mundo onde o skyline muda de um ano para outro, com novos edifícios que brotam do chão em tempo recorde. 

Do outro lado do rio está Puxi ("a Oeste do [Huang] Pu"), que concentra os bairros antigos de Xangai e os resquícios da colonização por potências estrangeiras no fim do Século XIX e começo do XX. A margem é ocupada pelo Bund, antiga concessão inglesa onde funcionava a alfândega, o Hong Kong and Shanghai  Banking Corporation (embrião do atual HSBC) e várias empresas estrangeiras. A arquitetura européia dos edifícios foi preservada e o conjunto contrasta com os arranha-céus e a profusão de luzes da outra margem.

Luzes são uma obsessão dos chineses e aparecem em profusão nas grandes cidades do país. Mas em Xangai, a iluminação parece uma parte orgânica da paisagem, exagerada e onipresente. 

Aí vão as fotos, tiradas no último fim de semana:

 

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Nenhuma cidade traduz tão bem a vertiginosa ascensão chinesa das últimas três décadas do que Xangai . E nada em Xangai é mais emblemático da transformação histórica do país quanto as duas margens do rio Huangpu, que divide a paisagem entre o passado de humilhação colonial e o atual momento de emergência econômica.

A recente prosperidade é exibida em Pudong, que significa "a Leste do [Huang] Pu" e possui um cenário futurista digno de Flash Gordon ou dos Jetsons. Pudong é o centro financeiro de Xangai, onde estão a Bolsa de Valores e os bancos, nacionais e estrangeiros.

O mais impressionante é que nenhuma das construções que vocês vêem nas fotos abaixo existia até o início da década de 1990, quando a região que era basicamente agrícola foi transformada em uma Zona Econômica Especial pelo governo chinês.Pudong é um dos poucos lugares do mundo onde o skyline muda de um ano para outro, com novos edifícios que brotam do chão em tempo recorde. 

Do outro lado do rio está Puxi ("a Oeste do [Huang] Pu"), que concentra os bairros antigos de Xangai e os resquícios da colonização por potências estrangeiras no fim do Século XIX e começo do XX. A margem é ocupada pelo Bund, antiga concessão inglesa onde funcionava a alfândega, o Hong Kong and Shanghai  Banking Corporation (embrião do atual HSBC) e várias empresas estrangeiras. A arquitetura européia dos edifícios foi preservada e o conjunto contrasta com os arranha-céus e a profusão de luzes da outra margem.

Luzes são uma obsessão dos chineses e aparecem em profusão nas grandes cidades do país. Mas em Xangai, a iluminação parece uma parte orgânica da paisagem, exagerada e onipresente. 

Aí vão as fotos, tiradas no último fim de semana:

 

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