Incêndios são controlados, mas mídia critica reação do governo


Jornais dizem que erros cometidos nos incêndios de 2007 foram repetidos

Por Agência Estado e Associated Press

As críticas dos meios de comunicação eram o maior problema do governo grego nesta terça-feira, 25, já que os incêndios perto de Atenas estavam controlados, após dois dias de devastação. Bombeiros patrulhavam áreas atingidas norte e ao leste da capital nesta terça-feira, verificando a possibilidade de novas chamas e avaliando os danos.

 

Os jornais gregos dizem que o governo não aprendeu com os incêndios de 2007 e que fracassou em melhorar as medidas contra o fogo. "Erros fatais e omissões", diz a manchete do jornal conservador Kathimerini. "Os mesmo erros foram repetidos... Falta de coordenação, avaliação falha da situação, atrasos e lutas internas", publicou o diário.

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Os jornais de oposição foram ainda mais críticos. A manchete do diário Eleftherotypia descreve os incêndios como "O Estado Criminal". O jornal Ta Nea escreveu "é culpa dos pinheiros", fazendo piada com uma declaração do porta-voz do governo, Evangelos Antonaros, que disse que "os pinheiros podem ser bonitos mas eles impedem os esforços para combater o fogo".

 

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Em editorial, o Ta Nea culpou a recusa do governo em aceitar ajuda de outros países como a Rússia e afirmou que "nos últimos cinco anos... nenhum equipamento foi comprado".

 

Os meios de comunicação gregos informaram que uma oferta da Rússia de envio de um avião e um helicóptero para ajudar no combate aos incêndios foi recusada, bem como a oferta da Áustria de enviar seis helicópteros. O governo grego não fez comentários sobre essas acusações.

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Danos

 

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Pelo menos 150 casas foram queimadas e dezenas de milhares de hectares de florestas de pinheiros, oliveiras, vegetação e terras destinadas a agricultura foram dizimadas. Especialistas dizem que vai levar gerações até que as florestas se recuperem, mas alguns dizem que elas queimaram além da possibilidade de recuperação natural.

 

Foram os incêndios mais destrutivos já registrados na região de Ática e os piores na Grécia desde 2007, quando o fogo durou mais de dois meses, atingindo 275 mil hectares, e matou 76 pessoas.

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Funcionários do governo não disseram como o incêndio começou na noite de sexta-feira. Centenas de focos de incêndio atingem a Grécia a cada verão. Alguns são iniciados intencionalmente, geralmente por vendedores de terras ou fazendeiros que querem expandir a área para a criação de animais.

 

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O governo conservador defende seus esforços na luta contra os focos de incêndio, que incluíram aviões que despejam água vindos da Itália, Chipre e França. Antonaros disse nesta terça-feira que os esforços foram "bem coordenados". O gabinete de governo reuniu-se nesta terça para discutir possíveis medidas de ajuda para quem teve a casa danificada.

As críticas dos meios de comunicação eram o maior problema do governo grego nesta terça-feira, 25, já que os incêndios perto de Atenas estavam controlados, após dois dias de devastação. Bombeiros patrulhavam áreas atingidas norte e ao leste da capital nesta terça-feira, verificando a possibilidade de novas chamas e avaliando os danos.

 

Os jornais gregos dizem que o governo não aprendeu com os incêndios de 2007 e que fracassou em melhorar as medidas contra o fogo. "Erros fatais e omissões", diz a manchete do jornal conservador Kathimerini. "Os mesmo erros foram repetidos... Falta de coordenação, avaliação falha da situação, atrasos e lutas internas", publicou o diário.

 

Os jornais de oposição foram ainda mais críticos. A manchete do diário Eleftherotypia descreve os incêndios como "O Estado Criminal". O jornal Ta Nea escreveu "é culpa dos pinheiros", fazendo piada com uma declaração do porta-voz do governo, Evangelos Antonaros, que disse que "os pinheiros podem ser bonitos mas eles impedem os esforços para combater o fogo".

 

Em editorial, o Ta Nea culpou a recusa do governo em aceitar ajuda de outros países como a Rússia e afirmou que "nos últimos cinco anos... nenhum equipamento foi comprado".

 

Os meios de comunicação gregos informaram que uma oferta da Rússia de envio de um avião e um helicóptero para ajudar no combate aos incêndios foi recusada, bem como a oferta da Áustria de enviar seis helicópteros. O governo grego não fez comentários sobre essas acusações.

 

Danos

 

Pelo menos 150 casas foram queimadas e dezenas de milhares de hectares de florestas de pinheiros, oliveiras, vegetação e terras destinadas a agricultura foram dizimadas. Especialistas dizem que vai levar gerações até que as florestas se recuperem, mas alguns dizem que elas queimaram além da possibilidade de recuperação natural.

 

Foram os incêndios mais destrutivos já registrados na região de Ática e os piores na Grécia desde 2007, quando o fogo durou mais de dois meses, atingindo 275 mil hectares, e matou 76 pessoas.

 

Funcionários do governo não disseram como o incêndio começou na noite de sexta-feira. Centenas de focos de incêndio atingem a Grécia a cada verão. Alguns são iniciados intencionalmente, geralmente por vendedores de terras ou fazendeiros que querem expandir a área para a criação de animais.

 

O governo conservador defende seus esforços na luta contra os focos de incêndio, que incluíram aviões que despejam água vindos da Itália, Chipre e França. Antonaros disse nesta terça-feira que os esforços foram "bem coordenados". O gabinete de governo reuniu-se nesta terça para discutir possíveis medidas de ajuda para quem teve a casa danificada.

As críticas dos meios de comunicação eram o maior problema do governo grego nesta terça-feira, 25, já que os incêndios perto de Atenas estavam controlados, após dois dias de devastação. Bombeiros patrulhavam áreas atingidas norte e ao leste da capital nesta terça-feira, verificando a possibilidade de novas chamas e avaliando os danos.

 

Os jornais gregos dizem que o governo não aprendeu com os incêndios de 2007 e que fracassou em melhorar as medidas contra o fogo. "Erros fatais e omissões", diz a manchete do jornal conservador Kathimerini. "Os mesmo erros foram repetidos... Falta de coordenação, avaliação falha da situação, atrasos e lutas internas", publicou o diário.

 

Os jornais de oposição foram ainda mais críticos. A manchete do diário Eleftherotypia descreve os incêndios como "O Estado Criminal". O jornal Ta Nea escreveu "é culpa dos pinheiros", fazendo piada com uma declaração do porta-voz do governo, Evangelos Antonaros, que disse que "os pinheiros podem ser bonitos mas eles impedem os esforços para combater o fogo".

 

Em editorial, o Ta Nea culpou a recusa do governo em aceitar ajuda de outros países como a Rússia e afirmou que "nos últimos cinco anos... nenhum equipamento foi comprado".

 

Os meios de comunicação gregos informaram que uma oferta da Rússia de envio de um avião e um helicóptero para ajudar no combate aos incêndios foi recusada, bem como a oferta da Áustria de enviar seis helicópteros. O governo grego não fez comentários sobre essas acusações.

 

Danos

 

Pelo menos 150 casas foram queimadas e dezenas de milhares de hectares de florestas de pinheiros, oliveiras, vegetação e terras destinadas a agricultura foram dizimadas. Especialistas dizem que vai levar gerações até que as florestas se recuperem, mas alguns dizem que elas queimaram além da possibilidade de recuperação natural.

 

Foram os incêndios mais destrutivos já registrados na região de Ática e os piores na Grécia desde 2007, quando o fogo durou mais de dois meses, atingindo 275 mil hectares, e matou 76 pessoas.

 

Funcionários do governo não disseram como o incêndio começou na noite de sexta-feira. Centenas de focos de incêndio atingem a Grécia a cada verão. Alguns são iniciados intencionalmente, geralmente por vendedores de terras ou fazendeiros que querem expandir a área para a criação de animais.

 

O governo conservador defende seus esforços na luta contra os focos de incêndio, que incluíram aviões que despejam água vindos da Itália, Chipre e França. Antonaros disse nesta terça-feira que os esforços foram "bem coordenados". O gabinete de governo reuniu-se nesta terça para discutir possíveis medidas de ajuda para quem teve a casa danificada.

As críticas dos meios de comunicação eram o maior problema do governo grego nesta terça-feira, 25, já que os incêndios perto de Atenas estavam controlados, após dois dias de devastação. Bombeiros patrulhavam áreas atingidas norte e ao leste da capital nesta terça-feira, verificando a possibilidade de novas chamas e avaliando os danos.

 

Os jornais gregos dizem que o governo não aprendeu com os incêndios de 2007 e que fracassou em melhorar as medidas contra o fogo. "Erros fatais e omissões", diz a manchete do jornal conservador Kathimerini. "Os mesmo erros foram repetidos... Falta de coordenação, avaliação falha da situação, atrasos e lutas internas", publicou o diário.

 

Os jornais de oposição foram ainda mais críticos. A manchete do diário Eleftherotypia descreve os incêndios como "O Estado Criminal". O jornal Ta Nea escreveu "é culpa dos pinheiros", fazendo piada com uma declaração do porta-voz do governo, Evangelos Antonaros, que disse que "os pinheiros podem ser bonitos mas eles impedem os esforços para combater o fogo".

 

Em editorial, o Ta Nea culpou a recusa do governo em aceitar ajuda de outros países como a Rússia e afirmou que "nos últimos cinco anos... nenhum equipamento foi comprado".

 

Os meios de comunicação gregos informaram que uma oferta da Rússia de envio de um avião e um helicóptero para ajudar no combate aos incêndios foi recusada, bem como a oferta da Áustria de enviar seis helicópteros. O governo grego não fez comentários sobre essas acusações.

 

Danos

 

Pelo menos 150 casas foram queimadas e dezenas de milhares de hectares de florestas de pinheiros, oliveiras, vegetação e terras destinadas a agricultura foram dizimadas. Especialistas dizem que vai levar gerações até que as florestas se recuperem, mas alguns dizem que elas queimaram além da possibilidade de recuperação natural.

 

Foram os incêndios mais destrutivos já registrados na região de Ática e os piores na Grécia desde 2007, quando o fogo durou mais de dois meses, atingindo 275 mil hectares, e matou 76 pessoas.

 

Funcionários do governo não disseram como o incêndio começou na noite de sexta-feira. Centenas de focos de incêndio atingem a Grécia a cada verão. Alguns são iniciados intencionalmente, geralmente por vendedores de terras ou fazendeiros que querem expandir a área para a criação de animais.

 

O governo conservador defende seus esforços na luta contra os focos de incêndio, que incluíram aviões que despejam água vindos da Itália, Chipre e França. Antonaros disse nesta terça-feira que os esforços foram "bem coordenados". O gabinete de governo reuniu-se nesta terça para discutir possíveis medidas de ajuda para quem teve a casa danificada.

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