EUA deportam ex-rebelde da Libéria acusado de abusos em guerra


Um ex-líder rebelde da Libéria acusado de encomendar assassinatos e de recrutar crianças como soldados durante a sangrenta guerra civil nos anos de 1990, chegou a seu país a Oeste da África como um homem livre na sexta-feira à noite, após ser deportado dos Estados Unidos. George Saigbe Boley, 62, foi alvo da primeira ordem de remoção feita pela corte de imigração dos EUA, utilizando a Lei de Prevenção de Crianças Soldados de 2008, que permite que um residente seja deportado caso tenha recrutado e utilizado crianças como soldados. Boley é um ex-líder do Conselho Liberiano de Paz (LPC), facção que lutou contra as forças do ex-presidente Charles Taylor, das quais alguns membros foram acusados de atrocidades na Comissão de Reconciliação e Verdade da Libéria. "A remoção de George Boley é um grande passo na resolução de sérios abusos dos direitos humanos que o Sr. Boley perpetrou na Libéria nos anos de 1990", disse o diretor da Fiscalização de Imigração e Alfândega dos EUA, John Morton, em comunicado. "Os Estados Unidos sempre deram as boas-vindas a refugiados e àqueles fugindo da opressão, mas nós não seremos um paraíso para violadores dos direitos humanos e criminosos de guerra." Não ficou claro, no entanto, se Boley enfrentaria qualquer ação legal na Libéria. Boley, que estudou nos EUA nos anos 1970 e é casado com uma cidadã norte-americana, passou dois anos na cadeia antes de sua detenção. As guerras na Libéria e em Sierra Leoa resultaram na morte de mais de 250 mil pessoas durante os anos 1990. (Reportagem de Clair MacDougall)

Um ex-líder rebelde da Libéria acusado de encomendar assassinatos e de recrutar crianças como soldados durante a sangrenta guerra civil nos anos de 1990, chegou a seu país a Oeste da África como um homem livre na sexta-feira à noite, após ser deportado dos Estados Unidos. George Saigbe Boley, 62, foi alvo da primeira ordem de remoção feita pela corte de imigração dos EUA, utilizando a Lei de Prevenção de Crianças Soldados de 2008, que permite que um residente seja deportado caso tenha recrutado e utilizado crianças como soldados. Boley é um ex-líder do Conselho Liberiano de Paz (LPC), facção que lutou contra as forças do ex-presidente Charles Taylor, das quais alguns membros foram acusados de atrocidades na Comissão de Reconciliação e Verdade da Libéria. "A remoção de George Boley é um grande passo na resolução de sérios abusos dos direitos humanos que o Sr. Boley perpetrou na Libéria nos anos de 1990", disse o diretor da Fiscalização de Imigração e Alfândega dos EUA, John Morton, em comunicado. "Os Estados Unidos sempre deram as boas-vindas a refugiados e àqueles fugindo da opressão, mas nós não seremos um paraíso para violadores dos direitos humanos e criminosos de guerra." Não ficou claro, no entanto, se Boley enfrentaria qualquer ação legal na Libéria. Boley, que estudou nos EUA nos anos 1970 e é casado com uma cidadã norte-americana, passou dois anos na cadeia antes de sua detenção. As guerras na Libéria e em Sierra Leoa resultaram na morte de mais de 250 mil pessoas durante os anos 1990. (Reportagem de Clair MacDougall)

Um ex-líder rebelde da Libéria acusado de encomendar assassinatos e de recrutar crianças como soldados durante a sangrenta guerra civil nos anos de 1990, chegou a seu país a Oeste da África como um homem livre na sexta-feira à noite, após ser deportado dos Estados Unidos. George Saigbe Boley, 62, foi alvo da primeira ordem de remoção feita pela corte de imigração dos EUA, utilizando a Lei de Prevenção de Crianças Soldados de 2008, que permite que um residente seja deportado caso tenha recrutado e utilizado crianças como soldados. Boley é um ex-líder do Conselho Liberiano de Paz (LPC), facção que lutou contra as forças do ex-presidente Charles Taylor, das quais alguns membros foram acusados de atrocidades na Comissão de Reconciliação e Verdade da Libéria. "A remoção de George Boley é um grande passo na resolução de sérios abusos dos direitos humanos que o Sr. Boley perpetrou na Libéria nos anos de 1990", disse o diretor da Fiscalização de Imigração e Alfândega dos EUA, John Morton, em comunicado. "Os Estados Unidos sempre deram as boas-vindas a refugiados e àqueles fugindo da opressão, mas nós não seremos um paraíso para violadores dos direitos humanos e criminosos de guerra." Não ficou claro, no entanto, se Boley enfrentaria qualquer ação legal na Libéria. Boley, que estudou nos EUA nos anos 1970 e é casado com uma cidadã norte-americana, passou dois anos na cadeia antes de sua detenção. As guerras na Libéria e em Sierra Leoa resultaram na morte de mais de 250 mil pessoas durante os anos 1990. (Reportagem de Clair MacDougall)

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